Cooperação técnica entre Mapa e Codevasf visa apoiar produção irrigada

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Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), nesta segunda-feira (13) visa apoiar a produção em projetos públicos de agricultura irrigada.

O acordo foi assinado pelo ministro interino do Mapa, Eumar Novacki, e pelo presidente da Codevasf, Antonio Avelino Neiva. No âmbito do Mapa, a execução cabe à Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e Cooperativismo, com foco na difusão de tecnologias sustentáveis de irrigação e drenagem entre agricultores das áreas de atuação da companhia.

Pelo prazo de cinco anos, o termo deverá assegurar o fortalecimento de organizações de produtores, visando a autossustentabilidade, assim como, práticas do associativismo e de cooperativismo.
Plano de trabalho para execução do termo de cooperação prevê infraestrutura técnico operacional e apoio a arranjos produtivos locais, incluindo ações para integração e aprendizagem.

Fonte: Grupo Cultivar

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Grupo invade fazendas e destrói sistema de irrigação no oeste da Bahia

Um grupo com mais de mil pessoas ocupou duas fazendas da cidade de Correntina, no oeste da Bahia, e chegou até a tocar fogo no galpão de uma delas, em protesto contra o tipo de irrigação que é feito nessas fazendas.

Segundo os manifestantes, a irrigação está secando o rio e provocando queda de energia. Em nota, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia diz que apoia manifestações, mas sem atos de vandalismo. A entidade ainda informou que o protesto não tem embasamento técnico, já que a falta de água está ligada ao clima na região.

Pela tarde, os manifestantes se concentraram na entrada da cidade e fizeram novos protestos. Após terem garantia da PM de que ninguém seria preso, eles encerraram a manifestação por volta das 17h. As fazendas também foram desocupadas.

Veja a notícia na íntegra no site do G1 BA

Nota da Abapa:

Rio Arrojado está com a vazão normal para período do ano e nunca teve riscos de seca

A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) lamenta o ato de destruição e vandalismo ocorrido nesta quinta-feira (2) na Fazenda Iragashi, no Distrito de Rosário, em Correntina. A entidade entende como legítima manifestações pacificas que não infrijam a legislação penal vigente com atos de invasão e depredação de patrimônio, sejam eles público ou privado.

A entidade acredita que muito dos manifestantes podem estar sendo incentivados, de forma inconsequente, por lideranças que se recusam a dialogar ou se inteirar dos fatos científicos e das leis que autorizam os mais diversos usos das águas, incluindo para a irrigação, por meio da autorização do órgão ambiental, mais conhecida como outorga.

O rio Arrojado, causa da manifestação e da violência na Fazenda em Correntina, está com a vazão normal para este período do ano e nunca teve riscos de seca. Antes de serem levados ao ato de destruição, os representantes do movimento deveriam avaliar de forma objetiva qual o verdadeiro uso das águas para a Irrigação.

Para a Abapa, o ato de vandalismo descorre do desconhecimento dos fatores climáticos e dos processos de produção agrícola no oeste da Bahia. Primeiro, em novembro, tem início as primeiras chuvas, retomando gradualmente o nível das águas; depois de longa estiagem, o que deixa naturalmente reduzida a vazão dos rios. Em segundo, nos meses de agosto, setembro e outubro, as fazendas estão em período de vazio sanitário, ou seja, sem produção agrícola. Somente com as primeiras chuvas que os agricultores começam o plantio das culturas de sequeiro, ou seja, sem uso de água.

Do total de 2,2 milhões de área plantada, 160 mil são irrigados. Ou seja, somente 8% é irrigado. De toda forma, aqueles que utilizam sistemas de irrigação na produção passam por rigorosas concessões do uso da água pelos órgãos ambientais e por renovação da licença e fiscalização periódicas. Ao entender a importância da água e dos custos envolvidos na irrigação, os agricultores trabalham com equipes técnicas capacitadas que minimizam as perdas, utilizando a água de forma racional e eficiente.

Pesquisas recentes da Embrapa Monitoramento de Satélite e por meio de informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR), os agricultores vem respeitando a legislação e preservando 26% da área nativa de todo o território nacional. Na Bahia, segundo dados do Cadastro Florestal de Imóveis Rurais (Cefir), 9,1 milhões de hectares inseridos no bioma cerrado na região, 4,5 milhões estão conservados e 3,1 milhões são produtivos. Ou seja, existem mais áreas preservadas do que em produção. Da área nativa preservada estão principalmente a vegetação das margens de rio e nascentes. Mais do que respeitar a legislação, os agricultores estão mobilizados e estruturados para utilizar, quando necessário a água de forma racional, e proteger os recursos hídricos.

De forma científica, os agricultores também estão empenhados em entender como funciona o Aquífero Urucuaia. Eles estão financiando uma pesquisa, realizada em parceria entre os pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV), de Minas Gerais, e da Universidade Federal de Nebraska, dos Estados Unidos, com o objetivo de quantificar a disponibilidade da água e sua importância para os múltiplos usos nas bacias do Rio Grande e Corrente, no oeste da Bahia, o que garante a segurança hídrica para manter a irrigação e, consequentemente, a produção sustentável de alimentos.

Os agricultores baianos estão cientes das suas obrigações com o meio ambiente e vem inserindo a variável da sustentabilidade em toda as fases da produção. E, por isto, adota modelos que associam os desafios de produção, cumprimento legal e boas práticas agropecuárias, com manejo adequado do solo e da água e gestão de resíduos. A Abapa e demais entidades da agricultura estão abertas ao diálogo na tentativa de desconstruir preconceitos que de forma inconsequente e irresponsável vilanizam os agricultores e os colocam de forma errada em contraponto ao meio ambiente.

Moradores de Correntina-BA invadem fazenda em protesto ao grande número de irrigação na região

Circulam nas redes sociais fotos e vídeo de invasões que teriam ocorrido nesta quinta-feira (02) em fazendas no município de Correntina-BA. As primeira informações dão conta de que cerca de 500 pessoas, em mais de 10 ônibus, carros e caminhões quebraram a porteira da fazenda e tocaram fogo na sede da propriedade, galpões com  tratores , pulverizadores e outros equipamentos.

Mas o objetivo principal dos invasores seria a destruiçao de bombas de pivós, que fazem retirada da água do rio que corta a cidade de Correntina. A agricultura irrigada da região estaria sendo responsabilizada pela seca.

Segundo um blog de notícias da região “macaunbenselife “,  o grupo pertence a um movimento comunitário de Correntina, ainda não identificado. Eles se auto-denominaram moradores da Comunidade Ribeirinha do Rio Arrojado.

A reportagem veiculada pelo Jornal “O Expresso” de Correntina , destaca que os integrantes do movimento querem coibir a retirada de águas dos rios  pelos grandes projetos de irrigação da região. Uma das fazendas invadidas é conhecida como Igarashi e a outra como Curitiba.

A Fazenda Igarashi detém outorga de água (autorização para explorar) para irrigar uma área de 2.530 hectares com o volume de 180.203 metros cúbicos/dia. A autorização é de 32 pivôs de água superficial (retirada diretamente do Rio Arrojado).

As representações questionam a forma que as liberações de outorgas tem sido feita, sem discutir com a população, e sem nem um tipo de  estudo sério sobre a situação da região, que é berço das águas de um dos principais rio do Brasil, o Rio São Francisco.

Antes da invasão:

Depois da invasão

Agricultura biossalina permite usar água salobra na irrigação de pequenas áreas

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A água é fundamental pro sucesso de qualquer atividade agropecuária. Imagina então, como os produtores do sertão do Nordeste sofrem com a falta dela. O Globo Rural mostrou uma tecnologia que pode ajudar muitos agricultores a continuar trabalhando, mesmo nos períodos de seca prolongada.

Quem vive e produz no semiárido nordestino sabe que a seca faz parte do clima desse pedaço do Brasil. Em geral, nos anos normais, chove apenas três, quatro meses por ano. Mas de tempos em tempos, a seca se prolonga.

A chuva irregular faz com que água seja um bem precioso e raro. Os agricultores sertanejos estão sempre em busca de alternativas para continuar trabalhando nos períodos de seca. Mas encontrar água no subsolo nem sempre resolve o problema.

Uma estimativa feita Embrapa mostra que há, pelo menos, 200 mil poços perfurados em todo semiárido nordestino. Mas a maior parte dessa água não vem sendo usada por causa da qualidade. É uma água salobra – com sal.

O agrônomo Tony Jarbas é doutor em solos e pesquisador da Embrapa semiárido, em Petrolina. Ele explica que a presença de sais na água se deve à formação geológica dessa região. “São rochas cristalinas e essas rochas contêm na sua estrutura cristalográfica cloretos e elementos químicos que levam a formação de sais. Então, quando essa água entre em contato com essas rochas, que o intemperismo se inicia, esses sais são liberados e vão ficar nessas águas subterrâneas em todo semiárido.”

A água salobra é composta por diversos tipos de sais, como o cloreto de sódio, que tem no sal de cozinha, além de cálcio, magnésio e potássio, por exemplo. O gosto é bem ruim, às vezes não dá nem para beber. Em geral os animais tomam, mas se o teor de sódio for alto, isso pode trazer sérios problemas de saúde para o rebanho. O uso dessa água na irrigação de lavouras é uma grande ameaça para o meio ambiente.

“Quando a gente tem uma água rica em sódio, por exemplo, e a gente usa essa água como fonte de irrigação, a gente está levando para o solo esse sódio. E qual é o efeito desse sódio? Ele entra no solo e começa a quebrar os agregados. Ele tem um efeito de dispersão das argilas do solo. E aí, essa argila dispersa, ela migra em profundidade e acaba entupindo os poros do solo. Por isso que a gente acaba tendo um efeito de compactação. E aí, indiretamente, além de ser feito de compactação, um efeito de erosão do solo. Porque quando chove a água não consegue infiltrar e ela acaba erodindo. Então, escorrendo sobre a superfície e carregando a camada superficial. É um processo de degradação e desertificação”, explica a pesquisadora da Embrapa Diana Signor.

A água não é a ideal, mas é a que tem. Por isso, a Embrapa criou um grupo de pesquisa que está adaptando às condições do Nordeste, uma técnica já usada em outros países: a chamada agricultura biossalina. Como conta o zootecnista Gherman Araújo, coordenador do grupo: “a agricultura biossalina é uma alternativa de cultivo, é uma alternativa de agricultura, onde se tem como base o uso de águas com certos teores de sais. É uma agricultura que tem sido utilizada desde da década de 50, onde a disponibilidade de água doce é extremamente restrita. Então, essas águas com certos teores de sais, uma vez utilizadas com critérios, podem se tornar uma excelente alternativa de produção.”

A ideia é trabalhar em pequenas áreas, destinadas à produção de forragem pra alimentação animal. O sistema deve seguir três regras fundamentais: análise da água do poço que vai ser usado para determinar a quantidade e os tipos de sais que ela contém; conhecer muito bem o solo que vai ser irrigado; escolher culturas adequadas pra cada situação.

A Embrapa vem testando algumas plantas em um campo experimental. Gherman Araújo explica que as plantas recomendadas para o sistema de agricultura biossalina devem ser as halófitas. “São aquelas plantas que toleram sais, que são resistentes aos sais. A planta mundialmente reconhecida como obrigatoriamente halófita é a erva-sal ou atriplex nummularia. Essa precisa, inclusive, de sódio para o seu crescimento.”

A erva-sal tem mais de 20% de proteína. Por isso, pode ser usada como forrageira. “A proteína, na verdade, é o nutriente mais importante, mais rico e, digamos, mais caro no processo de formulação de uma dieta para os animais. Então, essa planta tem importância enorme para o nosso semiárido também”, completa o zootecnista.

A Embrapa também está testando plantas já conhecidas e cultivadas por muitos agricultores sertanejos, como a gliricídia e a palma forrageira. Os testes também mostraram bons resultados com sorgo, moringa, leucina e palma.

A palma, além de forrageira para matar a fome dos animais, é também uma fonte de água, que pode ser usada para matar a sede do rebanho. A planta é uma produtora de água. Ela tem 90% de água e 10% de matéria seca.

Para conseguir bons resultados é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é associar a irrigação com uma adubação orgânica. Quanto menos água salgada for para o solo, melhor. Por isso, os pesquisadores estão trabalhando para determinar qual o volume ideal de irrigação que cada planta precisa.

Mesmo com todo cuidado, essa água acaba salinizando o solo. Por isso, os pesquisadores estão desenvolvendo um sistema de manejo que ajuda a preservar a qualidade da terra. Funciona assim: o agricultor divide a propriedade em talhões. Escolhe um, instala a irrigação e faz o plantio. Periodicamente, a área tem que passar por uma análise de solo. Quando o teor de sal ficar crítico, o talhão tem que ser abandonado e o agricultor tem que mudar todo o sistema para outro e a terra vai descansar até baixar o nível de sal. O tempo varia de acordo com o tipo de solo e a quantidade de sais que ele absorveu. É um tipo de agricultura que casa muito bem com pequenos agricultores.

Fonte: Globo Rural

Irrigação por gotejamento e o papel crucial na gestão da água

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O risco de falta de água é global. No Brasil recentes casos de crise hídrica em diversas regiões do país acenderam o sinal de alerta para o consumo consciente do recurso hídrico. Nesse cenário de falta de água a agricultura fica na linha de frente, colocada como a principal vilã e competidora quando o assunto é abastecimento.

O que muitos não sabem é que além da importância indiscutível da agropecuária no que tange a oferta de alimentos, o setor também já se mobiliza em torno da utilização sustentável do recurso. Produzir mais, em menos espaço e com pouca água é, atualmente, o grande desafio da agricultura, principalmente em regiões nas quais água e terra arável são escassas.

Seth M. Siegel, advogado e ativista ambiental norte americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado há pouco no Brasil, em entrevista recente a IstoÉ Dinheiro, afirmou que a sociedade precisa se preparar para escassez de água, e a agricultura tem um papel fundamental nesse futuro. Sem gestão adequada do recurso comunidades já sofrem com a falta da água, mas para que a água chegue a população e também abasteça o campo, é preciso a adoção de tecnologias que permitam produzir mais, com menos.

Foi justamente a necessidade de produzir alimentos com poucos recursos naturais que fez de Israel uma referência em gestão. A irrigação por gotejamento nasceu exatamente neste ambiente desértico, mostrando que é possível colher em terras originalmente secas. Para se ter ideia, o índice médio de chuva em Israel é de 600 milímetros por ano – no semiárido brasileiro, o índice é de 800 milímetros anuais. Na região sul, onde está o deserto de Negev, esse índice não chega a 30 milímetros/ano.

Assim, nasceu a israelense Netafim, pioneira na tecnologia de irrigação por gotejamento, com a missão de conduzir a adoção em massa das soluções de irrigação inteligente para combater a escassez de alimentos, água e terra. O objetivo inicial de ‘florescer no deserto’, se transformou em um grande legado de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente.

No Brasil, Embora o volume total de chuva seja favorável a produção agrícola, a sua distribuição ao longo dos meses não acompanha o ciclo das culturas e acaba faltando água justo nas horas mais importantes. Desse modo, a irrigação inteligente vem sendo cada vez mais adotada, tanto pela preocupação dos produtores em garantir abastecimento o ano todo, quanto pelo melhor aproveitamento das culturas quando se fala de produtividade.

Em 2015, a região sudeste vivenciou um dos piores racionamentos de água dos últimos anos. No Espirito Santo, principal região produtora de café conilon, produtores viram os cafezais desfolharem na seca, e a baixa produção levou o governo brasileiro a autorizar a importação de café para atender a demanda das indústrias de solúvel.

Dessa vez quem sofre é a região Centro-Oeste. Brasília e Goiás enfrentam a pior seca dos últimos 30 anos, e os governos locais já decretaram racionamento severo. Os produtores que não tem reserva, estão impossibilitados de cultivar no inverno e, na safra de verão, ficam reféns de chuvas escassas.

Diante dos riscos eminentes de falta de abastecimento, Seth M. Siegel, defende que a irrigação por gotejamento é a única opção para manter a produção de alimentos e garantir o fornecimento de água à população. “Na agricultura é preciso mudar para o sistema de irrigação por gotejamento. Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins, mas a realidade é que já existem tecnologias capazes de mudar a forma como lidamos com a água”, disse o ambientalista em entrevista.

Verdade que, diferente de Israel, o Brasil possui a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, é preciso considerar que nem sempre a maior concentração de água está localizada nas regiões populosas. “Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global. Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água. Se fizermos tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe”, destacou Siegel.

O Brasil possui uma vasta extensão de terra que podem ser aproveitas para o cultivo de alimentos. Mesmo nas regiões mais secas, o planejamento e a adoção das tecnologias certas, permitirão que o país avance como grande potência mundial na produção alimentos, e a irrigação inteligente é uma ferramenta fundamental para construção desse futuro.

Por Cristiano Jannuzzi, gerente agronômico da Netafim Brasil

Agricultor muda sistema de irrigação e economiza água em plantação de bananas

Plantação passou por mudanças na irrigação

O agricultor Eugênio Oliveira, que mora na Zona Rural do município de Aparecida, Sertão paraibano, a 420 quilômetros de João Pessoa, mudou a foram de irrigação em sua plantação de bananas e vem colhendo diversos benefícios, além da diminuição drástica do consumo de água.

A mudança no sistema de inundação para irrigação localizada foi uma orientação de técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater).

Segundo o coordenador regional da Emater em Sousa, Francisco de Assis Bernardino, as principais vantagens e benefícios da mudança do sistema de irrigação é o aumento da produtividade da cultura, maior eficiência no uso da água e energia, com maior eficácia no controle de pragas e doenças.

O agricultor cultiva bananeiras em menos de um hectare de terra, tendo uma produtividade de 13 toneladas. Toda a produção é comercializada para o estado de Pernambuco, por meio de atravessador que vai buscar a banana na propriedade de Eugênio Oliveira.

Fonte: Portal Correio