Projeto de irrigação aumenta produção do plantio da cana

Resultado de imagem para cana de açucarMoacir dos Santos é um dos beneficiados pela implantação da irrigação no povoado  Palmeira Alta, em Penedo. Possui uma plantação de cana, com 12 hectares. O pequeno produtor foi o primeiro a implantar o projeto na região.

Ainda em fase de experiência seu Moacir usou a irrigação em um hectare de sua plantação de cana de açúcar. “A cana desenvolveu maravilhosamente bem. Está se desenvolvendo com mais força, eu acredito que vai ser recompensador, é muito trabalhoso, mas a produção multiplicou”, afirma.

A implantação da irrigação é durante o período da moagem, evitando o desperdício de água. O fornecimento de água é feito por um reservatório que chega até as mangueiras por gotejamento. O método, que utiliza linhas simples de canais de irrigação, situados acima do solo e que são posicionados na base de planta com distancia de um metro.

De acordo com o vice-presidente da cooperativa, Carlos Roberto Santos, o sistema tem capacidade de beneficiar mais produtores. A proposta é conseguir recursos para investir na ampliação de captação de água para a irrigação, aumentando a área de implantação do sistema. “Essa foi uma das pautas entregues à ministra da Agricultura Tereza Cristina aqui em Pindorama, no final de março. O sistema de irrigação vai incrementar a questão da produtividade na nossa região, tanto para cana-de-açúcar quanto para outras culturas”, explicou Carlos.

Para o produtor Moacir, que também planta banana e feijão, o uso da irrigação pode ajudar no desenvolvimento de outras culturas. Mas ele não abre mão do plantio da cana. “Nossa cultura principal aqui é a cana-de-açúcar. Depois que começamos com a cana, a nossa cooperativa só cresceu. A cana é o nosso sustento, as outras culturas é só um complemento”, finaliza Moacir.

Fonte: Cooperativa Pindorama
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Técnicas sustentáveis de plantio preservam o solo e aumentam rendimento da produção

Fonte de alimentos, nutrientes, água e diferentes formas de vida, o solo é um dos recursos naturais que mais tem sofrido com a degradação causada por uso inadequado. Problemas como erosão, perda de matéria orgânica e de biodiversidade desafiam produtores e especialistas a desenvolver técnicas sustentáveis de plantio e manejo para preservar os diferentes tipos de solo do país.

Nesta segunda-feira, 15 de abril, é celebrado o Dia Nacional de Conservação do Solo. A data foi instituída pela Lei Federal 7.876/1989 como homenagem a Hugh Hammond Bennett, considerado o pai da conservação do solo nos Estados Unidos. O objetivo é promover uma reflexão sobre a necessidade de utilizar o solo de forma adequada e sustentável.

Estudo da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) mostra que mais da metade do solo da América Latina sofre algum tipo de degradação. No mundo, o percentual de degradação é de 33%. Os prejuízos mais evidentes são a compactação da terra, que agrava os impactos de enchentes, a perda de fertilidade e a menor captação de carbono da atmosfera.

Segundo Maria de Lourdes Mendonça, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Cocais) e que integrou o Painel Intergovernamental de Solos da ONU, os solos brasileiros também estão sofrendo com degradação de diferentes tipos.

“Não é só erosão, é salinização, poluição, perda de nutrientes, acidificação. Por exemplo, se você cultiva e não faz uma adubação orgânica mineral, só retirando, sem repor, o sistema não fica em equilíbrio. Quando produz um alimento, você retira nutrientes do solo. E o desequilíbrio criado é um tipo de degradação”, explica.

A especialista pondera que a evolução da agricultura brasileira tem proporcionado o desenvolvimento de boas práticas, como cultivo em rotação de culturas, plantio direto, Integração Lavoura Pecuária e Florestas, fixação biológica de nitrogênio, entre outras. Algumas dessas práticas também ajudam a reduzir o volume de insumos e defensivos aplicados.

O Brasil tem seguido as recomendações do manual voluntário de práticas sustentáveis de manejo do solo, criado no âmbito da Aliança Global pelo Solo, segundo o especialista em ciência do solo, Jefé Leão Ribeiro, integrante da Coordenação de Conservação do Solo e Água, da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“O Brasil sofre dos mesmos problemas globais. Com certeza há problemas de degradação, mas temos um diferencial, porque os sistemas produtivos fomentados pelo governo são sustentáveis. Agora, tem que ampliar o alcance das boas práticas”, disse Ribeiro.

Na Fazenda Amigos do Cerrado, sistema agroflorestal tem contribuído para manter o solo equilibrado 

Coberto e conservado

O principal cuidado a ser adotado para preservar o solo é protegê-lo da exposição à chuva, vento e produtos que levam à perda de matéria orgânica e à redução da capacidade de cultivo. “Se a gente não conservar os solos, não vamos ter a produção de alimentos de que necessitamos para a população em crescimento”, comenta Maria de Lourdes.

O engenheiro agrônomo Maurício Carvalho, que também integra a Coordenação de Conservação do Solo e Água do Mapa, reforça que a cobertura do solo, seja com palha ou capim, é essencial quando se trata de conservação. “É preciso manter o solo coberto para permitir a reciclagem de nutrientes”, explica.

Foi com esse objetivo que, há cinco anos, a fazenda “Amigos do Cerrado”, situada no Núcleo Rural Casa Grande, em Ponte Alta do Gama, a cerca de 50 km do centro de Brasília, fez a opção por um sistema de plantio orgânico seguindo os princípios de uma floresta de alimentos.

O carro chefe da produção da fazenda é a fruticultura, com destaque para o limão e a mexerica. Por semana, a fazenda comercializa em média cem caixas com duas toneladas de frutas orgânicas para grandes redes de supermercado e indústrias de sucos naturais.

Junto com o limão e a mexerica são plantados mandioca, banana, eucalipto e mogno. Em alguns pontos, também foram plantadas espécies nativas do cerrado, como baru, e frutos típicos de outras regiões, como o avocado.  A fazenda usa capim para proteger as leiras (sulcos) onde são plantadas as sementes. Todo tipo de material orgânico é utilizado para reforçar a cobertura do solo, inclusive restos de poda da cidade que iriam para o lixo. “A gente chega a utilizar 140 toneladas de material para cobrir a leira”, explica Raul Monteiro, engenheiro agrônomo e responsável técnico da fazenda.

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Equipe do Mapa visitou a fazenda um dia depois de um temporal e não havia nenhum sinal de terra arrastada pela água da chuva. Embaixo da cobertura de capim, roçado seis vezes por ano, a presença de muitas minhocas e outros animais indicam a alta fertilidade da terra.

Para imitar um ambiente florestal, foram intercaladas aos pés de limão e mexerica outras plantas de maior porte, como eucalipto e bananeiras, que dão sombra, geram insumos e reservam água. O objetivo é que o sistema seja autossustentável e que produza mais recursos do que consome.

“Aqui é um sistema agroflorestal mais voltado para agricultura sintrópica, onde misturamos uma diversidade de plantas, que têm raízes diferentes e emitem seiva para os micro-organismos do solo, permitindo a infiltração da água. Esse solo se torna uma esponja, uma caixa d’água, que vai alimentar o lençol freático e o rio”, explicou Carvalho.

Pedro Monteiro Filho relata bons resultados a Maurício Carvalho, que integra a Coordenação de Conservação do Solo e Água do Mapa

A técnica de plantar diferentes culturas e proteger o solo permite que, mesmo no período de estiagem, o solo continue úmido e não necessite de irrigação diária com a água do poço.

“Eu costumo falar que se você planta banana, você planta água. Na seca, eu exploro a banana e uso como adubadeira. No auge da seca, eu molho por 20 minutos cada ramal por semana”, comenta Pedro.

Buscando viabilidade econômica, a escolha da fazenda Amigos do Cerrado pela variedade de plantas trouxe ainda o benefício de afastar o ataque de pragas e doenças. Antes, a área da fazenda servia apenas para plantio convencional em larga escala de milho e mandioca e boa parte do custo de produção era para comprar defensivos químicos.

“Eu não quero nem pensar naquele tempo, porque eram 150, 200 litros de agrotóxico. No convencional, a gente trabalha com o solo pelado, explorando o solo. Aqui estamos protegendo o solo e conseguindo mais matéria orgânica. Isso significa custo mais baixo e benefício pra terra. Hoje, rende mais pra gente e sem contar o privilégio de trabalhar numa área dessa e a qualidade de vida”, comemora Pedro Monteiro Filho, gerente da Fazenda.

A estratégia de mesclar as culturas também colabora para o surgimento de novas plantas no ambiente, além de diversificar a renda da propriedade. Apesar de ser uma agrofloresta urbana para larga escala, também pode ser replicável na agricultura familiar.

“É um sistema que com potencial muito grande para ajudar a agricultura familiar. Isso aqui é solução para conservação de solo, de água, diversidade e fontes de renda diversas”, comentou Carvalho.

O trabalho da fazenda é desenvolvido com apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A fazenda promove visitas guiadas para compartilhar experiência e as conquistas com o novo sistema e almeja dobrar a área de produção este ano.

Produção na Fazenda Amigos do Cerrado, que adota técnicas de proteção do solo

Integração Lavoura e Pecuária

No interior do Maranhão, outra técnica tem feito a diferença no uso do solo. Em parceria com a Embrapa Meio Norte, a Fazenda Santa Luzia, situada em São Raimundo das Mangabeiras, adota a chamada Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILFP) há mais de anos. Desde que iniciou o processo, a fazenda, que planta basicamente milho e soja, aumentou o percentual de matéria orgânica do solo e aumentou em pelo menos 50% a produtividade.

Basicamente, a prática consiste em fazer o rodízio de diferentes culturas e intercalar os espaços de pastagem do gado com capim braquiária, que forma uma palhada e protege o solo da ação degenerativa. No último veranico que atingiu a região, em que se passaram 32 dias sem chuva, a palhada evitou prejuízos.

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“Quando colhe o milho, a braquiária já está grande, aí a gente traz o gado. A palhada traz benefícios para o solo e para os animais. Tem sempre capim para o animal em época de escassez e o solo não fica exposto. Quando vem o próximo plantio, a semente aguenta mais, retém umidade e germina”, explica a técnica agropecuária da fazenda, Marcileia Guimarães.

A fazenda adota a integração na área total de seis mil hectares e se tornou referência na técnica na região. Atualmente, está desenvolvendo de forma mais intensa a pesquisa na área de floresta, plantando eucaliptos e outras árvores que fazem sombra ao redor das palhadas para evitar que o solo e os animais fiquem expostos ao sol.

O grupo também tem feito, em parceria com a Embrapa, cruzamentos de várias raças de boi para chegar ao chamado ‘boi tropical’, que é mais adaptado às pastagens naturais da região Nordeste e não degrada tanto o solo, pois consome menos recursos. “O boi tropical tem rusticidade, precocidade e outras características, come de tudo e não precisa de um pasto especial”, explicou a técnica.

Mapeamento

Um dos maiores gargalos do Brasil para garantir o cuidado mais efetivo do solo é a ausência de um levantamento detalhado sobre as características do território brasileiro. Segundo pesquisadores da área, a falta de dados sobre o recurso natural dificulta a formulação de políticas de conservação e recuperação de áreas degradadas.

Em terreno fértil há a presença de minhocas, retenção de água e de nutrientes

“As escalas de conhecimento do nosso solo estão muito defasadas. Nós precisamos de informações mais detalhadas para tomar decisões mais acertadas a respeito do uso, manejo e conservação. O conhecimento é a base da conservação. Em conhecendo os solos, você pode definir o que é melhor para a agricultura, para a paisagem, para conservação”, afirma Maria de Lourdes Mendonça, pesquisadora da Embrapa.

Para preencher essa lacuna, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) trabalha para acelerar o Programa Nacional de Solos (Pronasolos). Liderado pela Embrapa Solos e composto por várias instituições de pesquisa, o programa tem como objetivo desenvolver no prazo de 30 anos um mapeamento que permita conhecer as propriedades do solo, as suas aptidões e os principais riscos a que está exposto.

“Os Estados Unidos, que são nossos concorrentes na balança comercial, já têm isso há muito tempo. Eles conhecem seus solos na escala de um para 20 mil, enquanto que no Brasil nós não temos nem uma escala de um para 100 mil. Ou seja, eles têm informações de solos cinco, dez, cem vezes mais detalhadas do que nós temos, dependendo da região”, comenta a pesquisadora.

Segundo a Embrapa, menos de 5% do território brasileiro conta com mapas de solos em escala de um para 100 mil ou maior. Em alguns estados brasileiros, como o Paraná, já é possível acessar dados sobre o solo na escala de 1 para 25 mil. Mas, na região Norte, por exemplo, os mapeamentos disponíveis ainda são da década de 80, com informações de um para um milhão.

O Pronasolos foi criado em 2015 e ainda aguarda a instalação dos comitês executivo e gestor. O Ministério da Agricultura já recebeu indicações de órgãos parceiros e deve finalizar neste semestre a composição do conselho para dar andamento ao programa.

A expectativa dos pesquisadores é de que o programa permita a formação de uma base de dados para subsidiar políticas públicas no meio rural e nas cidades, como a identificação dos solos e locais mais adequados para construção de casas, rodovias; previsão de catástrofes, planejamento do uso da terra e plantio cada cultura, entre outros benefícios.

No escopo de ações que devem favorecer a qualidade e fertilidade do solo, o Ministério também está ampliando o Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) e recentemente criou o grupo de trabalho para desenvolver o Programa Bioinsumos, que visa organizar o marco legal dos insumos biológicos para agricultura orgânica.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Debora Brito

Produtores do DF adotam programas de uso eficiente da água

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Até pouco tempo, o cenário na região da Bacia do ribeirão Pipiripau era de conflito pelo uso da água: necessidade de atender o abastecimento humano, mais a irrigação de culturas agrícolas, além de servir aos diversos usos na pecuária.

A administração harmoniosa das diferentes necessidades e interesses da agropecuária só veio com o Projeto Produtor de Água no Pipiripau desenvolvido pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com outras 15 instituições.

Iniciado em dezembro de 2011, hoje é exemplo de programa adotado no Distrito Federal e que atua na recuperação de Áreas de Preservação Permanente, mais a conservação de água e solo em toda bacia hidrográfica do ribeirão Pipiripau. O manancial nasce do estado de Goiás, mas possui a maior parte da sua área no distrito Federal.

O projeto atua também em ações de readequação de estradas rurais, construção de pequenas barragens e na educação ambiental. O objetivo é aumentar o volume de água que recarrega o lençol freático e diminuir o escoamento superficial, que resulta em problemas, como erosão e assoreamento. Para isso, foram realizadas ações de revitalização ambiental por intermédio do pagamento por serviços ambientais (PSA) prestados por produtores rurais da região.

Outro destaque na região, que abriga a maior concentração de pivôs centrais da América do Sul, é a alocação negociada da água da Bacia Hidrográfica do Rio Jardim. Com a participação de 26 produtores, a ação é resultado de parceria entre a Emater-DF e a Adasa – Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal. Nessa bacia, a área irrigada por pivôs centrais é de 4.650 hectares, e são utilizados 75 pivôs.

Para otimizar o uso da água na unidade hidrográfica, a Emater-DF calculou a quantidade de água necessária para atender as áreas de plantio de todos os produtores. O controle do uso da água para irrigação obedece um esquema de revezamento entre os produtores, que foram divididos em dois grupos. Cada grupo irriga durante dois dias alternados, para evitar o excesso de retirada de água do rio.

“O projeto é muito importante, pois garante a vazão remanescente no córrego e evita prejuízos aos agricultores”, avalia Marconi Borges, gerente da Emater. Além disso, o projeto evitou perda de 3.700 hectares de culturas que seriam plantadas e perdidas por falta de água.

A Adasa tem realizado várias outras campanhas de incentivo ao uso consciente da água, além de atuar em projetos em que busca o contato direto com produtores. “Um dos principais instrumentos de gestão durante a crise hídrica foi a alocação negociada da água, que ajudou a aproximar a Adasa dos produtores, na busca pelo uso racional dos recursos hídricos disponíveis”, afirma Paulo Sérgio Salles, diretor-presidente da entidade.

Os benefícios da preservação do recurso hídrico vão além dos limites da Bacia do Rio Jardim, tendo em vista que ela está dentro da Bacia do Rio São Francisco. O Rio Jardim deságua no Rio Preto, que deságua no Rio Paracatu e este, por sua vez, deságua no Rio São Francisco. Vale destacar que o Distrito Federal possui afluentes de rios que contribuem para outras duas grandes regiões hidrográficas do Brasil: Araguaia-Tocantins e Paraná.

AgroBrasília

Os produtores que quiserem conhecer formas de uso eficiente da água poderão encontrar as últimas novidades do setor de irrigação durante a AgroBrasília – Feira Internacional do Cerrado – que acontece entre os dias 14 e 18 de maio.

O evento levará grandes empresas de tecnologia para o Distrito Federal e apresentar as soluções tecnológicas voltadas para o consumo de água. Por meio da exposição de maquinários e equipamentos, os agricultores terão ao seu alcance tecnologias de irrigação como a aspersão, a microaspersão e o gotejamento.

Serviço:
O que: AgroBrasília
Quando: 14 a 18 de maio de 2019
Onde: Parque Ivaldo Cenci, PAD-DF, BR-251, Km 5, Brasília-DF

Lindsay e Climate Corporation firmam parceria com foco em precisão na irrigação

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A Lindsay Corporation, líder global na produção e distribuição de tecnologia para irrigação e a Climate Corporation (Climate), subsidiária da Bayer, acabam de anunciar um acordo inédito. A parceria irá estabilizar a conectividade de dados bidirecionais entre a plataforma digital de agricultura Climate FieldView™, da Climate Corporation’s, e a plataforma da Lindsay, FieldNET.

Através da cooperação mútua, agricultores poderão, ao mesmo tempo, tomar decisões de gerenciamento de irrigação mais rápidas e com mais informações de campo. “Conforme o uso global da água para agricultura aumenta, agricultores estão adotando práticas mais eficientes de irrigação para otimizar sua produtividade de modo sustentável”, destacou Mike Stern, CEO da Climate Corporation e Digital Farming da Bayer.

Ainda segundo ele, assim como a Climate, a Lindsay reconhece os benefícios de ajudar os fazendeiros a potencializar suas informações de campo, para otimizar e simplificar toda sua tomada de decisão. “Através desta nova parceria, estamos ansiosos para ajudar os agricultores a conectar suas informações entre ambos os sistemas, a fim de adquirir mais precisão na irrigação e no uso consciente da água, aproveitando ao máximo cada hectare”, acrescenta o CEO.

Com a parceria, os produtores verão valores adicionais, transferência de dados otimizada, monitoramento de irrigação com mais precisão e a habilidade de visualizar e analisar dados de ação. Combinando essas informações com outras camadas de dados de campo importantes na plataforma FieldView, obteremos uma nova compreensão sobre o desempenho no campo. “Estamos animados para trabalhar com a Climate Corporation e ajudar mais agricultores a aproveitar o poder de seus dados para gerenciar, de modo mais eficiente, o uso da água, a fim de melhorar a produtividade”, disse Tim Hassinger, Presidente e CEO da Lindsay.

O executivo da Lindsay, acrescenta ainda que o objetivo é tornar a economia de água e energia acessíveis a todos os agricultores, através das melhores soluções de agendamento de irrigação. “Com essa parceria com a Climate, estamos dando grandes passos em direção ao nosso objetivo”, destaca.

Desafios

A missão da Climate Corporation é ajudar todos os agricultores do mundo a aumentar, de modo sustentável, sua produtividade. Lançado primeiro nos Estados Unidos, em 2015, a tecnologia de agricultura Climate FieldView está em mais de 24 milhões de hectares por todo os Estados Unidos, Canadá, Brasil e Europa. Ela se tornou, rapidamente, a plataforma digital mais amplamente conectada da indústria e continua a se expandir, por novas regiões pelo mundo.

A FieldNET da Lindsay é uma plataforma líder global de gerenciamento de irrigação que permite que os agricultores façam o monitoramento remoto e controlem seu sistema de irrigação, de qualquer lugar. Através da FieldNET, os produtores têm acesso ao FieldNET Advisor, uma ferramenta em nuvem de primeiro mundo para o agendamento de irrigação, que fornece recomendações diárias automatizadas, ajudando os agricultores a decidir com mais precisão quando, onde e quanto irrigar.

Irrigação digital é destaque da Netafim/Amanco na TECNOSHOW Comigo

IMG-20170911-WA0003.jpgA Netafim/Amanco, líder e pioneira no mercado de irrigação por gotejamento, leva soluções digitais para a 18º edição da TECNOSHOW Comigo, que acontece entre os dias 08 a 12 de abril, em Rio Verde (GO).  Apresentando o primeiro sistema de irrigação com cérebro do mundo, a empresa quer colaborar com a inovação no campo por meio de tecnologias inteligentes que permitem produzir mais com menos.

Assim, a Netafim/Amanco destaca o Netbeat, uma tecnologia que possibilita monitorar, analisar e automatizar todo o sistema de irrigação, em tempo real, com apenas um clique. O grande diferencial da solução é oferecer recomendações técnicas ao produtor a partir da análise de dados em tempo real, combinado com modelos de cultivo para auxiliam em tomadas de decisões mais assertivas e, consequentemente, em safras mais produtivas.

A plataforma é uma ferramenta de alta precisão e tecnologia, onde todas as funcionalidades foram projetadas para tornar a vida do produtor mais fácil e eficiente. O agricultor agora, mais do nunca, é um empresário rural e precisa administrar seu negócio. O monitoramento remoto permite mais tempo livre para realizar essas outras atividades, sem descuidar da lavoura e sem preocupações quanto a clima e perdas de safra. “É a irrigação 4.0 cada vez mais presente no campo como uma ferramenta de auxilio no desenvolvimento sustentável do agronegócio”, destaca o Diretor do Marketing da Netafim/Amanco, Carlos Sanches.

As recomendações de irrigação, serão atualizadas diariamente e para os próximos cinco dias, garantindo um planejamento mais eficiente. Dessa forma, “é possível programar as operações de manejo da irrigação, nutrirrigação remotamente através de smartphone, tablet ou PC”, explica Bruno Toniello, Gerente Digital Farming da Netafim/Amanco. ”, acrescenta.

A tecnologia abrange várias áreas, como sensoriamento de solo, controle de irrigação, gestão de fazenda, gerenciamento do ciclo de máquinas e cultivos. Com os sensores é possível obter informações sobre as condições do solo, desempenho e saúde das plantas. Já a automação facilitará o controle remoto de processos cruciais, como sistemas de irrigação e nutrirrigação.

O monitoramento inteligente também ajuda na redução de custos, ao evitar falhas de produção, desperdícios de insumos, gastos excessivos com água e energia elétrica, tornando a atividade mais rentável em todos os aspectos, e adaptável a todas necessidades.

A Netafim/Amanco também levará suas modernas soluções de irrigação por gotejamento subterrâneo em grãos, que permite maximizar a rentabilidade da operação agrícola, utilizando água e nutrientes de forma racional e sustentável. Os maiores benefícios estão ligados à otimização do recurso hídrico (produtividade da água), aproveitamento da área cultivada, redução no consumo de energia e de mão-de-obra para a operação do sistema e busca do potencial genético da planta através da nutrirrigação (adubação aplicada pelo sistema de gotejamento diretamente na zona das raízes das plantas).

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo website: www.tecnoshowcomigo.com.br.