Jardim no escritório: como construir um ambiente de criatividade e bem estar?

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Foi-se o tempo em que o ambiente de trabalho precisava ser opressor para extrair produtividade máxima de seus colaboradores. As rotinas altamente estressantes nunca se beneficiaram de locais de trabalho tensos e rígidos e, parando para pensar, demoramos para perceber isso. O bem estar no ambiente de trabalho só melhora a qualidade do próprio trabalho. Criar locais assim se tornou a meta de muitas empresas.

Em funções que exigem criatividade, ter locais que permitam o funcionário se sentir bem é primordial. Um bom jardim contribui muito para isso. De acordo com uma pesquisa realizada pela Winning With Talent, um ambiente agradável aumenta em até 65% o desempenho de um colaborador. A onda que começou com as empresas de tecnologia, como Google e Facebook, olhava especificamente para trazer diversão no trabalho, através de jogos, videogames, brinquedos, áreas de descanso. Essas são apenas algumas opções.

Uma enquete realizada com profissionais no LinkedIn mostrou que 77% das pessoas se sentem mais felizes em ambientes com obras de arte, por exemplo, e 74% delas se sentem mais inspiradas, 73% mais criativas, 37% mais relaxadas e 27% mais produtivas. Até as queixas de saúde diminuem. Quando falamos de ambientes verdes, uma pesquisa feita pela Universidade de Melbourne, na Austrália, apontou que observar durante 40 segundos uma paisagem verde, como um jardim, relaxa a mente, aumenta a produtividade e a concentração.

Além disso, tomar sol de 15 a 20 minutos ao menos três vezes por semana aumenta a absorção de vitamina D, que estimula o bem estar e revigora. As áreas verdes, ainda por cima, filtram o gás carbônico do ambiente, que em grandes quantidades causa sonolência e perda de concentração. As temperaturas do ambiente também se tornam mais agradáveis. Considerando que o paisagismo é acima de tudo uma expressão artística, criar uma área de relaxamento em meio à natureza, dentro de um escritório, tem inúmeras vantagens para os colaboradores da empresa.

É por isso que muitos prédios comerciais investem em jardins em suas áreas comuns. O bem estar dos funcionários significa maior produtividade e lucro para a companhia. A base para se construir uma empresa melhor começa justamente em sua instalação física. O ambiente dita muito do que se reflete no trabalhador, e é esse quem dita o sucesso da empresa.

Deixamos de ser a geração que aguarda o fim de semana para se sentir bem, que almeja a aposentadoria para relaxar. Queremos isso no cotidiano. A qualidade de vida em primeiro lugar. Alguns de nós aceitam empregos que pagam menos quando as condições de trabalho permitam que não nos sintamos “obrigados”, estressados, exauridos. O comprometimento com a empresa também ganha, porque ela se torna um ambiente desejável, e não mais obrigatório. O futuro, com certeza, é verde.

Fonte: Jornal Dia a Dia

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Seca requer atenção na manutenção dos jardins

Azaleia - ERICK PINHEIRO

A época de estiagem não interfere tanto na conservação dos jardins, mas alguns cuidados na estação que antecede a primavera são aconselháveis, exatamente pela escassez de chuvas e baixa umidade do ar. A orientação é de Elis Marina Gerotti, gerente da loja O Produtor Garden, especializada em flores e plantas em geral para jardinagem. Segundo ela, os cuidados são básicos, recaindo sobretudo na forma de se regar.

Elis Marina destaca que não há necessidade de se encharcar a terra: basta apenas mantê-la úmida. Ela comenta, inclusive, que em nenhum momento as plantas devem ficar encharcadas, pois isso pode colaborar para surgimento de doenças que podem comprometer a saúde das plantas.

Embora não seja algo obrigatório, uma dica prática é regar o jardim ou os vasos sempre pela manhã, para que a planta possa absorver a água no decorrer do dia. “Feito isso, o morador pode ficar tranquilo”, garante.

Mas há outras possibilidades para se manter as plantas hidratadas. Para os jardins grandes, o ideal é o sistema de irrigação — mas quem não possui essa estrutura, pode recorrer à mangueira uma vez ao dia que obterá o mesmo efeito.

Já para os vasos de flores, o gotejamento pode ser utilizado. Esses sistema é feito utilizando-se uma garrafa pet como base, com furos.

Elis Marina avisa, porém, que independente dos cuidados acima, no inverno as plantas tendem a ter uma aparência “menos bela”, mantendo-se como numa “dormência” à espera da primavera. Isso, segundo ela, faz parte do ciclo natural. Portanto, mesmo com a irrigação adequada, se a planta apresentar um aspecto um pouco “feio”, não é motivo para preocupação.

Outra orientação para manter jardins belos durante a estiagem é quanto à adubação — que não pode ser esquecida. Esta pode ser feita com humus de minhoca, terra vegetal (terra preta adubada), ou com esterco de gado (chamada de “natural”). Já a adubação em vasos deve ser feita sempre com humus de minhoca.

Plantas indicadas 

Manter as flores e plantas adequadas em cada tipo de ambiente também faz parte do processo de cuidados, embora independa da estação climática. Por isso, antes de preparar um jardim ou querer enfeitar a residência com flores em suas dependências internas, é preciso saber quais são as “de sol”, e quais são “de sombra”.

Palmeira Ráfis - ERICK PINHEIROPalmeira Ráfis – ERICK PINHEIRO

Algumas das flores de sol são a exora, a lantana, a begônia, e a manacá da serra. Entre as plantas de sol estão a cica, buchinho, palmeira ráfis, palmeira areca bambu, e a azaléia — que embora seja de sol, floresce mais no inverno.

Manacá da Serra - ERICK PINHEIROManacá da Serra – ERICK PINHEIRO

Entre as flores de sombra conhecidas estão o lírio da paz, o antúrio e as orquídeas. E, alguns exemplos de plantas de sombra são a palmeira ráfis, a ficus lyrata, e a pacová.

Antúrio - ERICK PINHEIROAntúrio – ERICK PINHEIRO

Elis Marina reforça, no entanto, que embora os tipos próprios de sombra não sofram tanto com o inverno e a consequente seca, os cuidados devem ser os mesmos: nunca deixe a terra encharcada e mantenha a adubação mensalmente.

Lírio da Paz - ERICK PINHEIROLírio da Paz – ERICK PINHEIRO

Fãs dão suas dicas para manter as plantas sempre bonitas 

Admiradores de flores e folhagens dizem que as mantêm bonitas, mesmo em época de estiagem, sem grandes dificuldades. Para isso, ensinam, as regam constantemente, e também as adubam. Porém, para o resultado esperado, é preciso saber qual a característica de cada flor e planta, para que sejam cuidadas em locais adequados.

Washington rega os antúrios e gerânios em dias alternados - FÁBIO ROGÉRIO

Washington rega os antúrios e gerânios em dias alternados – FÁBIO ROGÉRIO

Com o conhecimento adquirido na prática e por meio de pesquisas, o técnico de radiologia Washington Roberto dos Santos mantém antúrio e gerânio, flores típicas de sombra, em seu corredor interno, as molhando em dias alternados. Ele salienta, porém, que no vaso de gerânio a água é colocada somente na terra, mas que o antúrio, por sua vez, gosta de ser molhado diretamente. A adubação é feita a cada 20 dias, aproximadamente.

Helena plantou seus antúrios e mil cores em terra adubada - FÁBIO ROGÉRIOHelena plantou seus antúrios e mil cores em terra adubada – FÁBIO ROGÉRIO

Também fã de antúrio, a dona de casa Helena Biazotto Pereira mantém essas plantas inclusive na parte interna de sua casa. Ela também tem plantada a mil cores, igualmente adaptada à sombra. Helena conta que as rega constantemente. No entanto, como as plantou, há cinco meses, já em terra adubada, não precisou mais promover adubação.

A dona de casa Zilda Antunes Amorim mantém um jardim na parte frontal de sua residência com as flores bico de papagaio e as plantas azaleias, ambas de sol. Ela afirma que a falta de chuva a obriga a regá-las até duas vezes na semana. Outra medida adotada por ela é a da poda, feita sempre por um jardineiro.

Fonte: Jornal Cruzeiro

Estiagem: qual é a importância do jardim em tempos de seca?

As estações mais frias do ano são, também, as mais secas, no Brasil. Nesse ano, enfrentamos temperaturas mais altas, aliadas a esse ar seco. A estiagem que já vem de meses, já tornou caótica a situação em cerca de 10 estados, colocando 821 cidades em situação de emergência. Há um aumento alarmante da seca. O número de cidades afetadas foi de 598 para mais de 800 em questão de dias (entre 26 de junho e 05 de julho). São 37% a mais de seca no país.

Este já é um dos invernos mais secos que vivemos, e não há previsão de melhora, pois segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma massa de ar seco impede a formação de nuvens em grande parte do país, e isso deve durar até setembro, no mínimo. Dada a situação, pode até parecer supérfluo falar sobre jardins, porém é aí que a maioria das pessoas se engana. Em tempos de seca não precisamos só de água, mas também de um ar mais úmido.

A qualidade do ar cai muito na estiagem, e a falta de árvores em regiões urbanas, mais a ausência de chuva, aumentam o risco de doenças respiratórias, além de mal estar, provocados pelo ar seco. Nessas horas, é que ter um jardim em sua residência é crucial. O jardim possibilita um ambiente melhor para respiro, o que gera um sono melhor, bem estar e saúde, dentro das residências. É a época do ano em que mais um jardim se faz necessário, pois sua beleza significa saúde.

Para a maioria, a estação significa a morte dos jardins, ou um gasto imenso com água para tentar mantê-lo vivo, e quando racionamentos são anunciados, é justamente a fonte de ar limpo a primeira a ser cortada. Há peso no bolso e na consciência, já que racionamento é uma realidade brasileira. Porém, não precisa ser assim. É possível se preparar para manter o jardim saudável e bonito o ano todo, e acima disso, ser sustentável.

Nos Estado Unidos, há uma cultura muito grande do cultivo de jardins. O Brasil ainda está descobrindo os benefícios de se ter uma casa com um espaço dedicado às plantas e, por isso, a maioria das pessoas não está familiarizada com o uso de irrigação se utilizando da água da chuva. Basicamente, o que acontece é que em tempos de chuva, o jardim é irrigado naturalmente. Contudo, muita água poderia ser armazenada para o próprio uso do jardim, e é isso que alguns sistemas de irrigação fazem.

A água excedente é captada e armazenada e, como a irrigação é feita por gotejamento, ela não só dura, como destina apenas as quantidades ideais de água para cada tipo de planta, conforme sua necessidade. A água armazenada será utilizada pelo resto do período do ano onde há estiagem, e haverá uma garantia de que cada planta receberá  apenas o necessário. Além disso, se a água armazenada acabar, o sistema por gotejamento permite que apenas uma parcela muito pequena de água seja usada do abastecimento municipal.

Isso respeita racionamentos, moral e financeiramente. É tudo questão de uma tecnologia que ainda não é tão comum no nosso dia a dia. O melhor é que o sistema irriga de forma automática, impedindo gasto de tempo e ainda capta a quantidade de umidade do solo, indicando quando há realmente a necessidade de irrigar ou não. Uma das tecnologias mais recentes, permite que esse controle seja feito via aplicativo de celular, além de coletar dados meteorológicos sobre eminência de chuva, da internet, analisando a real necessidade de irrigação naquele momento. Há o cancelamento da irrigação em caso de chuva.

Tanto sensores de umidade, de análise meteorológica e o gotejamento, evitam desperdício, e protegem as plantas, que precisam de uma quantidade específica de água para se manterem vivas sempre. Em outros locais, como na Califórnia, há uma preocupação maior com jardins, pois é mais comum ter essa área nas residências. As pessoas são muito conscientes sobre a quantidade de chuva que possuem, e o que é preciso para gastar o mínimo possível de água dos reservatórios públicos.

Está mais do que na hora de tornarmos essa prática algo comum por aqui. Não é preciso abrir mão de uma área de lazer, conforto, e acima disso, saúde. É preciso apenas começar a lidar melhor com a realidade hídrica do nosso país. Na região Sudeste, por exemplo, temos possibilidade de usar somente água da chuva em reserva por cerca de oito meses. É quase um ano inteiro.

O preparo compensa quando ganhamos a vantagem de um ar mais úmido justo quando mais precisamos, já que as plantas filtram o CO2, liberando oxigênio e umidificando a área. A solução é simples e a relação custo benefício é imensa, pois em menos de um ano a economia gerada com água garante o retorno sobre o investimento em um sistema que não irá se desgastar ou mesmo requerer manutenção por anos.

Além da conscientização sobre a realidade hídrica, a solução está em conhecer as possibilidades práticas e tecnológicas. Não é preciso abrir mão de seu jardim no inverno, basta se preparar para a chegada do tempo seco, o ano todo.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.

Sobre a Regatec:

(11) 3648 5040 – www.regatec.com.br

A Regatec é uma empresa especializada em irrigação para paisagismo e campos esportivos. É a primeira empresa brasileira a se especializar em irrigação e automação por controle central, assim como foi a primeira distribuidora da marca Rain Bird, pioneira em irrigação de estágios, campos de futebol. Dispõe de know-how próprio, que faz adequação da cultura e dos produtos nacionais aos rígidos critérios internacionais para a total eficiência na irrigação

5 dicas essenciais para cuidar bem do seu jardim vertical

Um modo estratégico e lindo de adicionar mais verde aos ambientes, tanto internos como externos, é o jardim vertical. No embalo da tendência do Urban Jungle, os arranjos com folhas vistosas que sobem pelas paredes já enfeitaram vários projetos que passaram pelas páginas da Revista CASA CLAUDIA. No entanto, quando se trata de plantas “desafiando a gravidade”, muitas dúvidas podem surgir, e, frequentemente, elas impedem as pessoas de criarem, de forma prática e segura, o seu próprio jardim vertical em casa.

Os benefícios desse tipo de (jardim), são inúmeros. Entre eles, podemos citar o principal motivo pelo qual ele conquistou tantos amantes: não importa se você mora em um microapê ou em um sobrado com quintal, sendo posicionadas verticalmente, as plantas cabem em qualquer cantinho, e de quebra oferecem vida, cor e um charme inigualável. É até fisicamente perceptível: os vegetais são capazes de limpar o ar da casa, trazendo maior bem estar para os moradores.

Mas, afinal, como se faz para cuidar direitinho do jardim vertical? Como manter as folhas verdinhas e saudáveis por bastante tempo? Tire suas principais dúvidas com essas 5 dicas certeiras:

1. Escolha a espécie adequada

Antes de pensar em qual plantinha você quer ter, pense no local e em como você pretende instalar o seu jardim vertical. As espécies para este tipo de arranjo se dividem em três categorias: sol plenomeia sombra e sombra. As de sol pleno gostam de receber luz diretamente, quando os raios solares estão mais fortes (como aspargos, russélias e lambaris), e as de meia-sombra, preferem o sol de fim de tarde (como samambaias, bromélias e peônias).

Analise a luminosidade do local em que você mora antes de se decidir por uma espécie, sem se esquecer de pesquisar as particularidades da planta escolhida!

2. Acerte na irrigação

Esteja sempre atento à irrigação – o certo é manter o substrato úmido e fresco. Para não errar na mão, siga o esquema de duas regas por semana no verão, e uma no inverno. Utilize um borrifador para molhar o substrato. Em casos de projetos de jardins verticais muito grandes, o sistema de irrigação automatizadoé o mais recomendado. Considere, na escolha das plantas, a disponibilidade de água e a frequência de irrigação possível, assim você não corre o risco de plantar bromélias onde provavelmente só poderiam viver cactos!

3. Faça podas de crescimento

Fundamentais para este tipo de arranjo, as podas devem ser feitas periodicamente, tirando galhos e folhas secas e doentes ou ramos que se cruzam ou raspam um no outro. Isso vai estimular e até orientar o crescimento saudável das plantas, deixando seu jardim ainda mais lindo

4. Atenção para o substrato especial

Para garantir que as plantas fiquem vivas e se adaptem bem à uma estrutura vertical, um substrato especial deve ser utilizado no lugar da terra convencional. Prefira substratos de boa qualidade, como à base de fibra de coco ou com turfa importada. É bem difícil acrescentar ou repor o subtrato nesses jardins, e esses materiais possuem maior durabilidade.

5. Adubação

adubação faz par com a irrigação – nesse caso, é impossível dissociá-las. Aplique os nutrientes (você encontra em supermercados ou floriculturas) no borrifador junto com a água. Como a rega, a liberação do adubo deve ser lenta e em poucas quantidades. Você também pode optar por substratos que já vêm com adubo que liberam aos poucos quantidades pequenas de fertilizante quando entram em contato com a água.

Fonte: Casa Claudia

Hidrosense apresenta solução para irrigação de jardins verticais

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Os ambientes que possuem área verde hoje são cada vez menores e o jardim vertical tornou-se uma febre atualmente. Por ocuparem menos espaços,  permitem o verde fazer parte de casas, escritórios e até bares, além de auxiliar na diminuição dos efeitos da emissão de carbono e manter mais amena a temperatura do ambiente.

Para manter as plantas em dia, deve-se ter muito cuidado com a irrigação e drenagem dos vasinhos, verificando se o solo não está muito encharcado ou muito seco. A maneira mais fácil de manter esse jardim sempre em dia é com o controlador autônomo de irrigação da Hidrosense, o chamado MRI.

O funcionamento do MRI está associado a sensores de umidade de solo, chamados de tensiômetros a gás ou Irrigás, tecnologia desenvolvida e patenteada pela EMBRAPA e usada exclusivamente pela Hidrosense. Seu funcionamento automático repõe a exata quantidade de água que a planta demanda, ou seja, não tem intervenção manual. A irrigação fica no “piloto automático”.

Com o MRI ainda há possibilidade da leitura precisa da umidade do solo ou do substrato a ser usado na planta, registro eletrônico de todos os dados de leitura e gerenciamento em tempo real via WEB.

“Esta tecnologia supera com vantagens qualquer outra no mercado oferecendo um equipamento robusto, preciso e fácil de operar, facilitando a vida das pessoas e mantendo a qualidade das plantas”, revela Enison Pozzani, diretor da Hidrosense.

O MRI pode ser usado em qualquer tamanho de jardim vertical e até mesmo em vasos, bandejas, mudas e tubetes.

Para mais informações, visite: http://www.hidrosense.com.br

 

Fonte: Agrolink com informações de assessoria