Sistema eletrônico permite gerar economia de energia elétrica no sistema de irrigação

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Foto: Divulgação

Como parte do pacote que compõe o Sistema Supremo de Irrigação, o Ecopump é um equipamento que realiza a tarefa de controlar o fluxo de água que é enviada para o pivô. Ele consegue isto porque possui um controle de bombeamento que varia a potência no eixo do motor em função da vazão de água, baseada na topografia de cada terreno. Primeiramente concebido para usar energia elétrica agora, está sendo apresentado na versão diesel, pela Fockink Indústrias Elétricas, de Panambi RS. “Estamos preenchendo uma lacuna que resolve o problema daqueles produtores que não conseguem ter fonte de energia elétrica junto ao pivô, e assim, ele não fica sem esta importante ferramenta para o conjunto de equipamentos para irrigação, que é o Ecopump”, complementa o Diretor Superintendente da Fockink, Siegfried Kwast.

O diretor explica que o equipamento possui uma partida e parada suave, diminuição da pressão excessiva e possibilidade de trabalhar com até três vazões diferentes no caso de bombeamentos compartilhados, fazendo dele um dos sistemas mais completos e eficientes do mercado. Ele foi concebido para reduzir o consumo de energia, de água e ao mesmo tempo aumentar a produtividade e a eficiência do pivô, assinala Kwast.

O sistema de bombeamento EcoPump, otimiza a utilização dos recursos hídricos controlando a rotação do motor da bomba, fazendo com que o pivô trabalhe sempre com a mesma pressão de água. Através de dispositivos de leitura da pressão no pivô, o sistema ajusta a rotação do motor de acordo com o relevo da área, permitindo o sistema trabalhar apenas com a pressão necessária para a irrigação, reduzindo os desgastes mecânicos (sobre pressão).

Utilizando o sistema de bombeamento EcoPump, acontece uma redução no golpe de ariete, as partidas e paradas no bombeamento são suavizadas aumentando a vida útil do conjunto moto bomba. Também se obtêm maior durabilidade de vários componentes, tais como válvulas, juntas, mangotes, bengalas e/ou mangueiras. “A economia na utilização desse sistema pode chegar em até 40% de energia, finaliza Kwast.
Sobre a empresa

Criada em 1947, em Panambi, no Rio Grande do Sul, como oficina de conserto de motores elétricos, transformou-se em importante player na área de fabricação de sistemas elétricos para o setor agroindustrial. Com 67 anos de atuação nos mercados elétricos, agronegócio e energia renovável no Brasil e exterior.

Fonte: Revista Cafeicultura

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Prática garante contato com sistemas de irrigação localizada

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Em meio à plantação de legumes e verduras em uma propriedade no Núcleo Rural Pipiripau, em Brasília, instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) visualizaram na prática como funciona o sistema de irrigação localizada por gotejamento e micro aspersão. A atividade faz parte do Programa Nacional de Irrigação desenvolvido pela entidade, que pretende levar capacitação em tecnologias que incentivem o produtor a fazer a gestão da água na propriedade rural.

Segundo o instrutor Nestor Pereira, no Mato Grosso do Sul existem linhas de produção que tem alta tecnologia de irrigação e outras que não tem nenhuma e a ideia do SENAR é alinhar esse conhecimento capacitando o produtor. “Ainda não ofertamos treinamentos nessa área, mas temos a demanda dos produtores e, agora, com o programa de irrigação, vamos poder atendê-los.”

A aula prática contou com explicações detalhadas sobre o funcionamento das bombas de irrigação e dos sistemas utilizados na propriedade, como a fertirrigação. “A fertirrigação nada mais é que a adubação feita pela água de irrigação. O fertilizante é diluído na água e a planta recebe exatamente os nutrientes que precisa na dose certa. Porém, é importante destacar que o equipamento que faz esse trabalho precisa ser bem cuidado para não causar queda da produção devido à quantidade de fertilizante mal distribuída”, observa o pesquisador do Instituto de Pesquisa e Inovação na Agricultura Irrigada (Inovagri), Márcio Davi Santos, que ministrou a aula.

“Quando você vai para a prática, se depara com diferentes situações: a qualidade da água, do sistema de irrigação, e muitas vezes o produtor já tem o sistema funcionando, mas não é o mais adequado. Na aula teórica aprendemos algumas técnicas e na aula prática estamos testando esse conhecimento para saber, por exemplo, se o sistema está funcionando bem ou não e fazer os ajustes quando necessário. Para construir o conhecimento é necessário que se envolva teoria e prática ao mesmo tempo”, acredita Cléber Renato Zurtea, instrutor do SENAR Rio Grande do Sul.

Depois do conteúdo ministrado, os participantes fizeram análise dos dados coletados em campo e passaram por avaliação dos pesquisadores do Inovagri que ministraram o curso. As capacitações para instrutores nos sistemas de irrigação por aspersão e por superfície estão previstas para acontecer em 2017.

Fonte: CenárioMT

Estudante de Rondônia cria sistema ‘inteligente’ para irrigar horta de escola

Para atender a necessidade de irrigação da horta da escola onde estuda, um estudante de 15 anos do 9º ano do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho, desenvolveu o protótipo de um sistema inteligente de irrigação.  Segundo o jovem, o projeto pode ser aplicado em hortas, jardins, campo de futebol e até em lavouras.

Dipsoistivo que faz leitura da umidade do solo e controla sistema de irrigação desenvolvido por Ryan (Foto: Toni Francis/ G1)

Fonte: G1 

Ao G1, o adolescente Ryan Antônio do Amaral Balestieri conta que criou o irrigador a partir de um desafio feito pela tenente policial militar Erika Josiane Ossuci, diretora da escola onde o jovem estuda.

Segundo Ryan, a ideia atende uma necessidade da escola, que é de irrigar a horta de onde são retirados vários legumes que compõem o cardápio servido aos alunos. “O objetivo era desenvolver um sistema de irrigação com economia de água e pouca mão de obra”, disse.

O jovem explica que o dispositivo conta com um sensor de umidade que ativa o sistema de irrigação no momento certo, evitando a inundação do solo. Para desenvolver o projeto, Ryan diz que realizou diversas pesquisas na internet e contou com apoio de várias pessoas, dentre elas a técnica em eletrotécnica da Unir, Larissa França.

O projeto é considerado inovador pelos professores que acompanham o estudante e foi apresentado no 17º Fórum Internacional de Software Livre, realizado de 13 a 16 de julho na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), em Porto Alegre.

Envolvido no clube de robótica há apenas um ano, em 2015 o aluno já foi segundo lugar na Feira de Rondônia Científica de Inovação e Tecnologia (Ferocit), com a apresentação de um robô. Ele também já garantiu participação na Feira Mundial de Tecnologia que será realizado em 2017 na cidade de Johanesburgo, na África do Sul. “Vou participar com um drone autônomo que já está em fase de produção”, informou.

Fonte: G1

Lei ambiental emperra crescimento do uso de irrigação em Mato Grosso

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Menos de 10% dos 13 milhões de hectares plantados em Mato Grosso contam com sistema de irrigação. O Estado é o quinto colocado em área irrigada e o principal entrave para a expansão da modalidade, segundo especialistas, é a Lei Ambiental.

O uso de irrigação como segurança da agricultura foi tema de palestra técnica na feira Parecis SuperAgro, em Campo Novo dos Parecis, na segunda-feira, 11 de abril. A modalidade pode ser uma alternativa aos produtores diante situações de stress hídrico, como o constatado durante o período de plantio da soja 2015/2016.

A palestra foi proferida pelo diretor executivo da Associação dos Irrigantes do Estado de Goiás (Irrigo), Alécio Maróstica. Segundo o especialista, em Mato Grosso há a necessidade de se elaborar uma Lei da Irrigação, pois “água da irrigação beneficia os resultados das plantações e traz segurança na previsibilidade de produção”.

Atualmente, em Mato Grosso, destacou Maróstica em sua palestra “Irrigação – A segurança da agricultura”, menos de 10% da área semeada é atingida pela irrigação. A maior barreira da expansão da modalidade são os entraves da lei ambiental.

“Hoje Mato Grosso é o quinto colocado em área de plantação irrigada, mas se o estado quiser passar todo mundo, ele chega em primeiro logo, logo. Água aqui tem, condições climáticas também e gente empreendedora também. Agora o Estado precisa querer, os produtores precisam conversar com o Estado e criar uma Lei da Irrigação em Mato Grosso”, salientou o diretor executivo da Irrigo.

Os benefícios proporcionados pelo uso de irrigação nas lavouras são visíveis, explica o especialista. Contudo, é preciso que os produtores se organizem e apresentem interesse em mudar a realidade no Estado. “O produtor precisa ter a consciência que se irrigando pode se programar melhor, os resultados são melhores e a certeza que não vai faltar água na hora que a planta mais precisa. Depois criar a lei, como Goiás vez”.

Fonte: Olhar direto