Qual é a melhor hora do dia para regar as plantas?

Você provavelmente já sabe que para o bem do meio ambiente, assim como o seu próprio bolso, você deve controlar o uso da água. Você já pode até estar desligando a torneira quando fica se ensaboando no chuveiro e usa sua máquina de lavar apenas quando tem várias roupas acumuladas. Mas e fora de casa? Será que existe um jeito certo de economizar água ao molhar as plantas?

O costume de criar plantas em casa sempre foi algo comum da humanidade, independente da cultura e por incrível que pareça, mesmo nas regiões mais secas do nosso planeta, até metade da água usada por uma família pode ser dedicada aos cuidados do gramado e do jardim. Mas a boa notícia é que você pode limitar o gasto de água e desperdiçar o mínimo simplesmente mudando a hora do dia em que você irriga as plantas.

Ao chegar em casa no início da tarde e ver suas flores e vegetais favoritos murchando, você provavelmente corre para ligar a mangueira. No entanto, essa não é a melhor decisão a se tomar em termos de eficiência. Quando você rega as plantas durante a parte mais quente do dia, até 30% da água simplesmente evapora por causa do calor do sol e não beneficia suas plantas. Em vez disso, você deve regar no início da manhã ou no final da tarde ou à noite, para que suas plantas obtenham o máximo benefício com a menor quantidade possível de água. Você também deve observar que muitas plantas levemente murchas “voltarão à vida” nas partes mais frias do dia, mesmo sem molhá-las.

Você também pode reduzir a água utilizada para paisagismo ou jardinagem se tiver certeza de que a maior parte da água que sai da torneira vai para as raízes delas, em vez de suas folhas ou flores. O método mais eficiente é a irrigação por gotejamento. Lembre-se também de não regar demais! Muita água pode ser tão ruim para as plantas quanto a ausência de irrigação.

Ou seja, usar menos água na jardinagem não significa que suas plantas morrerão de sede e sua casa vai virar um deserto do dia pra noite. Muito pode ser feito simplesmente aprendendo a não desperdiçar a água que você usa diariamente. O meio ambiente agradece!

Fonte: Tricurioso

Anúncios

Seca requer atenção na manutenção dos jardins

Azaleia - ERICK PINHEIRO

A época de estiagem não interfere tanto na conservação dos jardins, mas alguns cuidados na estação que antecede a primavera são aconselháveis, exatamente pela escassez de chuvas e baixa umidade do ar. A orientação é de Elis Marina Gerotti, gerente da loja O Produtor Garden, especializada em flores e plantas em geral para jardinagem. Segundo ela, os cuidados são básicos, recaindo sobretudo na forma de se regar.

Elis Marina destaca que não há necessidade de se encharcar a terra: basta apenas mantê-la úmida. Ela comenta, inclusive, que em nenhum momento as plantas devem ficar encharcadas, pois isso pode colaborar para surgimento de doenças que podem comprometer a saúde das plantas.

Embora não seja algo obrigatório, uma dica prática é regar o jardim ou os vasos sempre pela manhã, para que a planta possa absorver a água no decorrer do dia. “Feito isso, o morador pode ficar tranquilo”, garante.

Mas há outras possibilidades para se manter as plantas hidratadas. Para os jardins grandes, o ideal é o sistema de irrigação — mas quem não possui essa estrutura, pode recorrer à mangueira uma vez ao dia que obterá o mesmo efeito.

Já para os vasos de flores, o gotejamento pode ser utilizado. Esses sistema é feito utilizando-se uma garrafa pet como base, com furos.

Elis Marina avisa, porém, que independente dos cuidados acima, no inverno as plantas tendem a ter uma aparência “menos bela”, mantendo-se como numa “dormência” à espera da primavera. Isso, segundo ela, faz parte do ciclo natural. Portanto, mesmo com a irrigação adequada, se a planta apresentar um aspecto um pouco “feio”, não é motivo para preocupação.

Outra orientação para manter jardins belos durante a estiagem é quanto à adubação — que não pode ser esquecida. Esta pode ser feita com humus de minhoca, terra vegetal (terra preta adubada), ou com esterco de gado (chamada de “natural”). Já a adubação em vasos deve ser feita sempre com humus de minhoca.

Plantas indicadas 

Manter as flores e plantas adequadas em cada tipo de ambiente também faz parte do processo de cuidados, embora independa da estação climática. Por isso, antes de preparar um jardim ou querer enfeitar a residência com flores em suas dependências internas, é preciso saber quais são as “de sol”, e quais são “de sombra”.

Palmeira Ráfis - ERICK PINHEIROPalmeira Ráfis – ERICK PINHEIRO

Algumas das flores de sol são a exora, a lantana, a begônia, e a manacá da serra. Entre as plantas de sol estão a cica, buchinho, palmeira ráfis, palmeira areca bambu, e a azaléia — que embora seja de sol, floresce mais no inverno.

Manacá da Serra - ERICK PINHEIROManacá da Serra – ERICK PINHEIRO

Entre as flores de sombra conhecidas estão o lírio da paz, o antúrio e as orquídeas. E, alguns exemplos de plantas de sombra são a palmeira ráfis, a ficus lyrata, e a pacová.

Antúrio - ERICK PINHEIROAntúrio – ERICK PINHEIRO

Elis Marina reforça, no entanto, que embora os tipos próprios de sombra não sofram tanto com o inverno e a consequente seca, os cuidados devem ser os mesmos: nunca deixe a terra encharcada e mantenha a adubação mensalmente.

Lírio da Paz - ERICK PINHEIROLírio da Paz – ERICK PINHEIRO

Fãs dão suas dicas para manter as plantas sempre bonitas 

Admiradores de flores e folhagens dizem que as mantêm bonitas, mesmo em época de estiagem, sem grandes dificuldades. Para isso, ensinam, as regam constantemente, e também as adubam. Porém, para o resultado esperado, é preciso saber qual a característica de cada flor e planta, para que sejam cuidadas em locais adequados.

Washington rega os antúrios e gerânios em dias alternados - FÁBIO ROGÉRIO

Washington rega os antúrios e gerânios em dias alternados – FÁBIO ROGÉRIO

Com o conhecimento adquirido na prática e por meio de pesquisas, o técnico de radiologia Washington Roberto dos Santos mantém antúrio e gerânio, flores típicas de sombra, em seu corredor interno, as molhando em dias alternados. Ele salienta, porém, que no vaso de gerânio a água é colocada somente na terra, mas que o antúrio, por sua vez, gosta de ser molhado diretamente. A adubação é feita a cada 20 dias, aproximadamente.

Helena plantou seus antúrios e mil cores em terra adubada - FÁBIO ROGÉRIOHelena plantou seus antúrios e mil cores em terra adubada – FÁBIO ROGÉRIO

Também fã de antúrio, a dona de casa Helena Biazotto Pereira mantém essas plantas inclusive na parte interna de sua casa. Ela também tem plantada a mil cores, igualmente adaptada à sombra. Helena conta que as rega constantemente. No entanto, como as plantou, há cinco meses, já em terra adubada, não precisou mais promover adubação.

A dona de casa Zilda Antunes Amorim mantém um jardim na parte frontal de sua residência com as flores bico de papagaio e as plantas azaleias, ambas de sol. Ela afirma que a falta de chuva a obriga a regá-las até duas vezes na semana. Outra medida adotada por ela é a da poda, feita sempre por um jardineiro.

Fonte: Jornal Cruzeiro

Os desafios da agricultura moderna

hhh.png

Independentemente do tamanho da lavoura, o maior desafio da agricultura na atualidade é a obtenção da lucratividade, capaz de remunerar os custos, assegurar novos investimentos e garantir adequada qualidade de vida ao agricultor.

A cada ano, novas tecnologias estão sendo incorporadas aos sistemas produtivos, o que tem assegurado contínuo aumento de produtividade. De março de 1990 até hoje, a área plantada com grãos cresceu 61%, enquanto a produção aumentou 310%, um aumento espetacular da produtividade. Num passado não muito distante, o solo não era cultivado, após a colheita da soja, sendo deteriorado sob o ponto de vista físico em virtude da intensa mobilização com a utilização de “grades”. Hoje, após a colheita da soja, na região centro-oeste do Brasil, se cultiva milho, algodão, forrageiras e plantas de cobertura – é a intensificação da agricultura. Está havendo também, na região do Brasil Central, a expansão da agricultura irrigada e a introdução do cultivo de espécies vegetais antes restrita a outras regiões do Brasil ou Mundo. Este novo modelo de exploração do solo, além de aumentar a produção, contribui significativamente para o aumento da produtividade.

Além da intensificação da agricultura, é possível constatar também um crescente aumento de modelos de produção integrados. Os exemplos mais evidentes são a integração lavoura-pecuária (ILP) e integração pecuária-floresta (IPF). Assim, as unidades de produção passam a ter múltiplas atividades, a maioria desenvolvendo-se de forma integrada. Hoje, já temos em Mato Grosso do Sul, por exemplo, propriedades que além da agricultura, trabalham com avicultura de corte, pecuária de leite e pecuária de corte.

A utilização de Boas Práticas Agrícolas (BPA) também é uma estratégia necessária para a superação dos desafios da moderna agricultura. Atividades como: sistema plantio direto, controle biológico para o controle de pragas, doenças e nematoides, entre outros são fundamentais para a sustentabilidade da atividade. Com uma adequada cobertura do solo com palha, o manejo de plantas daninhas de difícil controle, como a buva e o capim amargoso, é facilitado. A utilização de Crotalaria spectabilis é exemplo de uma espécie que também auxilia no manejo de nematoides. Plantas daninhas e nematoides são dois responsáveis por quedas de produtividade e aumento do custo de produção de soja e algodão, por exemplo. Com o cultivo de espécies de plantas de cobertura e adubos verdes, feito de forma planejada, o produtor conquista a melhoria da fertilidade do solo (física, química e biológica), o que permite muitas vezes, reduzir a quantidade de fertilizantes químicos aplicados ao solo, contribuindo para a redução do custo de produção.

Existe ao redor do mundo, uma forte demanda por alimentos, fibras e energia. Esta demanda é crescente e contínua diante do aumento da população e da melhoria das condições socioeconômicas, verificadas em várias partes do mundo, de forma especial em países com grande população, como a China e a Índia. O algodão que foi semeado  em fevereiro de 2018, na sua maioria já foi comercializado, o mesmo acontece com a soja, com o milho, com o girassol, etc. Apesar da venda antecipada, a margem de lucro está decrescendo, o que não assegura a sustentabilidade do negócio.

Assim, nos parece como mais viável, a redução dos custos de produção. Para a maioria das espécies cultivadas no Brasil, o custo de produção está exageradamente alto, ameaçando todo o sistema de produção. Como o alto custo de produção é devido ao elevado uso de insumos, faz-se necessário trabalhar um pouco mais com processos e menos com produtos (insumos).

Soluções tecnológicas simples contribuem com a redução do custo de produção. Somente com a adoção de tecnologias será possível reduzir os custos de produção e superar esse grande desafio da agricultura brasileira.

A integração e intensificação de atividades, o uso de métodos integrados de controle de pragas, doenças, plantas daninhas e nematoides é cada vez mais necessário e imperioso.

Em síntese, incorporar aos diferentes modelos de produção existentes no Brasil, os conhecimentos disponíveis, proporcionará um salto significativo para a agricultura brasileira, que ofertará mais alimentos, energia e fibra para a população brasileira e mundial, além de assegurar melhor nível de renda àqueles que se dedicam à atividade agropecuária.

Esta nova realidade exige que o produtor busque continuamente o seu aprimoramento, o que se consegue junto às instituições de pesquisa, a rede de assistência técnica pública e privada, associações de produtores e cooperativas. Além é claro, da imensa rede de comunicação hoje à disposição do produtor rural.

 

Por Fernando Mendes Lamas, pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste

Plantas tropicais podem se adaptar a ambientes internos da casa

MCA Estúdio

Luz, água e nutrientes: os elementos básicos para a manutenção da vida das plantas tropicais estão ao alcance de qualquer aspirante a jardineiro. Mesmo em ambientes fechados, espécies que costumam florescer no verão podem se desenvolver bem, desde que a escolha seja certeira e os cuidados respeitados.

Adepta da criação em seu próprio apartamento, a arquiteta e paisagista Denise Barretto transformou sua varanda de 40m² em um verdadeiro refúgio. Nela, habitam atualmente palmeiras, clúsias (uma espécie de arbusto) e até mesmo uma figueira. “A colocação dos grupos de vasos, em cada ângulo da varanda, criou uma massa de vegetação maciça, que ajuda a abafar os ruídos da cidade”, conta Denise. “As plantas tropicais são indicadas para o cultivo em residências pois, além de valorizarem a decoração, se adaptam bem aos interiores”, completa sua análise a paisagista.

Para quem sonha em ter ao menos um pedacinho de Mata Atlântica em casa, o primeiro aspecto a ser considerado é a intensidade da iluminação natural necessária para cada espécie. Depois vem a questão da mobilidade uma vez que, eventualmente, trocar as plantas de posição de tempos em tempos é um fator que precisa ser considerado.

“Há plantas que gostam de locais com muita luminosidade, como a figueira, e outras que preferem ambientes a meia sombra, como a palmeira, muito utilizada em espaços internos, por exemplo”, pontua Denise. “Mas para todas vale a dica: folhas amarelas indicam excesso de luz, enquanto as escuras podem ser sinalizar falta de luminosidade.”

Em relação à quantidade de água, em muitos dos casos, as plantas morrem mais pelo excesso do que pela ausência de irrigação. Por isso, verificar a real necessidade é também fator determinante para um jardim de sucesso. Para não errar, verifique a umidade da terra do vaso sempre que possível colocando os dedos a dois ou três centímetros de profundidade para checar se ela está seca ou encharcada. “Utilizo vasos cerâmicos em tons de terracota envelhecido, que permitem que a folhagem fique espalhada e vistosa na decoração”, observa.

A área verde pode, porém, ficar limitada quando os proprietários e cuidadores do jardim têm pouco ou nenhum tempo disponível no dia a dia para a criação. Mesmo nesses casos, há espécies tropicais que também se adaptam a vasos e ambientes internos sem a necessidade de cuidados intensos. O caso mais notório é o da famosa samambaia, aplicada no projeto do arquiteta Marcella Monfrinatti, da TWODesign.

A escolha das variáveis paulistinha e crespa se deram justamente pela baixa incidência de iluminação natural do apartamento e pelo tempo restrito dos moradores para o cuidado. “Todas são plantas que se adaptam bem em apartamentos pela pouca incidência de sol. É bom mantê-las em ambiente arejado e regá-las de uma a duas vezes por semana”, explica o arquiteto, que optou por acomodá-las em nichos.

“A escolha dos vasos também precisa ser levada em consideração para que a planta não fique espremida. Nesse caso a escolha dos caixotes de madeira foi perfeita”, completa.

COMO CUIDAR SEM ERROS

Alta incidência de luz ou sombra? Muita ou pouca água? Saiba as necessidades das espécies comuns no ambiente doméstico

Orquídea

Orquídea Foto: Paulo Liebert/Estadão

Ela não suporta o excesso de água, por isso pode ser regada uma vez por semana. A folhagem mostra se ela está recebendo luminosidade suficiente; se estiver escura, mude o vaso de local. Quanto mais contato com a luz, mais ela irá florir.

 

Avenca

Avenca Foto: Kenji Honda/Estadão

A falta de luz pode provocar a proliferação de pragas ou doenças. Por isso, tenha o hábito de girar o vaso de tempos em tempos.

 

Samambaia

Samambaia Foto: Agliberto Lima/Estadão

Esse tipo de planta gosta de solo úmido e sol fraco. Quando regá-las, escorra a água que ficar no prato para evitar o excesso de umidade. Tome cuidado para escolher um canto longe de correntes de vento, que desidratam a planta e fazem as folhas caírem.

 

Bromélia

Bromélia Foto: José Patrício/Estadão

 

Tecnologia de baixo custo é destaque em feira agroecológica

Pesquisadores da Embrapa Pantanal falaram sobre técnicas em cultivo de sementes nativas e crioulas no MS

Foto: Divulgação/Embrapa

Foto: Divulgação/Embrapa

A 11ª Feira de Sementes Nativas e Crioulas e de Produtos Agroecológicos mostrou várias técnicas e transição em agroecologia desenvolvidas na região pantaneira. Os produtores aprenderam por meio de minicursos e oficinas, ministrados pelos pesquisadores da Embrapa Pantanal, sobre irrigação de baixo custo, cultivo em hortas, dentre outras alternativas de cultivo de espécies bem adaptadas a região do Pantanal. O objetivo das apresentações é mostrar técnicas para aperfeiçoar a área de cultivo, diversificar a produção, de maneira a garantir um aumento de renda para o pequeno agricultor.

Segundo assessoria, no minicurso Diversidade de Plantas companheiras, o pesquisador da Embrapa Pantanal, Aurélio Vinicius Borsato abordou o cultivo em hortas das plantas companheiras, que são espécies que, quando cultivadas em um mesmo espaço, beneficiam-se entre si: seja no crescimento, sombreamento, ou ressaltando as qualidades particulares umas das outras.

Produtores aprenderam sobre irrigação de baixo custo, cultivo em hortas, dentre outras alternativas de cultivo de espécies bem adaptadas a região do Pantanal.

Conforme o pesquisador, no sistema de horta encontramos várias plantas companheiras e durante o minicurso ele mostrou vários exemplos.  Mais especificamente entre as espécies medicinais, aromáticas e condimentares ele citou o manjericão, que, quando cultivado juntamente com hortaliças, aprimoram o sabor dessas plantas. Outro exemplo mostrado por Aurélio é o sombreamento,  ocorrido quando plantas de diferentes alturas e arquiteturas são cultivadas em um mesmo espaço: as maiores sombreiam as de pequeno porte.

A oficina Avaliação de sustentabilidade de propriedades em transição agroecológica foi apresentada pelo pesquisador Embrapa Pantanal Alberto Feiden. Os participantes aprenderam sobre metodologia que avalia a eficácia das técnicas que vem sendo aplicadas nas propriedades em processo de transição agroecológica. Foram mostrados, também, os indicadores em desenvolvimento que permitem que o próprio agricultor faça a avaliação da produção de acordo com critérios e realidades particulares de cada propriedade.
Outro destaque entre os minicursos foi o Sistema de Alternativo de Irrigação de Baixo Custo, onde o participante conheceu uma adaptação realizada por um produtor experimentador, do Município de Mundo Novo/ MS, que usa garrafa pet e mangueira preta para construir um Irrigador Agroecológico muito prático, de fácil confecção e instalação. Atividade foi ministrada pela bolsista ATP da UFMS, Adriana Feiden.

A feira aconteceu entre os dias 10, 11 e 12 de julho, em Juti (MS). A equipe de pesquisadores da Embrapa Pantanal organizou uma caravana para participar do evento composta por, aproximadamente, 40 componentes, entre pequenos produtores dos assentamentos de Corumbá e Ladário, técnicos da prefeitura de Corumbá e da Agraer, além de professores e alunos.   A programação de todo a Feira está no sitehttp://sementescrioulasjutims.org/programacao . Paralelamente, ocorreu o 4º Seminário sobre Uso e Conservação do Cerrado do Sul do Mato Grosso do Sul.

Participaram da organização da feira, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Associação dos Produtores Orgânicos de MS (APOMS), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Embrapa Agropecuária Oeste, Instituto Cerrado Guarani e Prefeitura Municipal de Juti. Terão apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de MS (Fundect) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Participaram também, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Faculdade  Anhanguera de Dourados, Irmãs de São José de Chamberi, Programa Nacional de Extensão Universitária (PROEXT/MEC), Agência de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável (AADS), Delegacia Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário de MS (DFDA/MDA), Rádio Criativa FM, Superintendência Federal de Agricultura (SFA-MAPA/MS, Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Sintraf/Juti), Fundação Nacional do Índio (Funai), Sindicato Rural de Juti, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de MS (Agraer), Sabores do Cerrado e Tratornam.

Fonte: Capital News