Sistema de irrigação movido a energia solar reduz gastos com eletricidade

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A valmont apresentou o sistema de irrigação movido a energia solar, que é alimentado através de placas instaladas na propriedade. A tecnologia garante reduzir os custos com a energia elétrica e torna viável a irrigação em áreas que ainda não tem eletricidade.

De acordo com o gerente de engenharia e serviços  Valmont Brasil, Vinicius Melo, os pivôs de irrigação contam com um sistema de ajuste que permite a aceleração controlada do motor, na qual pode variar entre 1 a 136 RPM. “Nós estamos criando dois conceitos, um é o torque a qualquer tempo e anda o dobro de velocidade de qualquer pivô tradicional, já o segundo é de passagem rápida que pode ser utilizado para fertilização e adubar”, destaca.

Outro lançamento feito para melhorar o setor da irrigação, foi o novo painel ICON que é controlado exclusivamente por um aplicativo. “Tudo que o agricultor precisa é ter flexibilidade do controle de cada equipamento e esse sistema permite isso que pode programar todas as operações dos equipamentos de irrigação”, ressalta.

Fonte: Marcas e Máquinas

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Estudantes de Ipirá desenvolvem sistema de irrigação automática inteligente

A fim de facilitar o desenvolvimento das plantações em regiões secas e evitar o desperdício de água, 11 estudantes desenvolveram o projeto “Tecnologia sustentável: irrigação automática inteligente”. Os alunos são do curso técnico de nível médio em Manutenção e Suporte em Informática, do Centro Territorial de Educação Profissional (Cetep) da Bacia do Jacuípe, em Ipirá.

Eles contam que a ideia surgiu a partir da necessidade de equipamentos agropecuários que poluam menos e desperdicem recursos naturais para que os pequenos agricultores não percam as suas lavouras ou tenham que produzir menos em decorrência da escassez de água nos longos períodos de estiagem. “A nossa horta inteligente é de baixo custo e produtiva, fazendo com que a maioria das funções, como irrigar, traga mais autonomia aos agricultores, que podem produzir mais, e não têm que se preocupar com as lavouras, pois estará sendo monitorada eletronicamente”, explicou a estudante Marine Gonçalves.

De acordo com a Secretaria de Educação do Estado (SEC), neste ano, o sistema de irrigação automática será implantado na horta comunitária do Cetep, a partir do hardware Arduíno. Os estudantes apontaram que ele é uma solução acessível para a prática e manutenção da agricultura, principalmente no Sertão nordestino.

Roças de pimenta-do-reino da região do Arapiuns serão contempladas com sistemas de irrigação

Projeto Alto Arapiuns foi selecionado por edital da Fundação Cargill juntamente com outras nove iniciativas de outras regiões do país (Foto: Agência Pará/Divulgação)

Pela segunda vez, o projeto Alto Arapiuns de Segurança Alimentar e Conservação Ambiental do Aeroclube de Voo e Vela CTA é selecionado pela Fundação Cargill, por meio de edital. O foco agora será a complementação dos sistemas de irrigação das plantações de pimenta-do-reino produzidas para a comercialização.

O projeto visa melhorar a geração adicional de renda dos integrantes das comunidades ribeirinhas em Santarém. Com o novo aporte, a expectativa é de que as perdas das roças de pimenta-do-reino passem de 50% a 15%. Para isso, serão instalados poços ou motobombas para irrigação de 15 roças e acompanhamento mensal de 18 roças pelo agrônomo ou técnico agrícola, além de ações para a melhora da nutrição da comunidade e conservação da floresta.

O Projeto Alto Arapiuns tem o objetivo de melhorar a geração adicional de renda dos integrantes das comunidades ribeirinhas na bacia de afluentes do rio Arapiuns. Além dele, outras nove iniciativas foram selecionadas pelo Edital 2018 da Fundação Cargill. Juntas, elas beneficiarão 2.288 pessoas.

Para a seleção foram consideradas questões como o planejamento e gestão, o impacto e a relevância do projeto, seu poder de transformação, seu potencial de inovação e sustentabilidade, além de alinhamento entre o propósito e a missão da fundação. O edital 2018 recebeu inscrições de 168 projetos de 141 instituições presentes em 14 estados brasileiros.

Fonte: G1

Europa estuda sistema de irrigação alimentado por energia solar para combater alterações climáticas

Europa estuda sistema de irrigação alimentado por energia solar para combater alterações climáticas 

O aumento da população a nível mundial e as alterações climáticas estão a colocar alguns países sob pressão para encontrar soluções que lhes permitam garantir o regadio das suas produções agrícolas. A União Europeia está neste momento a desenvolver um projeto de investigação que quer criar um sistema de irrigação alimentado por energia solar que se estima que possa trazer uma poupança de cerca de 75% nos custos energéticos atuais com irrigação.

A Agricultura é atualmente responsável por cerca de 70% de toda a utilização de água a nível mundial. Contudo, com a população mundial a chegar aos 9 mil milhões já em 2050, a procura por este recurso deverá aumentar 55%.

Luis Narvarte, professor da Universidade Técnica de Madrid, e coordenador do projeto MASLOWATEN, que conta com a participação da Universidade de Évora, defende que “se não reduzirmos a utilização de água e de energia tradicional (combustíveis fósseis), o nosso sistema alimentar não será sustentável”.

Este consórcio está a desenvolver um sistema de irrigação alimentado por energia solar que poderá conseguir uma redução de 30% no consumo de água. Este sistema inclui vários painéis solares que são instalados nas explorações agrícolas e que conseguem alimentar o sistema de irrigação instalado, ao mesmo tempo que ‘dizem’ ao produtor exatamente que quantidade de água é necessária para aquela produção.

De acordo com Luis Narvarte, este sistema poderá trazer uma poupança de 75% nos custos de energia para irrigação. Para além disso, segundo o investigador, a procura por sistemas de irrigação solares deverá criar um mercado global com um valor de 9 mil milhões de euros.

Fonte: Via Rural

Sistema eletrônico permite gerar economia de energia elétrica no sistema de irrigação

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Foto: Divulgação

Como parte do pacote que compõe o Sistema Supremo de Irrigação, o Ecopump é um equipamento que realiza a tarefa de controlar o fluxo de água que é enviada para o pivô. Ele consegue isto porque possui um controle de bombeamento que varia a potência no eixo do motor em função da vazão de água, baseada na topografia de cada terreno. Primeiramente concebido para usar energia elétrica agora, está sendo apresentado na versão diesel, pela Fockink Indústrias Elétricas, de Panambi RS. “Estamos preenchendo uma lacuna que resolve o problema daqueles produtores que não conseguem ter fonte de energia elétrica junto ao pivô, e assim, ele não fica sem esta importante ferramenta para o conjunto de equipamentos para irrigação, que é o Ecopump”, complementa o Diretor Superintendente da Fockink, Siegfried Kwast.

O diretor explica que o equipamento possui uma partida e parada suave, diminuição da pressão excessiva e possibilidade de trabalhar com até três vazões diferentes no caso de bombeamentos compartilhados, fazendo dele um dos sistemas mais completos e eficientes do mercado. Ele foi concebido para reduzir o consumo de energia, de água e ao mesmo tempo aumentar a produtividade e a eficiência do pivô, assinala Kwast.

O sistema de bombeamento EcoPump, otimiza a utilização dos recursos hídricos controlando a rotação do motor da bomba, fazendo com que o pivô trabalhe sempre com a mesma pressão de água. Através de dispositivos de leitura da pressão no pivô, o sistema ajusta a rotação do motor de acordo com o relevo da área, permitindo o sistema trabalhar apenas com a pressão necessária para a irrigação, reduzindo os desgastes mecânicos (sobre pressão).

Utilizando o sistema de bombeamento EcoPump, acontece uma redução no golpe de ariete, as partidas e paradas no bombeamento são suavizadas aumentando a vida útil do conjunto moto bomba. Também se obtêm maior durabilidade de vários componentes, tais como válvulas, juntas, mangotes, bengalas e/ou mangueiras. “A economia na utilização desse sistema pode chegar em até 40% de energia, finaliza Kwast.
Sobre a empresa

Criada em 1947, em Panambi, no Rio Grande do Sul, como oficina de conserto de motores elétricos, transformou-se em importante player na área de fabricação de sistemas elétricos para o setor agroindustrial. Com 67 anos de atuação nos mercados elétricos, agronegócio e energia renovável no Brasil e exterior.

Fonte: Revista Cafeicultura