Curso avançado: Manejo da Irrigação + Fertirrigação + Drones acontece em Piracicaba (SP)

hidrodinamica

Prepare-se para o Curso avançado: Manejo da irrigação + Fertirrigação + Drones.

Programa do Curso:

Métodos de Controle da Irrigação

Estação meteorológica x Tensiômetros. Evapotranspiração Definição, Métodos de Estimativa (PM-56 FAO), Coeficiente de Cultivo Kc, Coeficiente de Irrigação Localizada Kr e efeitos advectivos.

Tensiômetro Digital x Analógico

Princípio de Funcionamento do Tensiômetro Analógico e Digital, Tempo de Resposta, Condutância da Cápsula Porosa. Instalação do tensiômetro no campo. Exemplos Práticos de Manejo da Irrigação via tensiômetro em diversas culturas.

Drones: Imagens Aéreas de Alta Resolução

Características e especificações de drones multirrotores e asas fixas para irrigação de precisão; Conceitos em sensoriamento remoto e resoluções de sensores; Câmeras e sensores disponíveis para drones; Softwares para planejamento de missões automáticas; Preparação de planos de voos; Softwares para processamento de mosaicos de imagens; Análise de histograma e calibração radiométrica das imagens; Álgebra de bandas de imagens e geração de índices de vegetação (NDVI) e de stresse hídrico (CWSI). Alocação dos sensores de umidade no campo (tensiômetro, TDR e FDR) com base em imagens de alta resolução da área irrigada.

Física de Solos

Umidade do Solo–Capacidade de Campo e Ponto de Murcha Permanente. Curva de Retenção de Água no Solo. Capacidade de Água Disponível (CAD) e Balanço Hídrico de Água no Solo.  Coleta de Amostras Indeformadas de Solo.

Irrigação por Gotejamento / Microaspersão

Formação de Bulbos Molhados no Solo. Monitoramento e Controle do Entupimento de Emissores no Campo. Relações entre Uniformidade de Irrigação e Manejo da Irrigação.

Fertirrigação / Extratores de Solução do Solo

Teoria da fertirrigação. Extratores de Solução: Modelos e Operação no Campo. Monitoramento da Condutividade Elétrica (CE) da Solução do Solo. Mensuração de Nitrogênio, Potássio e pH da Solução. Monitoramento da Aeração do Solo.

Local: Piracicaba – SP

Coordenação:   Hidrodinâmica Irrigação

Público Alvo:   Engenheiros Agrônomos, Técnicos Agrícolas, Produtores Rurais e Estudantes.

Vagas Limitadas:   30 Alunos

Professor:  Dr. Rubens Duarte Coelho /ESALQ

                     Consultar Currículo Vitae 

ATENÇÃO: A vaga ficará garantida por 5 dias, contados a partir da data da inscrição, após este período será cancelada caso o pagamento não seja efetivado. Data limite para confirmação de participação no curso 15/Outubro/2018.

 

Duração do Curso – 2 Dias (12 horas–aula)

Datas: 19 e 20 Outubro 2018

Sexta Feira 19:00 – 22:30  e  Sábado 8:30 – 16:30 h

Local: Piracicaba-SP – Empresa Hidrodinâmica

Valor: R$ 900,00

Link para Download do folder do curso e instruções para inscrição 

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Estão abertas as inscrições para o VI Simpósio da Cultura da Soja

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O Simpósio será realizado na cidade de Piracicaba dos dias 6 a 9 de Junho.

Vagas limitadas.

Local: Parque Tecnológico de Piracicaba
Rua Cezira Giovanoni Moretti, 600 – Jardim Santa Rosa
CEP 13414-157 Piracicaba, SP

Coordenação: Gil Miguel de Sousa Câmara (USP)

Para mais informações segue o link

http://pecege.org.br/eventos/vi-simposio-da-cultura-da-soja

Pesquisa avalia o desempenho de mirtilo na região de Piracicaba

Planta é tradicional de regiões de clima frio e seu potencial de mercado está associado à saúde.

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O consumo de mirtilo (Vaccinium corymbosum sp.) está muito associado aos benefícios à saúde humana que a ingestão da fruta traz, devido a suas propriedades nutracêuticas. “Entre os diversos benefícios, destacam-se o combate aos radicais livres causadores de doenças degenerativas, além de estar relacionado com prevenções de câncer, problemas cardiovasculares e oculares”, conta o engenheiro agrônomo Ricardo Bordignon Medina, autor de um projeto que avalia o desempenho de novas cultivares de mirtileiro de baixa exigência em frio no Estado de São Paulo.

A pesquisa é desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Fitotecnia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ) e tem orientação da professora do Departamento de Produção Vegetal, Simone Rodrigues da Silva.

Por ser tradicionalmente uma planta de clima frio, o cultivo no Brasil está limitado aos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais, em regiões com 300 a 1200 horas de frio por ano e para ampliar o período de oferta da fruta, algumas mudanças na produção comercial de mirtilo são necessárias, principalmente com relação às características do material genético implantado. “Em 2010, novas cultivares de mirtileiros de baixa exigência em frio, desenvolvidas pela Universidade da Flórida, foram introduzidas no Brasil, com grande potencial para a produção precoce de frutos em regiões sem frio hibernal, o que possibilitaria um aumento significativo de renda e diversificação da produção”, conta Medina.

De acordo com o pesquisador, devido à falta de informação técnica sobre o cultivo destas cultivares nas diferentes condições edafoclimáticas brasileiras, bem como sobre as características físico-químicas de seus frutos, são necessários estudos iniciais do desempenho das mesmas em regiões com menor ocorrência de frio, como o que acontece na maior parte do Estado de São Paulo, favorecendo a diversificação da produção frutícola paulista, principalmente para pequenos produtores. “Nesses casos, em que as áreas não são rentáveis ao cultivo da cana-de-açúcar, os pequenos produtores priorizam a maximização da mesma, e assim podem ser beneficiados pelo cultivo do mirtilo”.

Assim, a pesquisa avalia o desempenho horticultural das cultivares de mirtileiro ‘Jewel’ e ‘Emerald’, de baixa exigência em frio em condições de cultivo semiprotegido na região de Piracicaba, SP, quanto ao desenvolvimento vegetativo e brotação, florescimento e frutificação, produção e qualidade de frutos, que permitirão verificar também a precocidade de produção dessas cultivares e a caracterização da colheita.

Quanto às análises físico químicas dos frutos, foram analisados no dia de colheita o tamanho e peso médio de frutos, acidez titulável, pH, coloração, firmeza de polpa, teor de sólidos solúveis; compostos fenólicos totais; antocianinas e a atividade antioxidante. “Repetimos as mesmas análises com 3, 6, 9 e 12 dias após a colheita, armazenados em câmara a 22 ºC”, explica o pesquisador.

Com relação aos resultados obtidos até o momento, a pesquisa aponta que as cultivares vindas da Flórida e plantadas em Piracicaba tem mostrado um desenvolvimento muito bom com a produção no segundo semestre. “Esse resultado viabiliza não só a comercialização no mercado interno, como também possibilita a exportação desta fruta, visto que coincide com a entressafra dos EUA e Canadá, que necessitam importar frutos neste período”, diz o pesquisador.

No geral, continua Medina, “os frutos de mirtilo possuem grande quantidade de compostos fenólicos, principalmente pelo alto teor de antocianinas presente na casca do fruto. Estas antocianinas respondem pela capacidade antioxidante da fruta, que combate os radicais livres, causadores de diversas doenças degenerativas. Em relação a números e dados mais concretos, estes ainda estão sendo tabulados e analisados, mas poderei apresentá-los após minha defesa, prevista para junho de 2016”, finaliza.

Informações da Assessoria

 

 

USP de Piracicaba assina protocolo para Plano Estadual de Irrigação

Documento prevê estudos em parceria com a Esalq para melhorar técnicas.
Iniciativa pretende identificar locais com potencial para agricultura irrigada.

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Foto: Reprodução/TV GLOBO

A Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP), assinou um protocolo com os governos estadual e federal para elaboração do Plano Diretor de Agricultura Irrigada para São Paulo. A iniciativa prevê estudos para desenvolvimento de novas técnicas e identificação de locais com pontencial de irrigação.

A parceria entre a universidade, a Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento e a Secretaria Nacional de Irrigação foi anunciada no último dia 21 de janeiro.

“A partir do plano piloto serão adotadas novas técnicas e novos modelos de irrigação, e, acima de tudo, aptidões dos Estados, porque ao plantar o correto em sua região, você também economiza água”, disse o secretário nacional de irrigação, José Rodrigues Pinheiro Dória, na ocasião.

De acordo com Dória, não tem como parar de irrigar. Segundo ele, é preciso encontrar uma cultura irrigada de maior aproveitamento, menos água e menos toxinas.

“Vamos precisar muito da universidade em parceria para encontrar a melhor maneira socioeconômica de o pequeno produtor usar essa cultura irrigada”, resaltou. “A população, ao sentir na pele, teve uma consciência diferente e isso é o número um para que se economize água no momento”, afirmou.

Portão da Esalq, campus da USP em Piracicaba (Foto: Reprodução/EPTV)

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Expansão da área irrigada
Um primeiro estudo, anunciado em 2015 e desenvolvido por pesquisadores da Esalq, também norteará o Plano Nacional de Irrigação.

A Portaria nº 115, publicada no Diário Oficial da União, estabeleceu que todos os projetos públicos que envolvem o tema sejam planejados e implantados conforme o relatório do estudo, que avaliou 168,8 mil bacias hidrográficas do país.

A pesquisa “Análise territorial no Brasil para o desenvolvimento da agricultura irrigada”, feita em parceria com o Ministério da Integração Nacional, demonstrou que o país tem potencial para expandir em até 61 milhões de hectares as terras irrigadas, o equivalente a 10 vezes mais do que se tem atualmente.

Produção de alimentos
Segundo os pesquisadores da instituição, a produção de alimentos chega a triplicar em alguns cultivos em áreas irrigadas. A técnica é utilizada em apenas 6 milhões de hectares, mas poderia irrigar 61 milhões de hectares, especialmente na região Centro-Oeste.

“Temos 66 milhões de terras irrigáveis. Sempre se produz mais ao se irrigar”, disse um dos coordenadores da pesquisa, Durval Dourado Neto. Segundo o estudo, os estados com maior área irrigada no Brasil são São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e Goiás. Juntos,  eles possuem cerca de 68% de toda a área irrigada atualmente.

A pesquisa mostou outro fato novo. O número apontado na análise é maior do que a previsão indicada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Para o órgão, segundo o pesquisador, o país possui 29 milhões de hectares irrigáveis. O G1 entrou em contato com a FAO para confirmar a extensão da área irrigável do Brasil e saber quais foram as metodologias aplicadas na medição das terras, mas não obteve retorno.

Fonte: G1

Em Julho acontece o VII Simpósio Tecnologia de Produção de Cana-de-açúcar, em Piracicaba (SP)

Simpósio FlyerNão perca o VII Simpósio Tecnologia de Produção de Cana-de-açúcar, que acontece entre os dias 15 a 17 de julho de 2015, em Piracicaba, SP. Unimep, Campus Taquaral. Rodovia do Açucar, Km 156.
O “VII Simpósio Tecnologia de Produção de Cana-de-açúcar” buscará difundir tecnologias e informações relacionadas às tecnologias de produção e ao manejo do solo de forma eficiente de modo a gerar discussões e levantar necessidades de pesquisa sobre o assunto. O evento contará com cerca de 700 vagas e o público alvo abrangerá produtores, gerentes, técnicos, pesquisadores e estudantes que tenham interesse no assunto e busquem maneiras eficientes de aumentar a produção agrícola.
O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, se destacando como responsável por mais da metade do açúcar comercializado no mercado internacional, além de ser o segundo maior produtor de etanol. Atualmente, a cogeração de energia tem crescido exponencialmente, além da perspectiva de início de produção em larga escala de etanol de segunda geração.

Isto demonstra importância para o setor agrícola brasileiro e, para manter a competitividade da atividade, especialmente em anos de crise, é imprescindível aumentar a produtividade e diminuir os custos de produção, o que pode ser atingido por meio do manejo eficiente da fertilidade do solo e adubação das culturas.