Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja

Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja (Foto: TV TEM)

Localizada Sudoeste do Estado, Itapeva é o munícipio paulista que mais produz soja. No ano passado, a área plantada aumentou 30%. A próxima safra já está sendo plantada.

Sílvio Malutta está plantando o grão em 2 mil hectares. Como nem sempre dá para contar com a chuva, o jeito é utilizar os pivôs de irrigação. Com eles, a terra fica com a umidade que a planta precisa para se desenvolver.

Devido ao aumento dos custos, Sílvio optou por manter o tamanho da área plantada. Ele espera colher 80 sacas por hectare. Parte da soja produzida será exportada e o restante vai virar estoque pra venda e uso na fazenda. A soja representa 70% do faturamento da propriedade.

Na fazenda de Hiroyuki Oi, em Itapetininga (SP), o plantio com irrigação já acabou. São 380 hectares com soja e uma volta completa com os pivôs custa em torno de R$ 10 mil. O agricultor diz que, se o clima não ajudar, os gastos serão maiores que na última safra.

A soja na fazenda foi plantada pouco tempo depois da colheita do trigo. A estratégia do produtor é antecipar o plantio do grão para, assim, também conseguir adiantar a safra do milho safrinha.

Fonte: G1

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Irrigação pode reduzir custos com aplicações

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Além de aumento da produtividade, a irrigação pode ter benefícios paralelos, como a redução dos custos com aplicações de fertilizantes, diz Dearley Brito Liberato, consultor da Irriger, empresa de gerenciamento de irrigação. “Ao fazer fertirrigação, você elimina os gastos com maquinário de aplicações”, conta.

Em entrevista ao Portal DBO, ele ressaltou a possibilidade de fazer mais safras no ano com a irrigação e que o investimento inicial com os equipamentos é recuperado em pouco tempo com a diferença de produção para sequeiros. “A irrigação vai ajudar a suprir a necessidade hídrica da planta no momento ideal, sem precisar esperar por chuvas”.

Para que a tecnologia dê certo, porém, é necessário acompanhamento de algumas variáveis e investimento em conhecer a cultura plantada, o solo e os equipamentos utilizados. “Tem que saber as fases em que a planta demanda mais ou menos água, acompanhar o clima, saber o balanço hídrico, tudo isso para irrigar da melhor forma e não perder água nem dinheiro”.

Fonte: Terra

Seca reduz preço da goiaba pela metade e aumenta 50% custos de produção em Valinhos

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A estiagem na região de Campinas (SP) reduziu em cerca de 50% o preço de venda das caixas de goiabas dos 200 produtores de Valinhos (SP), na região de Campinas (SP). O quilo, que chegava a ser comercializado por até R$ 7, está saindo por até R$ 3,50, segundo os produtores. “A situação é geral”, alerta o agricultor Valdemir Chiquetano, que tem 1,5 mil pés.

No caso das goiabas maiores (graúdas), agricultores disseram ao G1 que o preço despencou dos R$ 10 para os cerca de R$ 5.

A queda no preço é um reflexo da falta de água, porque sem chuvas regulares os frutos crescem com o tamanho em até 30% menor, já que amadurecem antes do tempo e precisam ser comercializados rapidamente.

Vale lembrar que a produção de goiaba dura o ano todo, já que os agricultores intercalam as podas para ter colheita nos 12 meses. De acordo com institutos de meteorologia, só em Valinhos choveu 1005 milímetros entre os meses de janeiro e agosto deste ano, contra 1.256 milímetros no mesmo período do ano passado.

Aumento dos custos

O presidente da Associação Agrícola de Valinhos e Região, Pedro Sidnei Pellegrini, lembra um terceiro impacto negativo na produção de 2017. Com a falta de chuva, os produtores precisam de irrigação, que eleva em até 50% os custos de produção.

Vale lembrar que a produção de goiaba dura o ano todo, já que os agricultores intercalam as podas para ter colheita nos 12 meses. De acordo com institutos de meteorologia, só em Valinhos choveu 1005 milímetros entre os meses de janeiro e agosto deste ano, contra 1.256 milímetros no mesmo período do ano passado.

O agricultor Leonardo Joaquim lembra que nem todos os produtores podem investir em irrigação por causa do preço. É o caso da propriedade rural onde ele trabalha. “Tem outra coisa, não pode tirar água do rio. E se tirar do poço, mais para frente ficamos sem água para beber”, completa.

O agricutor Valdemir Chiquetano disse que trabalha com irrigação, mas toda vez que utiliza o sistema precisa esperar até uma semana para que a represa se recupere.

Figo

A região de Valinhos também é forte na produção de figos, mas segundo a Associação Agrícola, a fruta sofre mais com as temperaturas baixas, mas como o inverno de 2017 não foi tão rigoroso não afetou a colheita.

Inverno mais seco

O Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri ) da Unicamp registrou o inverno mais seco desde que começou a fazer sua medição em Campinas (SP), em 1988.

Do início de julho até dia 21 de setembro, choveu apenas 34 milímetros na área de medição do centro. O pior inverno em matéria de chuva nos últimos anos na medição do Cepagri tinha ocorrido em 1994, com o registro de 49 milímetros.

Fonte: G1

Tipos de irrigação: conheça as 4 principais técnicas mais utilizadas

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Foto: Divulgação

irrigação é uma técnica que foi sendo adaptada com o passar dos anos. Cultivar determinadas espécies fora de seu ambiente de origem e depender exclusivamente das chuvas fez com que o produtor sentisse necessidade de uma maior independência, afinal, depender apenas dos rios e chuvas era extremamente prejudicial para o desenvolvimento da agricultura.

Dessa maneira foi necessário descobrir técnicas de manejar a água e fazer com que a plantação apresentasse resultados positivos, sem precisar depender das situações climáticas.

Baseando se nessa questão, veio os investimentos nos sistemas de irrigação, os quais estão amplamente ligados ao clima, condições do solo e cultura de cada região.

Os sistemas de irrigação foram se destacando ao longo dos anos e hoje é mais do que essencial para garantir a lucratividade e desenvolvimento das culturas. Esses sistemas possibilitam que o produtor tenha um controle sobre sua cultura, desde as sementes até a planta já adulta.

Mas é bom estar sempre atento a alguns quesitos, sendo que não é um único tipo de sistema de irrigação que irá atender a todas as regiões, algumas técnicas obtiveram maior sucesso e se destacaram tanto pela praticidade quanto pela eficiência, essas maneiras de irrigação podem ser resumidas em Irrigação por Aspersão, Irrigação Autopropelido, Irrigação por Microaspersão e Irrigação por Gotejamento.

Irrigação por Aspersão

Irrigação por Aspersão

É caracterizada na divisão de um ou mais jatos de água em uma grande quantidade de pequenas gotas no ar, que caem sobre o solo na forma de uma chuva artificial. Entre as principais vantagens apresentadas por esse método destacam-se a não-exigência de um processo de sistematização do terreno, sendo que esta técnica tem a disponibilidade de maior adaptação as diversas culturas e topografias das regiões.

 

Irrigação Autopropelido

Irrigação Autopropelido

Esse é um sistema de aspersão que constitui-se de um único canhão ou mini canhão que é montado num carrinho, que se desloca longitudinalmente ao longo da área a ser irrigada. Sendo de fácil manejo é mais indicado para culturas que apresentam a topografia plana ou levemente inclinada como, por exemplo, as pastagens, pomares e cafezais.

 

Irrigação por MicroaspersãoIrrigação por Microaspersão

O sistema de microaspersão possui fácil adaptação às diversas condições topográficas, sendo indicado para diversas culturas, especialmente em fruticultura, jardins e irrigação em casas de vegetação. É um sistema que utiliza emissores que lançam gotículas de água (forma de chuva) e propiciam uma precipitação mais suave e uniforme que a aspersão.

 

Irrigação por Gotejamento

Irrigação por Gotejamento

Esse sistema é ideal para a produção de frutas e vegetais, pois é um sistema de baixa vazão onde a água é depositada por um tempo maior. Com o gotejamento, a perda de água por evaporação é reduzida, proporcionando um melhor aproveitamento, já que a água é depositada diretamente nas raízes das plantas formando pequenos círculos ou faixas úmidas.

Essas formas são simples e de fácil acesso no Brasil, mas, muitas vezes o agricultor pode prejudicar a cultura por irriga-la de forma errada.

Então como escolher o sistema de irrigação ideal para a cultura?

Para saber qual deve ser a frequência de irrigação, assim como a quantidade de água que deve ser aplicada, é preciso levar em conta fatores como o tipo de planta, as características do solo, a topografia e o clima local, a capacidade de armazenamento de água e o tamanho da área que deve ser irrigada.

Por isso é sempre necessário à intervenção de um profissional qualificado que irá fazer um estudo ampliado das necessidades hídricas e distribuição de chuvas da região, a cultura, solo e topografia.

Não deixe para depois!! Você pode garantir o sucesso e lucratividade com apenas algumas dicas sobre a agricultura irrigada. Confira.

Fonte: Agrosmart

Agronow e Netafim estabelecem parceria para ampliar acesso do produtor às tecnologias da Agricultura 4.0

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A Agronow, startup sediada em São José dos Campos (90 km de São Paulo), é a nova parceira estratégica da multinacional Netafim, empresa israelense pioneira e líder mundial em soluções de irrigação por gotejamento. As duas empresas somam esforços para ampliar o acesso dos produtores às tecnologias da agricultura 4.0.

Com o acordo, o empresário do campo que utiliza as tecnologias da Netafim passa a contar também com o monitoramento inteligente da Agronow, que projeta a produtividade da colheita futura com alta taxa de acerto (acima de 90%). Outros mapas fundamentais para a gestão da colheita, entre eles o de Temperatura e o de Umidade, também integram o rol de novos serviços da multinacional.

Os benefícios oferecidos ao agricultor pela utilização da irrigação inteligente da Netafim vão desde a otimização do recurso hídrico, redução no custo de produção, aumento de produtividade e nutrirrigação (quando a adubação é aplicada pelo sistema de gotejamento diretamente na zona das raízes das plantas).

“Cada vez mais conectada, a agricultura tecnificada é um caminho sem volta, por isso, a Netafim tem o desafio constante de integrar e desenvolver soluções inteligentes que auxiliem o agricultor a produzir cada vez mais e melhor, de forma sustentável”, destaca Carlos Sanches, diretor de Marketing Mercosur da Netafim.

Com a parceria, a partir de agora o produtor poderá unir a tecnologia de irrigação e monitorar a plantação na palma da mão. Por meio da ferramenta da Agronow, ele pode localizar pragas, aplicar insumos de maneira mais eficiente, identificar áreas mais e menos férteis e, mais importante, prever quanto a safra vai produzir, além de gerar outros dados sobre cultivos passados e o atual – bastando apenas alguns toques na tela do smartphone ou alguns cliques na plataforma web. Atualmente, 3.300 usuários se utilizam dos serviços da Agronow (números de agosto de 2017).

A Netafim, que oferece sistemas completos de irrigação por gotejamento, microaspersão, controle e monitoramento automatizados, foi fundada em 1965 e está presente em mais de 110 países, com uma equipe de 4.000 funcionários. No Brasil, são duas unidades: Ribeirão Preto (SP) e Cabo de Santo Agostinho (PE).

“A Agronow e a Netafim compartilham valores semelhantes e buscam investir em tecnologia para aumentar a produção de forma segura, eficiente e sustentável. Vemos a parceria como uma oportunidade para democratizar ainda mais nossa ferramenta, tornando-a acessível para os clientes da Netafim espalhados pelo mundo”, afirma Walkiria Sassaki, diretora de operações da Agronow.

A multinacional israelense terá a Agronow como uma importante aliada no objetivo de difundir a irrigação por gotejamento. Neste ano, a Netafim voltou seus estudos à irrigação inteligente para grãos, que permite maximizar a rentabilidade da operação agrícola utilizando água e nutrientes de forma racional e sustentável.

Fonte: Assessoria de Imprensa