Irrigação: CNA defende revisão de norma para descontos em energia elétrica

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defende a revisão da resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que passou a exigir de irrigantes e aquicultores o licenciamento ambiental e a outorga para os descontos na energia previstos na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Em nota, a CNA destaca preocupação quanto à morosidade tanto na concessão quanto na renovação do licenciamento e da outorga das duas atividades, que levam em média dois e quatro anos, respectivamente, o que pode resultar no cancelamento dos descontos para a irrigação e a aquicultura no horário das 21h às 6h, “trazendo impactos econômicos negativos para os produtores rurais”.

O vice-presidente da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, que na terça-feira discutiu o assunto com o diretor da Aneel Rodrigo Limp, disse que “há uma dificuldade muito grande com os órgãos ambientais que dão essa licença”. “A demora no licenciamento ambiental irá resultar no cancelamento dos descontos e precisamos de uma alternativa para solucionar essa questão”, relatou Schreiner. O assessor técnico da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, Gustavo Goretti, acrescentou que, além da perda dos descontos, a medida afeta culturas como feijão, tomate e arroz irrigado em regiões onde essas atividades movimentam a economia.

Conforme a CNA, o diretor da Aneel disse que vai analisar a demanda “para buscar a melhor alternativa sem prejudicar o setor produtivo”.

Fonte: IstoÉ

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CNA e Mapa debatem ações de apoio à agricultura irrigada

agricultura irrigada

Integrantes da Comissão Nacional de Irrigação e do Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentaram ao secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Fernando Silveira Camargo, as demandas do setor produtivo para promover o desenvolvimento da irrigação em todo o país e as ações de apoio à inovação agropecuária.

Durante a reunião, nessa quarta-feira (30), presidente da Comissão Nacional de Irrigação, Eduardo Veras, citou a necessidade de promover a segurança jurídica para incentivar investimentos e fomentar o desenvolvimento sustentável das áreas irrigáveis.

Veras citou itens imprescindíveis para que a irrigação nacional seja de fato uma tecnologia que alavanque a produção agropecuária.

Entre as principais demandas estão a melhoria do gerenciamento das bacias hidrográficas, a desburocratização do licenciamento para a construção de barramentos e a articulação política com outros atores que atuam no desenvolvimento da irrigação nacional.

O decreto promulgado no final de 2018 que elimina a redução dos descontos das tarifas de energia nas propriedades rurais foi outro tema abordado na reunião. A promulgação do decreto pegou o setor de surpresa e os impactos para os produtores rurais são muito altos.

Pequeno irrigante

Produtores da avicultura, suinocultura e da pecuária de leite já estão sofrendo quedas de rentabilidade por conta das condições de mercado e estas atividades demandam muita energia elétrica. Para o pequeno irrigante o impacto será ainda maior. “Temos que buscar uma solução definitiva junto ao Poder Executivo”, afirmou Veras.

O coordenador do Núcleo Econômico, Renato Conchon, apresentou ainda as iniciativas da CNA de pesquisa e da inovação para os produtores rurais. “A CNA participa de maneira propositiva junto aos formuladores de inovações no campo (Embrapa e CNPq) apresentando as demandas do setor produtivo, e com certeza apresentará a esta Secretaria os temas relevantes que estamos atuando”.

“Queremos discutir propostas que fomentem a utilização da tecnologia em prol da sociedade e das práticas sustentáveis, que os produtores rurais brasileiros estão cumprindo e já são referência no mundo. A secretaria estará em permanente contato com a inciativa privada e os demais agentes do Poder Executivo para fomentar e incentivar essas boas práticas” afirmou o secretário Fernando Camargo.

“O foco dos trabalhos, tanto do Ministério da Agricultura como da CNA, é o aumento da rentabilidade do produtor rural, seja por meio da ampliação da produtividade, seja por meio da redução dos custos, e ainda, alavancar o desenvolvimento econômico brasileiro”, observou o secretário.

Fonte: CNA

CNA solicita retorno da política de irrigação para o Ministério da Agricultura

Muni Lourenço com o ministro Eliseu Padilha

Brasília (27/03/2018) – Representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitaram a transferência da gestão da Política de Irrigação Nacional durante uma reunião com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, nesta terça-feira (27). O pedido é para que o assunto volte a ser tratado dentro do Ministério da Agricultura e não mais no Ministério da Integração Nacional, como acontece atualmente.

O pleito já havia sido defendido no documento “Carta Aberta aos Irrigantes”, elaborado no final do Seminário Irrigação no Brasil: Uma nova Gestão, promovido pela CNA, em 2017. Tanto a CNA quanto outras entidades representativas do setor apontaram a mudança como fundamental para que as políticas públicas de irrigação – que fomentam a irrigação produtiva, responsável por 97% dos empreendimentos que utilizam a tecnologia no País – possam ter uma vinculação mais direta com a política agrícola gerida pelo Ministério da Agricultura.

“O ministro Eliseu Padilha se mostrou simpático ao pleito. Ele se comprometeu em analisar o assunto e dar um retorno, em breve, com o posicionamento da Casa Civil e do Governo Federal sobre o pedido da CNA”, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço.

Durante o encontro também foi entregue à Eliseu Padilha um exemplar do livro “Agricultura Irrigada sustentável no Brasil: identificação de áreas prioritárias”, lançado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) com apoio da CNA no 8º Fórum Mundial da Água, na semana passada.

Segundo Lourenço, o levantamento mostra o horizonte promissor para o aumento da produção de alimentos no Brasil com a expansão da irrigação. A FAO aponta que o Brasil tem 4,5 milhões de hectares disponíveis para serem irrigados e inseridos no processo produtivo.

“Precisamos utilizar as áreas já abertas com mais produtividade e, para que isso aconteça, a irrigação é fundamental”, declarou o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA.

O assessor técnico da CNA, Gustavo Goretti, e a presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Tereza Cristina, também participaram da reunião.

Fonte: CNA

CNA lança Comissão Nacional de Irrigação no Fórum da Água

irrigação-fockink (Foto: Divulgação)

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou nesta terça-feira (20/3), a Comissão Nacional de Irrigação, durante o 8º Fórum Mundial da Água. O presidente da CNA, João Martins, e o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Odilson Silva, assinaram a portaria no espaço do Sistema CNA/Senar/ICNA no evento, informou a CNA em nota.

A ideia, conforme Martins, é dobrar a área irrigada do País a médio prazo. Atualmente, são 7 milhões de hectares cobertos com essa tecnologia.

A Comissão Nacional será composta por CNA, federações de agricultura e pecuária e associações de irrigantes. Vai atuar como ponto focal de discussões das ações, políticas e posicionamentos do setor sobre o uso da água para a agropecuária. O trabalho será feito diretamente nas discussões no Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no Executivo e no Legislativo.

A Comissão Nacional de Irrigação será presidida por Eduardo Veras, que também é vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). Conforme a nota, a comissão pretende trabalhar para que os temas ligados à irrigação, atualmente sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, sejam transferidos para o Ministério da Agricultura.

CNA lança Comissão Nacional de Irrigação no 8º Fórum Mundial

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai lançar durante o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, uma Comissão Nacional para tratar do uso da água na agricultura. A iniciativa pretende reforçar a importância do recurso como insumo estratégico para a agropecuária brasileira.

“A CNA entende que a água é o assunto que vai nortear o crescimento da agricultura, por isso decidiu ampliar as discussões da subcomissão de recursos hídricos que existe hoje para a comissão nacional. Será uma oportunidade de avançar com as demandas do setor”, afirma o coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho.

A Comissão Nacional será composta por CNA, Federações de Agricultura e Pecuária e Associações de Irrigantes e vai atuar como ponto focal de discussões das ações, políticas e posicionamentos do setor sobre o uso da água para a agropecuária.

O trabalho da Comissão será feito diretamente nas discussões do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, no Executivo e Legislativo. “Ter um espaço para discutir nacionalmente o tema será um diferencial para o desenvolvimento da agricultura como um todo,” acrescenta Nelson Ananias.

Um dos itens da pauta da nova comissão da CNA é a migração da pasta da irrigação, que atualmente está no Ministério da Integração Nacional, para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“Entendemos que a Irrigação se enquadra melhor nas competências do Ministério da Agricultura porque exige uma gestão de políticas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio.”

Serviço:

O que: CNA lança Comissão Nacional da Água
Quando: 20 de março, às 11h30
Onde: Espaço do Sistema CNA/SENAR/ICNA na Expo do 8º Fórum Mundial da Água -Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Eixo Monumental, Brasília/DF

 

Fonte: CNA