Paraguai poderá aumentar área de arroz com irrigação do Rio Paraná

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Foto: Divulgação

A região da bacia do Rio Paraná, no Paraguai, segue aguardando por uma habilitação para a irrigação de arroz, que iria beneficiar a produção no país, impulsionando também a economia.

Esta região abrange três departamentos do sul do país: Itapúa, Misiones e Ñeembucú. Caso seja habilitada, a região poderá irrigar 150.000 hectares de arroz “sem nenhum inconveniente”, como aponta o site Itapúa Noticias.

O governador de Itapúa, Dr. Luis Gneiting, anunciou que já está aprovada a exploração da bacia por parte do Governo Nacional. Um investimento de 30 milhões de dólares será necessário para o início das obras.

Atualmente, 70.000 hectares de arroz são cultivados na bacia do rio Tebicuary com a possibilidade de seguir crescendo – problema que será solucionado com a irrigação a partir do rio Paraná.

Fonte: Notícias Agrícolas

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Paraná inicia temporada de eventos tecnológicos do agronegócio

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Dirigentes de países como China, Argentina, México, República Dominicana manifestaram interesse

Neste mês de janeiro, o Paraná inicia a temporada de eventos tecnológicos do agronegócio, que mostram a inovação e a tecnologia aplicada no campo diretamente aos produtores. Trata-se de uma modalidade que iniciou com o Show Rural, da Coopavel, em Cascavel (Oeste) e hoje é reproduzido em vários municípios no Estado.

Os eventos tecnológicos vêm contribuindo como uma das estratégias para fazer do Estado um dos líderes em produção agropecuária. São mais de 130 eventos que acontecem de janeiro a dezembro em todo o Estado, entre dias de campo, feiras e exposições de tecnologia, onde os produtores têm contato com o que há de mais moderno e eficiente para melhorar a eficiência no campo.

“O Governo do Paraná vê com entusiasmo esses empreendimentos, que colocam o Estado em posição de vanguarda na geração do conhecimento que atrai produtores, técnicos, estudantes e até dirigentes de outros estados e de outros países”, diz o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

MAIOR PROJEÇÃO – De todos os eventos tecnológicos realizados no Paraná, o que ganhou maior projeção dentro e fora do Estado, inclusive com repercussão internacional, é o Show Rural da Coopavel, precursor dessa nova modalidade de geração de conhecimento.

Norberto Ortigara afirma que esses eventos têm o mérito de aproximar a ciência e a tecnologia do agricultor de forma rápida. “O agricultor está mais capacitado a compreender as tecnologias da informação aplicados nos equipamentos agrícolas e também mais capacitado a utilizar o ferramental de comunicação disponível como GPS, whatsapp, redes sociais no trabalho do dia-a-dia”, destaca.

Segundo o secretário, os eventos tecnológicos, públicos e privados, demostram para a sociedade uma outra dinâmica que acontece no campo e que está contribuindo com o avanço da produtividade das lavouras, graças à ciência e à inovação tecnológica.

As instituições de pesquisas, de extensão rural, as indústrias de insumos e de máquinas agrícolas veem nesses eventos uma oportunidade para mostrar os avanços em curso que colocam o Brasil e o Paraná em situação similar aos países mais avançados no mundo.

“O produtor rural que frequenta os eventos aprende e sai entusiasmado para aplicar as novas técnicas. “E essa dinâmica favorece a economia porque os bons resultados colhidos no meio rural se estendem para as cidades, contribuindo para um ciclo virtuoso de geração de emprego e renda”, afirma Ortigara.

FOCO NA PECUÁRIA

Criado há 29 anos, o Show Rural oferece um espaço ao produtor rural para ele conhecer e aprender sobre as novas tecnologias disponibilizadas pelas instituições de pesquisas paranaenses e brasileiras e pelas indústrias de máquinas e insumos agrícolas. Neste ano, será realizado de 6 a 10 de fevereiro, com a expectativa de atrair 240 mil visitantes de todo o País e de outros países.

Serão 520 empresas nacionais e multinacionais que estarão expondo suas novas tecnologias e inovações. Com isso, o evento se consolidou como local de interesse das instituições de pesquisas e das empresas do ramo do agronegócio.

Do total de público esperado, entre 35% a 40% corresponde à presença de mulheres agricultoras e empreendedoras interessadas em aprender e negociar. Geralmente elas voltam para suas propriedades dispostas a transformar seus locais de trabalho.

Segundo Rogério Rizzardi, gerente da Coopavel e coordenador geral do Show Rural, haverá novidades no evento de 2017 com o foco na pecuária. “O Show Rural sempre enfatizou a diversificação na área de grãos. Agora vamos ampliar e focar a pecuária, oferecendo tudo que há em inovação e tecnologia para produção de leite e carne com qualidade. Para os próximos dois anos, vamos estender essa ação para a avicultura e suinocultura”, anunciou.

Dirigentes de países como China, Argentina, México, República Dominicana manifestaram interesse não só em participar, mas em trazer suas tecnologias também para oferecer em primeira mão aos nossos agricultores.

Confira AQUI os principais eventos tecnológicos previstos entre os meses de janeiro a julho de 2017.
Fonte : SEAB

Safra recorde no Paraná depende de chuva em dezembro

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O ciclo 2016/17 da soja no Paraná será de recordes, pelo menos é no que acreditam os produtores rurais do estado. Nos mais de 2 mil quilômetros percorridos pela Expedição Safra na última semana, o que se viu foram lavouras com crescimento a todo vapor e produtores confiantes de que a safra de verão terá excelentes resultados. Mas, apesar do otimismo, todos mantêm a pulga atrás da orelha ao falar de clima. Com a ocorrência do fenômeno climático La Niña (mesmo que de fraca intensidade), a irregularidade das chuvas deve ser uma constante. E no Paraná há um motivo a mais para se preocupar com isso.

As regiões Norte, Noroeste, Oeste e parte do Sudoeste, que respondem por mais da metade da produção da oleaginosa no estado, apostam firme na segunda safra (na maioria dos casos, de milho). Para que a safrinha (como é conhecida) seja viável, a colheita da soja precisa ser feita entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. O resultado dessa realidade: quem pôde plantou o mais cedo possível. Agora, o alerta é para o caso de as previsões de chuvas irregulares se confirmarem. E os produtores, por todas as regiões visitadas pela expedição, demonstram apreensão quanto a esse fator. “Tudo vai se definir entre a última semana de novembro e a última semana de dezembro, porque a gente viu que muitas regiões tiveram uma concentração maior do plantio em poucas semanas. Então o período crítico em relação ao desenvolvimento das plantas acaba se concentrando em poucas semanas e a condição de umidade do solo nessa safra vai ser chave no Paraná”, avalia Thadeu Silva, diretor de inteligência de mercado da INTL FCStone que acompanhou a Expedição Safra.

Previsão para a safra

O meteorologista Luiz Renato Lazinski recomenda aos produtores que redobrem a atenção em relação ao tempo nesse ano. Ele confirma a ocorrência de La Niña e que ela deixará o Paraná com chuvas bastante irregulares. “É difícil dizer quando ocorre um pico de chuva ou um período de estiagem. Porém, tudo indica uma diminuição de chuva conforme a soja vai avançando o seu ciclo”, diz. Segundo ele, as suposições que circulam entre os produtores de um possível período de seca no mês de janeiro ainda não podem ser previstas com precisão. “Mas o produtor que não espere um tempo tão favorável quanto teve nos últimos quatro ciclos”, alerta.

Tudo em aberto no Centro-Sul e Campos Gerais

A faixa do Paraná que vai de Guarapuava até a região de Ponta Grossa é responsável por mais de 20% da produção de soja no estado. O clima da região, no entanto, faz com que a safra no local seja tardia. Os motivos são o frio e as geadas. E ainda no mês de setembro, esporadicamente, pode amanhecer tudo congelado.

Por isso, enquanto há locais que já concluíram o plantio no Paraná, nessas cidades as lavouras mal começaram a ser semeadas. A paisagem nos municípios dessa área ainda é de safra de inverno. Apenas na região da cooperativa Agrária, sediada em Guarapuava, cultivam-se 22,3 mil hectares de cevada e 20,7 mil de trigo.

Ticiano Emilio Checchia, agrônomo da Coopagrícola – sediada em Ponta Grossa –, conta que na área de abrangência da organização o plantio da soja avançou apenas 30%. Com as áreas de trigo por colher, a semeadura da oleaginosa no local deve ser concluída somente no fim de novembro. “Nosso clima mais frio não permite que se planeje safrinha de milho, aqui a maioria das pessoas faz segunda safra de feijão”, explica. Na área da cooperativa há 54 mil hectares: 38 mil com soja e 8 mil com milho. Os outros 8 mil hectares são para o feijão primeira safra.

Fonte: Gazeta do Povo

Frio e geada não prejudicam produção de hortaliças no Paraná

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De acordo com o coordenador estadual de Olericultura do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Iniberto Hamerschmidt, a queda de temperatura e as geadas localizadas não prejudicaram o cultivo de hortaliças no Paraná, principalmente na macrorregião sul, que concentra 62% da área plantada. “Embora a maior parte da produção esteja em regiões mais frias, muitos produtores fazem a proteção das folhosas, por isso, não se justifica aumento de preços ao consumidor”.

As espécies que estão no campo neste momento são repolho, beterraba, cenoura, que não foram afetadas, além de alface, couve, almeirão e escarola, que em geral têm cobertura para proteção. “Apenas a couve-flor, que é um pouco mais sensível, sofreu um pouco. Já o tomate, pepino e abobrinha são culturas da primavera-verão, portanto não estão no campo, e o reajuste de preços nestes casos é pura especulação”, disse.

Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o crescimento da produção de olerícolas entre 2000 a 2014 foi de 73%. “Este desempenho se deve basicamente à organização dos produtores, investimento em novas tecnologias e aumento de produtividade”, afirma o agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador.

Na safra 2013/2014, o Paraná produziu 2,9 milhões de toneladas de hortaliças, em 114 mil hectares, movimentando aproximadamente R$ 3,3 bilhões. A Região Metropolitana de Curitiba responde por 38% do volume total de hortaliças, o que representa 36% do Valor Bruto da Produção (VBP), ou seja, R$ 1,2 bilhão. Depois vem a região norte com 28%, oeste/sudoeste com 8% e noroeste com 2%.

Os produtores de olerícolas são essencialmente familiares, sendo a área média de cada propriedade de aproximadamente três hectares. A atividade está presente em cerca de 13% das 300 mil propriedades familiares existentes no Paraná. Ao todo são 212 municípios que exploram a olericultura em escala comercial.

As principais espécies cultivadas são batata, cebola, tomate, repolho, cenoura, couve-flor, pepino, alface, beterraba, pimentão, chuchu e abobrinha. Segundo Salvador, a maior produção é de batata, com 847,4 mil toneladas, seguida do repolho, com 332,8 mil toneladas, e tomate com 256 mil toneladas. “A batata, tomate e couve-flor são as que mais agregam valor a produção rural”, diz.

Orgânicos

Segundo Hamerschmidt, a região de Curitiba é pioneira na produção de hortaliças orgânicas, tendo iniciado os primeiros plantios em 1982. “Hoje concentra cerca de 50% da produção estadual, com aproximadamente 25 mil toneladas, exploradas por 700 produtores, distribuídos em diversos grupos”.

A importância dos cultivos orgânicos é crescente pois está na preferência da população, que almeja por produtos de qualidade, sem resíduos de produtos químicos. A produção na RMC, composta por 29 municípios, é estratégica pois abastece uma população estimada em mais de 3,1 milhões de habitantes, conforme dados do IBGE.

 

Projeto Meu Primeiro Pivot chega ao Paraná

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A cidade Palotina, PR, recebeu na última semana o projeto Meu Primeiro Pivot, realizado pela Valley Irrigação. O evento aconteceu na Fazenda São Luiz, e foi realizado em parceria com a revenda RVAgro, Irriger e Sicoob. Na ocasião, especialistas realizaram palestras sobre funcionamento, elaboração de projetos e benefícios da irrigação. Participaram do encontro cerca de 90 profissionais do setor.

O objetivo, com o projeto, é apresentar aos agricultores os caminhos para a aquisição do primeiro pivot, por meio de informações gerais sobre irrigação, legislação, opções de financiamento e instalação. Para o Diretor Presidente da Valmont Brasil, João Rebequi, idealizador da campanha, esse é o caminho mais curto para que novos projetos de irrigação possam virar realidade. “É uma forma de demonstrar de maneira efetiva as vantagens da irrigação, por meio de números, experiências e resultado, desmistificando a complexidade em se adquirir, implantar e manter o equipamento”, afirma.

A irrigação é uma estratégia extremamente interessante para que o estado do Paraná possa dar um salto qualitativo e quantitativo na sua produção. Os organizadores do encontro visam esclarecer diversas dúvidas para quem tem o interesse em entrar nesse ramo. A irrigação dá a possibilidade de programar e cumprir o cronograma de plantio e colheita.

Sobre a Valley

 

Os pivôs Valley são fabricados pela Valmont, que atua em diversos segmentos além da irrigação, ramo em que é líder mundial de mercado.

Há 37 anos no Brasil, a Valmont contribuiu decisivamente para o progresso da irrigação agrícola, ao oferecer soluções de ponta que aliam gerenciamento inteligente da água, alto desempenho e respeito ao meio ambiente, conferindo eficiência produtiva às lavouras.

Sempre ao lado dos produtores rurais, acompanhando suas necessidades e investindo continuamente em pesquisas e desenvolvimento, a Valmont é referência em irrigação agrícola. Com escritório central em Omaha/Nebraska (EUA), a empresa comercializa produtos em 17 países. No Brasil, a companhia possui fábrica instalada na cidade de Uberaba, MG, e conta com 45 pontos de venda, que cobrem todas as regiões nas quais o agronegócio brasileiro está presente. Em 2014, a unidade brasileira foi ganhadora do “Prêmio Melhor Fábrica do Grupo Valmont”.

A Valmont trabalha para aliar alta tecnologia e fornecer serviços de suporte ao produtor para garantir a obtenção do máximo potencial produtivo das lavouras com o menor impacto possível ao meio ambiente, permitindo maior disponibilidade de alimentos com menor final.

Investindo em alta tecnologia e serviços de consultoria de uso eficiente da agua e energia, a Valmont sempre esteve ao lado dos produtores rurais, nesses 37 anos de história no país, fiel à sua vocação de empresa pioneira, buscando atender às necessidades de um mercado cada vez mais exigente, com soluções seguras e confiáveis, que respeitam o meio ambiente, contribuindo, assim, para que o Brasil possa firmar-se entre os maiores produtores de alimentos do mundo – alimentos estes produzidos com segurança e respeito ao ambiente.