Nutrição do solo: a base forte da agricultura do futuro

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Quando especialistas falam que o Brasil é o celeiro do mundo, eles estão indo além de um velho jargão conhecido pelos produtores rurais. O crescimento do nosso potencial agrícola, impulsionado pela tecnologia e por novas maneiras de gerir o trabalho no campo, fez com que, em outubro de 2018, o Brasil superasse o ano anterior em exportação de soja. Resultados semelhantes também são vistos em outras culturas, mostrando que o agricultor não só está olhando para o futuro, como está vivendo-o agora.

Os desafios de uma agricultura avançada passam por diversos fatores, sendo que produzir em maior quantidade, com qualidade superior, ocupando o mesmo espaço de terra seguem sendo os principais. E para superá-los, olhar para a nutrição da lavoura torna-se essencial.

Em todas as culturas, o cuidado com os nutrientes na fase inicial da planta pode resultar no aumento da produtividade da colheita mais adiante. Nos resultados obtidos pela Yara com o YaraBasa, aplicado em 100 lavouras em diferentes locais do Brasil, a produção obteve um ganho de até sete sacas a mais por hectare.

Diferentes de outros sistemas nutricionais, o YaraBasa traz em sua composição tecnologia e inovação para auxiliar o produtor a obter a melhor performance no campo. Com YaraBasa, todos os nutrientes ficam concentrados no mesmo grânulo[PS5]  do fertilizante, o que permite uma aplicação mais uniforme no plantio, garantindo que todas as plantas recebam a mesma quantidade de nutrientes para seu crescimento.

A agricultura brasileira, que avança a passos largos na inovação e na produtividade, agora pode contar com YaraBasa para ser a base forte pra sua terra.

Fonte: Yara

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Tecnologias focadas na nutrição do solo ganham destaque na Hortitec

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Será apresentada durante a Hortitec, exposição técnica de horticultura, que ocorre entre os dias 20 e 22 de junho, em Holambra (SP), a Linha Solo desenvolvida pela Alltech Crop Science, que tem como objetivo melhorar as condições para o desenvolvimento da planta desde o plantio. De acordo com o engenheiro agrônomo e diretor comercial da Alltech Crop Science, Ney Ibrahim, a biotecnologia utilizada nesses produtos vem para tornar os cultivos mais racionais e sustentáveis, além de incrementar a produtividade e qualidade dos cultivos. “Atualmente, o uso desse tipo de tecnologia no campo tem apresentado um crescimento de cerca de 20%”, aponta.

O Soil-Plex Active, um dos produtos da linha, teve sua eficácia comprovada por diversos trabalhos de campo, entre eles um realizado em São Gotardo (MG) recentemente, que comparou áreas com e sem a aplicação da solução. Ele mostrou que, com o uso do produto, uma área de cenouras conseguiu alcançar 24% a mais de cenouras 3A – a preferida dos consumidores – ao mesmo tempo que houve redução de 6% de cenoura com má formação (padrão descarte). A produtividade também ganhou destaque: foram produzidas 60 caixas de 29 quilos do vegetal a mais, o que equivale a aproximadamente 1,74 tonelada.

De acordo com Ibrahim, as soluções da Linha Solo promovem maior estímulo natural e espontâneo ao desenvolvimento radicular, disponibilizam macro e micronutrientes, colaboram na redução de estresses ambientais, além de favorecerem o desenvolvimento uniforme e equilibrado dessas plantas. “Dessa forma o equilíbrio biológico é reestabelecido, estimulando também os micro-organismos que trabalham em simbiose com a planta, tornando possível alcançar melhores resultados em qualidade e produtividade”, complementa.

Algumas culturas fazem o uso muito intensivo do solo — base de toda a produtividade de uma plantação. Em hortifrúti, por exemplo, produtores costumam colher entre três e quatro safras ao longo do ano, fazendo com que os cuidados com o ambiente em que a cultura está inserida sejam fundamentais para o desenvolvimento correto dela. “O solo é o maior patrimônio de um produtor, dar melhor qualidade a ele auxilia no crescimento uniforme e produtivo dos cultivos”, explica.

Participação na feira

Para Ibrahim, poder participar da Hortitec apresentando a solução natural é uma oportunidade. “Nossos esforços e atenções à feira são muito grandes, visto que se trata de um evento de relacionamento. Lá, os produtores vão buscar informações, conhecimento, estar mais próximos das empresas que os auxiliam”, conta. Os produtores que estiverem presentes na ocasião poderão conhecer mais resultados dessa linha, compartilhar novidades e expectativas para a próxima safra e ainda participar de um momento de descontração ao assistir ao jogo do Brasil contra a Costa Rica, na sexta-feira, dia 22, às 9h no stand da Alltech, com direito à degustação de Kentucky Ale, a cerveja da Alltech.

Sensores impressos em plantas mostram hora da irrigação

Sensores impressos em plantas mostram hora da irrigação

Sensor de seca para plantas

Esqueceu de regar as plantas? Que tal permitir que elas lhe mandem um pedido de socorro pelo celular?

Essa é uma das possibilidades criadas com o desenvolvimento de um novo sensor que pode ser impresso nas folhas das plantas e indicar quando elas estão ficando sem água.

Segundo o professor Michael Strano, do MIT, essa tecnologia poderá não apenas salvar as plantas do escritório ou de casa, mas, e mais importante, dar aos agricultores uma informação precisa que permita aplicar a irrigação de forma otimizada, nem mais e nem menos.

“Este parece ser o primeiro indicador de seca que temos para aplicações agrícolas. É difícil obter essa informação de outra maneira. Você pode colocar sensores no solo, ou você pode fazer imagens de satélite e mapeamento, mas você nunca sabe realmente o que uma determinada planta está detectando como potencial de água,” disse o pesquisador, que vem trabalhando há alguns anos com plantas biônicas.

Estômatos

O sensor tira vantagem dos estômatos das plantas, pequenos poros na superfície das folhas que permitem que a água evapore. À medida que a água evapora da folha, a pressão da água na planta cai, permitindo que ela sugue mais água do solo.

“As pessoas já sabiam que os estômatos respondem à luz, à concentração de dióxido de carbono, à seca, mas agora conseguimos monitorá-lo continuamente. Os métodos anteriores não conseguiam produzir esse tipo de informação,” explicou o pesquisador Volodymyr Koman.

Para criar o sensor, Koman usou uma tinta feita de nanotubos de carbono – eletricamente condutores – dissolvidos em um composto orgânico chamado dodecil sulfato de sódio. Para aplicar a tinta às folhas ele usou um molde de impressão com um canal microfluídico, que permite uma cuidadosa deposição do material.

Os primeiros dados mostraram que os estômatos abrem sete minutos após o nascer do sol e se fecham 53 minutos após o por do sol. Mais importante do que isso, porém, é que esse tempo muda quando a planta está sentindo falta de água, levando até 25 minutos para abrir e fechando-se mais cedo, 45 minutos após o horário de iluminação.

A ideia agora é imprimir os sensores em adesivos, que possam ser rapidamente aplicados nas plantas no campo. Esses adesivos deverão levar também os circuitos eletrônicos necessários para transmitir os sinais lidos das plantas para uma central de monitoramento.

Fonte: Inovação Tecnológica