Netafim inova em ferramenta digital de controle da irrigação na Hortitec 2018

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A israelense Netafim, empresa pioneira e líder mundial em soluções de irrigação por gotejamento, participa da 25ª edição da Hortitec (Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivos), entre os dias 20 e 22 de junho, na cidade de Holambra/SP.

Na feira, considerada uma das maiores exposições do setor, a multinacional israelense apresentará sua mais recente tecnologia de controle digital, o NeatBeat, um software que permite controlar e monitorar todo o processo de irrigação na lavoura.

O sistema promete revolucionar a agricultura, já que acompanha em tempo real desde o planejamento de irrigação e nutrirrigação, até o rastreamento do crescimento das plantas e condições de solo, com apenas um clique. A ferramenta vai coletar e interpretar os dados, oferecendo recomendações que ajudarão na tomada de decisão dos produtores e, consequentemente, em safras mais produtivas.

“Assim, remotamente, o agricultor poderá programar as operações de manejo da irrigação, nutrirrigação, além de acompanhar informações de clima e solo”, explica Carlos Sanches, Diretor de Marketing da Netafim.

Aspersores

A empresa também apresenta novos aspersores durante a exposição. As novidades incluem o D-Net AA, aspersor de “arco ajustável” ou como é popularmente conhecido “aspersores setoriais”. Disponíveis para os modelos 8550 e 9575, os D-Net AA são ideais para aplicação nas bordas das áreas irrigadas, pois permitem escolher o ângulo sobre o qual os aspersores distribuirão a água.

Outro lançamento é o LWP 2450, aspersor de impacto de baixa pressão, sendo indicado para sistemas onde não há volume suficiente para utilização de aspersores convencionais, possibilitando uma irrigação de baixo custo energético ou mesmo por gravidade.

O HWP 2475, aspersor de impacto de alta vazão para sistemas onde o requerimento de espaçamento é até 20mx20m, também é outra novidade da Companhia. A tecnologia é ideal para distribuição de água com resíduos orgânicos nos quais a quantidade de sólidos suspensos na água requer bocais de maior diâmetro.

“Os hortifrútis são cultivos que já irrigam, e por isso, nossa proposta é potencializar as soluções e desenvolver tecnologias que sejam acessíveis a todos os agricultores, trazendo para essas culturas o conceito de sustentabilidade com a economia de água (de 30 a 60%), energia, insumos, mão de obra, tudo isso para tornar a vida do produtor mais fácil e eficiente”, explica Bruno Costa, Gerente de Produtos da Netafim.

O mercado de HF está entre as culturas foco para este ano. Em 2017, a operações em hortifrútis cresceram 83,3% com projetos de expansão nos distribuidores e o objetivo é continuar avançando.

Mais informações para os interessados em participar do evento podem ser obtidas pelo website: http://hortitec.com.br/site/

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Netafim regista aumento de 40% nos negócios durante a Agrishow

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A Netafim, multinacional israelense líder global e pioneira em irrigação por gotejamento, registrou aumento de 40% no volume de negócios se comparado a 2017 – totalizando o melhor resultado da empresa em todos as edições da Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola. A 25º edição aconteceu entre os dias 30 de abril a 05 de maio, em Ribeirão Preto (SP).

Nos cinco dias de exposição, a Netafim apresentou aos visitantes sua nova tecnologia de controle e monitoramento digital da irrigação. O conceito denominado, Digital Farming, permite que os agricultores façam o acompanhamento em tempo real de todos os processos da fazenda, desde o manejo da irrigação, solo, clima, entre outros, por meio da plataforma NetBeat, desenvolvida em parceria com a empresa responsável pela elaboração dos sensores antimísseis de Israel.

A multinacional também levou as soluções de irrigação inteligente, sistema gota a gota, que permite o melhor aproveitamento da água e nutrientes, garantindo safras mais produtivas. A tecnologia pode ser aplicada em qualquer tipo de cultivo, desde grãos, café, cana-de-açúcar, citrus, HF, dentre outros.

Segundo Elon Svicero, Diretor Comercial da Netafim, os resultados positivos também foram motivados pela situação atual do agronegócio brasileiro e a necessidade constante dos agricultores na procura de soluções sustentáveis de produção. “Em função das instabilidades climáticas que temos visto nos últimos anos, o produtor tem buscado a irrigação inteligente como garantia de produção, aumento de produtividade e otimização dos recursos, sejam eles água, energia ou nutrientes”, conta.

25º Agrishow

Neste ano, a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola também registrou um crescimento na realização de negócios de cerca de 22%, o que significa um volume de R$ 2,7 bilhões, fazendo da 25ª edição a maior da história. Em 2017, foram registrados negócios da ordem de R$ 2,2 bilhões.

O número de visitantes da Agrishow 2018 também superou as expectativas dos organizadores. Nos cinco dias de evento foram 159 mil pessoas que percorreram os mais de 440 mil m².

Netafim traz ao Brasil plataforma digital de controle e monitoramento das lavouras

A israelense Netafim, traz ao Brasil o que há de mais inovador em sistema de controle e monitoramento de lavouras. A tecnologia Digital Farming permite acompanhar em tempo real, desde o planejamento de irrigação e nutrirrigação, até o rastreamento do crescimento das plantas e condições de solo.

O sistema é uma ferramenta de alta precisão, desenvolvida em parceria com a fornecedora global de soluções de monitoramento e controle, responsável pela fabricação dos sensores antimísseis de Israel.

“O grande diferencial da tecnologia é a consolidação e unificação de todas as funções necessárias para a automação e otimização da fazenda em uma única ferramenta. O Digital Farming vai coletar e interpretar os dados, oferecendo recomendações que ajudarão na tomada de decisão dos produtores e, consequentemente, em safras mais produtivas”, explica Carlos Sanches, diretor de marketing da Netafim.

Por meio de levantamento de dados, o sistema elabora um relatório que indica as necessidades de operações na fazenda. Assim, remotamente, o agricultor poderá programar as operações de manejo da irrigação, nutrirrigação, além de acompanhar informações de clima e solo. As recomendações de irrigação, por exemplo, são atualizadas diariamente e para os próximos cinco dias, garantindo um planejamento eficiente.

A tecnologia abrange várias áreas, como sensoriamento de solo, controle de irrigação, gestão de fazenda, gerenciamento do ciclo de máquinas e cultivos. Com os sensores será possível obter informações sobre as condições do solo, desempenho e saúde das plantas. Já a automação facilitará o controle remoto de processos cruciais, como sistemas de irrigação, através de smartphone, tablet ou PC.

“O Digital Farming é uma espécie de combo digital ao agricultor, onde sistema de monitoramento, controle, nuvem de dados e automatização da irrigação estarão disponíveis em tempo real com um clique”, destaca Bruno Toniello, gerente de automação da empresa.

Com ele, o agricultor receberá sugestões de quanto e guando irrigar e nutrirrigar além de ter acesso remoto ao sistema de irrigação. Os produtos que integram o Digital Farming foram projetados para tornar a vida do produtor mais fácil e eficiente. Para isso os controladores e sensores foram desenvolvidos com uma interface amigável, fácil de usar e instalar.

O NetBeat, nova plataforma digital da Netafim, foi apresentada na última quarta-feira (28), durante Convenção de Distribuidores da Netafim, realizada na Praia do Forte (BA). A tecnologia de gestão da água será lançada oficialmente para o público na Agrishow 2018 e promete ser mais uma aliada no compromisso da empresa em ajudar o agricultor a produzir mais com menos.

Parceria Netafim e Senar oferecer curso de capacitação em irrigação inteligente

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A multinacional israelense Netafim, em parceria com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), vão promover cursos de capacitação profissional em irrigação localizada. Ao todo 40 instrutores, de todo o Brasil, receberão conteúdos técnicos e práticos sobre agronomia, engenharia, instalação de produto e suporte técnico.

“O objetivo é que cada instrutor se torne multiplicador da tecnologia, podendo difundir os conceitos, posteriormente, para milhares de pessoas em todo país. A Netafim é pioneira neste tipo de sistema e, por isso, levar o conhecimento de anos da empresa é uma oportunidade extraordinária”, reforça Cristiano Jannuzzi, gerente agronômico da Netafim.

Os participantes serão divididos em turmas de 20 pessoas. A primeira etapa do curso será teórica e acontecerá em Ribeirão Preto (SP), na sede da Netafim, com início no dia 23 de abril.

Na segunda fase, os instrutores serão organizados de acordo suas áreas de atuação, onde irão conhecer os projetos a campo. “O módulo dois será prático, então vamos distribuir a turma por regiões e direcionar aos coordenadores agronômicos da Netafim de cada estado, que darão continuidade ao treinamento direto da lavoura”, explica Jannuzzi. A etapa final acontecerá no segundo semestre de 2018.

A oportunidade possibilitará os instrutores conhecerem os conceitos de irrigação por gotejamento, que englobará técnicas de agronomia, engenharia, instalação de produto e suporte técnico. No Brasil a tecnologia vem crescendo especialmente pelos resultados positivos em produtividade e economia expressiva de água. Estima-se que a irrigação localizada possa reduzir até 30% o consumo de água e potencializar o rendimento das lavouras em diversas culturas.

Irrigação por gotejamento e o papel crucial na gestão da água

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O risco de falta de água é global. No Brasil recentes casos de crise hídrica em diversas regiões do país acenderam o sinal de alerta para o consumo consciente do recurso hídrico. Nesse cenário de falta de água a agricultura fica na linha de frente, colocada como a principal vilã e competidora quando o assunto é abastecimento.

O que muitos não sabem é que além da importância indiscutível da agropecuária no que tange a oferta de alimentos, o setor também já se mobiliza em torno da utilização sustentável do recurso. Produzir mais, em menos espaço e com pouca água é, atualmente, o grande desafio da agricultura, principalmente em regiões nas quais água e terra arável são escassas.

Seth M. Siegel, advogado e ativista ambiental norte americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado há pouco no Brasil, em entrevista recente a IstoÉ Dinheiro, afirmou que a sociedade precisa se preparar para escassez de água, e a agricultura tem um papel fundamental nesse futuro. Sem gestão adequada do recurso comunidades já sofrem com a falta da água, mas para que a água chegue a população e também abasteça o campo, é preciso a adoção de tecnologias que permitam produzir mais, com menos.

Foi justamente a necessidade de produzir alimentos com poucos recursos naturais que fez de Israel uma referência em gestão. A irrigação por gotejamento nasceu exatamente neste ambiente desértico, mostrando que é possível colher em terras originalmente secas. Para se ter ideia, o índice médio de chuva em Israel é de 600 milímetros por ano – no semiárido brasileiro, o índice é de 800 milímetros anuais. Na região sul, onde está o deserto de Negev, esse índice não chega a 30 milímetros/ano.

Assim, nasceu a israelense Netafim, pioneira na tecnologia de irrigação por gotejamento, com a missão de conduzir a adoção em massa das soluções de irrigação inteligente para combater a escassez de alimentos, água e terra. O objetivo inicial de ‘florescer no deserto’, se transformou em um grande legado de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente.

No Brasil, Embora o volume total de chuva seja favorável a produção agrícola, a sua distribuição ao longo dos meses não acompanha o ciclo das culturas e acaba faltando água justo nas horas mais importantes. Desse modo, a irrigação inteligente vem sendo cada vez mais adotada, tanto pela preocupação dos produtores em garantir abastecimento o ano todo, quanto pelo melhor aproveitamento das culturas quando se fala de produtividade.

Em 2015, a região sudeste vivenciou um dos piores racionamentos de água dos últimos anos. No Espirito Santo, principal região produtora de café conilon, produtores viram os cafezais desfolharem na seca, e a baixa produção levou o governo brasileiro a autorizar a importação de café para atender a demanda das indústrias de solúvel.

Dessa vez quem sofre é a região Centro-Oeste. Brasília e Goiás enfrentam a pior seca dos últimos 30 anos, e os governos locais já decretaram racionamento severo. Os produtores que não tem reserva, estão impossibilitados de cultivar no inverno e, na safra de verão, ficam reféns de chuvas escassas.

Diante dos riscos eminentes de falta de abastecimento, Seth M. Siegel, defende que a irrigação por gotejamento é a única opção para manter a produção de alimentos e garantir o fornecimento de água à população. “Na agricultura é preciso mudar para o sistema de irrigação por gotejamento. Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins, mas a realidade é que já existem tecnologias capazes de mudar a forma como lidamos com a água”, disse o ambientalista em entrevista.

Verdade que, diferente de Israel, o Brasil possui a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, é preciso considerar que nem sempre a maior concentração de água está localizada nas regiões populosas. “Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global. Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água. Se fizermos tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe”, destacou Siegel.

O Brasil possui uma vasta extensão de terra que podem ser aproveitas para o cultivo de alimentos. Mesmo nas regiões mais secas, o planejamento e a adoção das tecnologias certas, permitirão que o país avance como grande potência mundial na produção alimentos, e a irrigação inteligente é uma ferramenta fundamental para construção desse futuro.

Por Cristiano Jannuzzi, gerente agronômico da Netafim Brasil