É tempo de irrigar com consciência: Fenicafé 2018 chama a atenção para o uso consciente da água

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A Fenicafé – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura, tradicional evento da cafeicultura e irrigação, aborda em 2018 temas relacionados ao uso consciente da água. Realizada em Araguari (MG), entre os dias 13 a 15 de março, a edição deste ano promete novidades para o setor cafeeiro.

Paralelo à Fenicafé acontecerá, o XXIII Simpósio Brasileiro de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada e XX Feira de Irrigação em Café do Brasil, que tem por objetivo a discussão e a divulgação de técnicas e pesquisas relacionadas à cafeicultura irrigada. Estes eventos são tradicionais e têm grande participação de técnicos, produtores, estudantes, autoridades, fabricantes e revendedores de equipamentos e demais interessados no tema.

Para os três dias de evento são esperadas pessoas vindas de Sul Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Espírito Santo, Bahia, Goiás, e outras regiões cafeeiras.

 

Água consciente

Para 2018, a Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), defende o tema: “É tempo de irrigar com consciência”.

Maria Cecília de Araújo, superintendente da ACA e Coordenadora da Fenicafé, explica: que as plantas sofrem muito com a escassez de água. E, em tempos de uso racional de água, cabe à pergunta seria justo irrigá-las?

Os engenheiros agrônomos e pesquisadores da área são categóricos em dizer que a água usada na irrigação volta para o ciclo hidrológico natural, ajudando a formar chuvas e contribuindo com o fluxo do lençol freático.

Quando irrigada, a planta inicia o processo de evapotransipiração: depois de absorver os nutrientes do solo úmido, ela devolve a água, em forma de vapor para a atmosfera. Isso faz com que o volume de água usado na irrigação, não provoque uma escassez tão rápida.

 

O Triângulo Mineiro

Araguari faz parte da região do Cerrado, uma região onde se produz um dos melhores cafés nacional. É considerada a 23ª cidade do Estado de Minas Gerais e a 3ª cidade do Triângulo.

Já a Fenicafé é realizada no município há mais de duas décadas, comprovando a importância de Araguari em relação à inovação e informação para atividades agrícolas, em especial o café. “A colheita de café se inicia em abril e maio, portanto, março se caracteriza como a melhor época para os cafeicultores fazerem os negócios. É hora de plantar o maior investimento do ano; o investimento em conhecimento”, garante Maria Cecília ao falar sobre a Fenicafé.

“No restante do país, o café é cultivado geralmente a seco em terreiros ao sol, já Araguari possui um clima bem definido (verão úmido e inverno ameno e seco), o que facilita o uso de vários sistemas de irrigação. Por isso, o município se torna referência em irrigação e em qualidade de café”, afirma Maria Cecília.

 

O que esperar

Em 2018, Fenicafé irá abordar assuntos de grande importância para a agricultura e cafeicultura mundial, como uso consciente da água, além de palestras sobre fertirrigação, gotejamento, nutrição, pragas, produção e colheita.

Novidades

Entre as novidades que estão sendo preparadas, estão as mais novas técnicas em café irrigado e manejo correto da água (fertirrigação), discussão a respeito da formação do café, panorama do cenário climático no Brasil, uso racional de fertilizantes na cafeicultura, entre outros.

As empresas expositoras são do ramo de insumos, defensivos, colhedeiras, adubação, implementos e vários outros, desde o plantio até a colheita.

Como em todas as edições, a feira será instalada nas dependências do Pica Pau Country Clube, em uma área de cerca de 5 mil metros quadrados, separadas em locais para exposição de produtos e serviços e sala de palestras. O evento como um todo gera cerca de mil empregos diretos e indiretos, alavancando assim a economia do município.

A rede hoteleira da região de Araguari também sente o reflexo da Fenicafé. Em todos os anos, praticamente 100% dos leitos dos hotéis da cidade são reservados para os dias do evento.

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Plantio de macadâmia com café eleva produtividade em mais de 250%

Plantio de macadâmia com café eleva produtividade em mais de 250%

Pesquisa realizada pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) revela que é possível antecipar a produção de macadâmia se a noz for cultivada juntamente com café. Com isso, a recuperação do investimento para a formação de pomares, que normalmente leva dez anos, pode ser encurtada em cinco ou seis anos.

O plantio consorciado mostra que em condições irrigadas, o salto da produtividade do café foi de 60% e o de macadâmia de 251%, em relação aos cultivos solteiros não irrigados. A cultivar de macadâmia HAES 816 foi identificada como a mais apropriada para o cultivo consorciado por ter menor crescimento horizontal, precisar de pouca poda e, suas amêndoas, por terem maior rendimento industrial. Geralmente, a noz é formada por 75% de casca e 25% de amêndoa. Esta cultivar tem de 35% a 40% de peso de amêndoa, o que é muito interessante para a indústria, segundo a pesquisa.

A diminuição no número de podas da árvore de macadâmia é outro ponto avaliado pelos pesquisadores. Outras cultivares precisam de mais podas para não fazer tanta sombra no cafezal e não atrapalhar a produção e a mecanização das operações.

Cultivares

A pesquisa avaliou seis cultivares de macadâmia, sendo três delas desenvolvidas no Brasil pelo Instituto Agronômico (IAC) e outras três pelo Hawaii Agricultural Experiment Station (HAES). Em um novo projeto interinstitucional, envolvendo Apta e Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), iniciado em 2015 e financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), os pesquisadores da Apta trabalham para avaliar a viabilidade da colheita totalmente mecânica no sistema.

A inovação desenvolvida pela Apta tem sido usada em diversas regiões, principalmente nas produtoras de café, como o Sul de Minas Gerais, Franca e Garça, em São Paulo. O sistema, normalmente, é utilizado por cafeicultores que querem diversificar e aumentar sua renda, com a introdução de uma nova cultura.

Vantagens

A rentabilidade insatisfatória do café, ocasionada por produtividade insuficiente, produz uma situação de insustentabilidade em boa parte da cafeicultura paulista. O estudo avaliou o crescimento e produtividade do café arábica em monocultivo e consorciado com macadâmia, com e sem irrigação, assim como avaliou a rentabilidade e o período de retorno desses cultivos para as condições paulistas. A pesquisa fornece importantes informações que podem colaborar na viabilidade da cafeicultura no Estado.

A explicação para o aumento expressivo na produtividade do café está na arborização das plantas, proporcionada pelas árvores de macadâmia, que protegem das ações do calor e vento e provocam abortamento de flores e ferimentos nas folhas. O cafezal sofre muito com a ação dos ventos. O uso da macadâmia pode diminuir em 72% a velocidade dos ventos e em 2,2ºC a temperatura média do ar. Além disso, o uso da irrigação é decisivo na produtividade das lavouras de café no Estado.

Outra justificativa para o ganho da produção do café está na ciclagem de nutrientes. As raízes da macadâmia, mais profundas que as do cafeeiro, resgatam nutrientes que já estavam perdidos. Com a queda e decomposição das folhas, há o aumento da matéria orgânica e de nutrientes disponíveis, melhorando ambiente para o cafeeiro.

A principal dificuldade enfrentada para a expansão da macadâmia no Brasil é o elevado período de retorno do investimento – a noz começa a produzir depois de cinco anos e apenas quando atinge 12 anos tem produção rentável, de 15 quilos de noz por planta. Quando consorciada com o café irrigado, a cultura começa a produzir dois anos mais cedo e aos três anos já tem produção comercial.

Números

A produção mundial de macadâmia é em torno de 160 mil toneladas anuais. O Brasil produz seis mil toneladas por ano, sendo São Paulo o maior produtor, responsável por 35% do volume nacional, e maior processador da noz. Cerca de metade da produção nacional é consumida internamente e o restante é exportado.

A macadâmia é a segunda noz mais cara do mundo, perdendo apenas para a noz pinoli, usada para fazer molho pesto. Além disso, com a alta do dólar, o produto é ainda mais atrativo, já que possui ampla venda no mercado externo.

Caso queira iniciar atividade na cafeicultura, acesse o site MF Rural para comprar mudas de café.

Fonte: G1

Café: crise hídrica levam governo do ES a proibir irrigação durante dia

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Produtores de café no Espírito Santo estão proibidos de irrigar suas lavouras entre às 5h e 18h, na medida em que crescem as preocupações com os baixos níveis dos reservatórios de água em algumas regiões, por causa da falta de chuvas. A suspensão faz parte de uma resolução publicada na segunda-feira, pela Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), que restabeleceu o cenário de alerta em todo o Estado, proibindo a captação para fins que não sejam o abastecimento humano.

O Estado é o maior produtor de café conilon do Brasil e responde por cerca de 70% da produção nacional e 20% da safra global da variedade. A partir de agora, a captação para irrigação ou produção industrial, por exemplo, somente poderá ser realizada no período noturno. Não foi divulgado um prazo para o fim da resolução. No ano passado, a crise hídrica levou o Estado a proibir totalmente a irrigação.

Em nota, o diretor presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Leonardo Deptulski, explicou que em alguns locais a situação hídrica é mais delicada, como em Itaguaçu, no noroeste do Estado, a 130 km da capital Vitória. “Na Região Metropolitana da Grande Vitória ainda não há risco de racionamento. Tem chovido bastante e os Rios Jucu e Santa Maria da Vitória, que abastecem a região, ainda mantém vazões suficientes. Mas em várias regiões a situação é bem diferente, portanto, estamos restabelecendo o Cenário de Alerta”, informou Deptulski.

Fonte: IstoÉ

Nutricionista fala sobre ‘Nutrição de alta performance’ na Fenicafé

Alessandra Luglio encerra o ciclo de palestras no dia 23 de março, último dia da maior feira de cafeicultura irrigada do país

alessandra

A programação da Fenicafé – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura traz muitas novidades em 2017. Entre elas está a palestra com a nutricionista, Alessandra Luglio, que aborda a “Nutrição de alta performance”.

Alessandra Luglio é nutricionista há mais de 15 anos, todos eles dedicados à profissão e por tudo relacionado a um estilo de vida saudável. “Meu objetivo é fazer a pessoa se sentir bem, conhecendo melhor seu corpo e entendendo o funcionamento dele para que alcance seu objetivo, seja ele qual for”, garante.

A nutricionista não se diz adepta a nenhum regime, mas sim a um estilo de vida diferenciado, defendo atitudes saudáveis, criativas, sustentáveis e funcionais.

“Não acredito em uma fase com um fim e sim em uma mudança de hábitos e uma tomada de consciência que vai mudar a vida, sempre com muito prazer, criatividade e diversidade. Isso é a base para uma vida saudável e para que o corpo trabalhe sempre a nosso favor”, completa.

A palestra de Alessandra é a última da Fenicafé 2017 e está marcada para às 17hs do dia 23 de março e o melhor a entrada é gratuita.

Fenicafé – A Feira reúne especialistas, estudantes e produtores de café em um mesmo espaço. É uma grande oportunidade para discussão de aspectos relevantes da cafeicultura irrigada e tem contribuído para o crescente cultivo dessa modalidade no Brasil. Este ano, a feira acontece de 21 a 23 de março de 2017, no Pica Pau Country Club, em Araguari, no Triângulo Mineiro.

Promovida pela Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), a Fenicafé é dividida em três partes: o Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura do Cerrado, a Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura e o Simpósio de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada.

A organização espera superar em 2017 o público 20 mil visitantes registrados durante os três dias da última edição. Com cerca de 60 expositores, que ocupam mais de 90 stands, a Feira espera um volume de negócios superiores a 35 milhões de reais.

Para conhecer mais sobre a feira, visite as páginas do evento na internet e nas redes sociais: http://www.fenicafe.com.br, http://www.facebook.com/fenicafe, http://www.youtube.com/fenicafeari.

Evento promove lançamento da Fenicafé 2017 e apresenta a programação da 22ª edição

A feira acontece de 21 a 23 de março em Araguari no Triangulo Mineiro

 

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O Triangulo Mineiro já se prepara para receber grandes nomes da cafeicultura. Trata-se da Fenicafé – Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura, que reúne especialistas, estudantes e produtores de café em um mesmo espaço. É uma grande oportunidade para discussão de aspectos relevantes da cafeicultura irrigada e tem contribuído para o crescente cultivo dessa modalidade no Brasil. Este ano, a feira acontece de 21 a 23 de março, no Pica Pau Country Club, e apresenta o tema: “Conquiste a Qualidade na Cafeicultura”.

O lançamento oficial do evento aconteceu no último dia 31/01 no restaurante Caipirão. Na oportunidade, foi apresentado aos profissionais da imprensa e empresas   parceiras o que é e como será a Fenicafé 2017.

O evento promove todos os anos um encontro das regiões cafeeiras. São visitantes de mais de 200 cidades de nove estados brasileiros.

Promovida pela Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), a Fenicafé é dividida em três partes: o Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura do Cerrado, a Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura e o Simpósio de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada.

Para Claudio Morales Garcia, presidente da ACA, o congresso apresenta todos os anos o que há de mais moderno no setor cafeeiro.  “É um lugar para troca de experiências e de divulgação de novas técnicas de plantio, cuidados e colheita de um dos principais produtos produzidos no Brasil, o café”, salienta.

A organização espera superar em 2017, o público 20 mil visitantes registrados na última edição. Com cerca de 70 expositores, que ocupam mais de 90 stands, a Feira espera um volume de negócios superiores a 35 milhões de reais.

Serão três dias de evento com palestras, painéis, workshop e debates, contribuindo com informações necessárias para a melhoria contínua da produção do café nacional. Os debates trazem a tecnologia para facilitar o processo cafeeiro e o conhecimento para que o café tenha cada vez mais qualidade, valor diante do consumidor e maior poder de comercialização, com lavouras ambiental e socialmente corretas.

 

PROGRAMAÇÃO

TERÇA-FEIRA – 21 DE MARÇO

08:00hs – 10:00hs – Inscrições e entrega de materiais

10:00hs – 12:00hs – Solenidade de abertura

14:00hs – 15:00hs – Qualidade do café brasileiro: o que temos para o mundo?

15:00hs – 16:00hs – Visita aos estandes parceiros – Coffee Break

16:00hs – 17:50hs – Palestra: Novos rumos da agricultura mundial Palestrante: Dr. Godofredo César Vitti – Esalq  / USP

 

QUARTA-FEIRA – 22 DE MARÇO – Simpósio Brasileiro de Pesquisa Cafeeira IRRIGADA.

08:30hs – 09:00hs – Abertura XIX SBPC-Irrigada

09:00hs – 10:15hs – Fontes de Nutrientes para a fertirrigação do cafeeiro – Dr. Edson Mattiello – UFV

10:15hs – 10:45hs – Visita aos estandes parceiros – Coffee Break

10:45hs – 11:45hs – Sistemas de irrigação para o cafeeiro inovações Tecnológicas – Dr. André Fernandes – UNIUBE

12:00hs – 14:00hs – Visita aos estandes parceiros e almoço

14:30hs – 15:15hs – Manejo Racional de Água na Cultura do Cafeeiro Irrigado por Gotejamento – M.Sc. Guilherme Oliveira Silva – FORBB Irrigação

15:15hs – 16:15hs – Operação e manutenção de sistemas de Irrigação por gotejamento no café – M.Sc, Carlos Barth, Consultor Israel

16:15hs – 16:45hs – Visita aos estandes parceiros – Coffee Break

16:45hs – 18:00hs – Aspectos práticos da fertirrigação do cafeeiro Dr. Humberto Vinicius Vescove – Univ. Araraquara

18:00hs – 19:00hs – Visita aos estandes parceiros

 

QUINTA-FEIRA – 23 DE MARÇO

08:30hs – 09:45hs – Novas tendências da cafeicultura brasileira. José Braz Matiello – Mapa – Procafe

09:45hs – 10:30hs – Visita aos estandes parceiros – Coffee Break

10:30hs – 11:45hs – Fisiologia do cafeeiro para altas produtividades – Dr. Evandro Fagan – UNIPAM

12:00hs – 14:00hs – Visita aos estandes parceiros e almoço

14:00hs – 16:30hs – Manejo prático e econômico para a colheita mecanizada do café Com debate de cafeicultores e técnicos. Dr. Felipe Santinato

16:30hs – 17:00hs – Visita aos estandes parceiros – Coffee Break

17:00hs – 18:00hs – Palestra – Nutrição Humana para alta performance – Dra. Alessandra Luglio – Nutricionista USP

 

A Fenicafé é promovida pela ACA e Federação dos Cafeicultores do Cerrado com apoio da Uniube, Embrapa Café, Prefeitura e Câmara Municipal de Araguari.

Para conhecer mais sobre a feira, visite as páginas do evento na internet e nas redes sociais: http://www.fenicafe.com.br, http://www.facebook.com/fenicafe, http://www.youtube.com/fenicafeari.