Rivulis prevê alta de 27% da receita no Brasil

Programa diz quantidade exata que deve ser utilizada nas culturas

A Rivulis Irrigation, empresa israelense focada em irrigação, projeta avanço de 27% do faturamento no Brasil para 2018, apoiada principalmente no lançamento de um sistema global de monitoramento das lavouras por satélites.

Batizado de Manna Irrigation, o programa faz uma varredura via satélite de toda a área plantada, indicando ao produtor qual parte da plantação precisa de mais ou menos irrigação.

O sistema é composto basicamente de um login e uma senha para que o produtor acesse no próprio navegador de internet ou em um aplicativo no smartphone a plataforma, que mostrará em números exatos quanta água é necessária utilizar em cada espaço da lavoura. A Rivulis garante que essa precisão pode gerar uma economia de 50% de água, energia elétrica ou óleo diesel para todos os seus clientes.

De acordo com o gerente de vendas nacional da Rivulis, Guilherme Ferreira e Souza, o sistema permite que o produtor dê mais atenção às localidades menos eficientes para que a produtividade média da lavoura suba.

“O Manna não permite que o proprietário coloque mais água do que a plantação conseguiria absorver”, acrescenta.

Ferreira e Souza defende que o programa se diferencia dos que existem entre os concorrentes porque há sempre um satélite fazendo a análise dos dados da propriedade para que o produtor possa acompanhar o que ocorre mesmo quando estiver viajando com a família ou a negócios. “Até a milhares de quilômetros, o produtor pode tomar decisões muito rápidas quando reconhece anomalias ou deficiências na lavoura”, afirma o executivo.

Segundo ele, o Brasil foi escolhido para ser um dos países em que a empresa lançou o sistema por ser muito diversificado, com regiões em que chove muito, intercaladas com aquelas de solo árido, e também as que possuem solo pesado. “Nosso lançamento é global para todas as nossas 16 unidades ao redor do mundo, mas na América do Sul, o Brasil é pioneiro”, explica.

Ferreira e Souza diz ainda que o lançamento do Manna no Brasil mostra que a agricultura local caminha junto com a dos países de ponta. “Estamos alinhados com o que há de mais moderno e tecnológico do mundo. Nossa empresa é israelense e o sistema que usamos aqui é exatamente o que se utiliza lá e que foi lançado em Tel Aviv”, conta.

Para o executivo, o Brasil vai iniciar um processo inevitável de verticalização da produção, com cada vez mais foco em produtividade e menos procura pela expansão da fronteira agrícola. “Nós estamos chegando aos nossos limites de desmatamento e de áreas degradadas. Os pesquisadores já estão percebendo áreas do semiárido que iniciaram processos de desertificação. Então a tendência do Brasil é diminuir a marcha de crescimento horizontal e iniciar uma expansão arrojada verticalmente”, avalia o gerente da Rivulis.

Perfil

Ferreira e Souza diz ainda que o Manna é versátil, e que a Rivulis não o criou com um tipo de produtor específico em mente. “Pode ser usado para um hectare e para um milhão de hectares. Não fazemos distinção por tamanho do produtor. O nosso sistema pode ser utilizado para qualquer tipo de irrigação”, destaca.

O sistema é usado atualmente em 40 tipos de culturas, entre anuais e perenes. Na fase de testes no Brasil, iniciada ano passado, acompanhou grãos, café, banana, algodão feijão e silviculturas. “Já são mais de 3 mil hectares ativos sendo monitorados pela ferramenta”, informa a empresa.

Fonte: DCI

Anúncios

ONU estima que Brasil pode dobrar agricultura ‘sem chuva’ em seis anos

17mar20-matopiba-0290-kqpB-ID000002-1024x683@AGRO-Web.jpg

Uma publicação lançada na tarde desta terça-feira (20), no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, pode revolucionar a agricultura brasileira. Desenvolvida pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a obra destaca a possibilidade de expandir a área de agricultura irrigada no país dos atuais 6,2 milhões de hectares para mais de 11 milhões de hectares até 2024.

O trabalho foi solicitado pelo Ministério da Agricultura (Mapa) para repensar a expansão da agricultura irrigada de forma sustentável. “Esse estudo tem como foco fazer o Brasil ser o maior produtor de alimentos do mundo. Temos potencial para duplicar [a área irrigada] sem grandes investimentos”, afirma Alan Bojanic, representante da FAO no Brasil.

As áreas com potencial de implementação imediata foram identificadas pela FAO em parceria com a Agência Nacional das Águas, Confederação Nacional da Agricultura, Embrapa, entre outros parceiros. Há disponibilidade de expansão do modelo de irrigação em 20 estados.

“Uma das principais regiões é o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia)”, afirma Gustavo Kauark Chianca, um dos autores do estudo e assistente do representante da FAO no Brasil. Essa é uma das principais regiões produtoras de grãos no país.

Produtividade da agricultura irrigada

Ao todo, as lavouras ocupam uma área próxima a 65 milhões de hectares no Brasil, segundo o Mapa. Já o potencial de expansão da agricultura irrigada foi estimado em 29,5 milhões de hectares pela FAO. Isso sem contar partes das áreas de pastagem podem ser – e que hoje somam 160 milhões de hectares.

Segundo o estudo, a produtividade média em áreas irrigadas no país é pelo menos 2,7 vezes maior que a obtida através da agricultura tradicional de sequeiro, o que poderia triplicar o rendimento médio onde hoje predomina o sistema convencional.

“Até há pouco tempo falava-se em produtividade do solo. Agora precisamos de produtividade hídrica, utilizando racionalmente os recursos, e não falamos em expansão das áreas. Precisamos incentivar as áreas de irrigação onde seja possível”, destaca José Roberto Borghetti, coordenador geral do estudo.

Fonte: Gazeta do Povo

Para especialistas, irrigação eficiente é a solução para o Brasil

Pixabay

De 2012 a 2016, o Brasil enfrentou sua pior crise hídrica, sobretudo no nordeste do país. De acordo com dados da Confederação Nacional de Municípios, nesse período, a região registrou prejuízos de R$ 104 bilhões por causa da seca. O valor equivale a cerca de 70% das perdas em razão da falta de chuvas.

Outro exemplo de prejuízo causado pela escassez de água foi a queda na produção de grãos no país, em 2016. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o feijão apresentou redução de 15,4%, na comparação com 2015. A produção de soja recuou 1,2%. Já o milho teve diminuição de 24,8% na produção.

Por isso, em anos de seca, os produtores agrícolas precisam suprir a falta de chuva com o processo de irrigação, que fornece água de maneira artificial para as plantas. Um levantamento apresentado pela Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que quase 70% de toda a água disponível no mundo é usada em atividades voltadas para a agricultura.

No entanto, a própria ONU lembra que a população mundial deve chegar a nove bilhões até 2050 e, com isso, a demanda por alimentos deve aumentar em até 70%.

Para Lineu Rodrigues, pesquisador de recursos hídricos e irrigação da Embrapa Cerrado, os projetos de irrigação de culturas devem ser sustentáveis, mas não limitados a ponto de deixar a população da cidade sem comida. “Não tem como produzir alimento sem água. A água é fundamental. O que nós temos que fazer é uma boa gestão dos nossos recursos. Quando você tira Amazonas do processo, que é onde tem mais água, a gente usa 5% de todos os recursos e 2,6% da agricultura irrigada. Mas, você tendo uma boa gestão, um bom planejamento, temos água suficiente para atender a todos os usos”, comenta o especialista.

O pesquisador da Embrapa ressalta ainda que, se os projetos de irrigações fossem mais abrangentes, a produção dos alimentos se elevaria e, futuramente, não haveria a necessidade de abrir mais áreas para plantio em regiões de florestas. “No Brasil, por exemplo, nós irrigamos em torno de sete milhões de hectares e temos um potencial de 70 milhões. Se a gente irrigar mais, a gente pode, no mínimo, dobrar a produção. Você evita a necessidade de abrir novas áreas, por que tem o efeito ambiental também”, comenta Lineu Rodrigues.

Por sua vez, Maurício Lopes, presidente da Embrapa, reclama que há muita desinformação, o que “desqualifica os avanços que o país alcançou na agricultura e na gestão dos seus recursos naturais”. Segundo Lopes, as lavouras e florestas plantadas ocupam 10% do território nacional e, “apesar de sermos detentores de 12% das reservas de água doce do planeta, a produção de alimentos no país depende prioritariamente das chuvas”.

No Distrito Federal, por exemplo, que é uma região de cerrado, ou seja, com longos períodos de estiagem, existem programas bem sucedidos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) voltados para o cultivo de grãos e frutas. É o que afirma Rodrigo Marques, diretor executivo da Emater-DF. “Morango, por exemplo, mesmo com a questão da crise hídrica, a gente conseguiu aumentar a produtividade, sem aumento de áreas, sem aumento de irrigação, só com algumas características que influenciaram”, diz o diretor.

(com Agência Rádio Mais)

Para dirigente da Abimaq, irrigação é arma poderosa no aumento da produtividade agrícola brasileira

Resultado de imagem para abimaq

Começa a haver um consenso no agronegócio brasileiro de que a agricultura irrigada é hoje uma arma poderosa para o aumento da produtividade, condição indispensável para o Brasil se consolidar como maior produtor mundial de alimentos, conforme preconiza a FAO, organismo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Essa foi uma das conclusões da palestra proferida por Marcus Henrique Tessler, presidente da Câmara Setorial de Equipamentos para Irrigação (CSEI), da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Maquinas e Equipamentos. Intitulada “Uso Racional da Água na Agricultura”.A palestra reuniu cerca de 60 pessoas na sede da Secretaria da Agricultura de São Paulo nesta terça (30), em São Paulo.

Na avaliação de Tessler, o mercado brasileiro de equipamentos para irrigação está cada vez mais profissional e o Brasil, com os seus cerca de 6 milhões de hectares irrigados e uma expansão anual estimada em 200 mil hectares, oferece uma grande oportunidade para que a irrigação ganhe cada vez mais relevância. “Além disso, notamos que novos cultivos começam a ser irrigados em escala produtiva, que os métodos modernos de irrigação, sobretudo os que envolvem controle e monitoramento, vieram para ficar, e as empresas do segmento têm mantido um constante ritmo de investimento nessas novas tecnologias”, destaca o dirigente.

O presidente da CSEI afirmou ainda que o poder público, por seu lado, precisa gerenciar as bacias hidrográficas de maneira a estimular e facilitar os processos que envolvem a irrigação. “Além disso, entendemos a necessidade de se intensificar a divulgação de uma agenda positiva que apresente a irrigação com uma aliada do crescimento, do progresso, da sustentabilidade ambiental e voltada para auxiliar no desafio de produzir cada vez mais alimentos para o mundo”, completou Tessler, destacando que o grande empenho  da indústria de equipamentos para irrigação é “fazer mais com cada vez menos recursos”, uma vez que em diversas regiões, sobretudo no Nordeste, deve se acentuar a carência de água, com a consequente disputa pelo insumo, sobretudo em relação a geração de energia.

O palestrante iniciou sua apresentação lembrando que o Brasil possui hoje um padrão tecnológico que em nada fica devendo aos demais países, incluindo Israel e os Estados Unidos, países que são referências na área. Salientou que o tema da água deve ganhar cada vez mais atenção, pois segundo estimativas da FAO, até 2050, a demanda mundial pelo insumo deve crescer 40%. “Nesse sentido, a irrigação é uma decisiva aliada na preservação desse recurso, uma vez que cerca de 90% da água utilizada no processo de irrigação retorna para a natureza, seguindo o conhecido Ciclo Hidrológico”, observa Tessler.

Em função dessa situação de constante deficiência de água, o dirigente da Abimaq relata que as indústrias do segmento trabalham e investem cada vez mais para aumentar a eficiência dos sistemas de irrigação. “Desde os anos de 1990, quando surgiram as primeiras empresas do setor no Brasil, tem havido um intenso processo de profissionalização, com um nível de consolidação e de estruturação que tem possibilitado excelentes resultados, tanto na eficiência do uso da água, quanto no aumento da produção agrícola”, relata. Entre alguns exemplos de tal incremento na produção, Tessler recorda que o incremento de produção de café chega a 55%, quando se compara uma área não irrigada com uma irrigada. Na primeira, a produção média por hectares chega a 40 sacas, contra 62 na irrigada. Ganhos semelhantes foram constatados também na cultura de outros produtos.

Para o dirigente da Abimaq, com as modernas e sofisticadas tecnologias desenvolvidas no agronegócio brasileiro, a tendência é o segmento de irrigação contribuir cada vez mais para o uso racional da água na agricultura e também para melhoria da produtividade. “O desenvolvimento de sensores sofisticados, que indicam o tempo ideal de fazer a irrigação, a conexão das informações no ambiente da nuvem, o desenvolvimento de novos materiais e compostos aplicados nos equipamentos, a otimização do uso de satélites e de drones, a aplicação conjunta de água e fertilizantes, assim como uma maior interação entre fabricantes, academia e consultores, devem incrementar o que se começa a classificar como Irrigação Inteligente. Com tudo isso, a irrigação, cada vez mais, se firma como uma solução para o aumento da produção de alimentos, garantindo assim segurança alimentar para um mundo carente de alimentos”, complementa o palestrante.

Ao fazer a saudação inicial antes da palestra, o secretário da Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim, destacou o trabalho de parceria da Secretaria com a CSEI da ABIMAQ promovido, sobretudo, a partir da crise hídrica vivida pelo Estado. “Acredito que o próximo grande salto na produção com aumento da produtividade da agricultura brasileira deverá vir por meio do uso intenso de tecnologia na irrigação”, afirmou o secretário, enfatizando é que nesse contexto que se encaixa o evento promovido pela Câmara.

Fonte: Abimaq

O futuro da água

Resultado de imagem para crise de agua

Artigo

As crises no abastecimento de água no Brasil vêm se sucedendo em velocidade e gravidade crescentes. No Nordeste, severas estiagens marcaram de forma dramática os anos 1980, 2009 e 2017, e no Sudeste, os de 1964, 2003 e 2015. Essa escalada vai ao encontro das estatísticas da Munich Re, uma das maiores companhias de resseguro do mundo, de que a frequência dos eventos climáticos extremos com perdas econômicas cresceu cerca de três vezes desde 1990, causando prejuízo anual de US$ 1,3 trilhão para a economia mundial, segundo o Fórum Econômico Mundial.

Dados do WWI (Worldwatch Institut) apontam que o crescimento populacional até 2030, quando o mundo chegará a cerca de 9 bilhões de pessoas, demandará 50% a mais de alimentos, 40% a mais de energia e 30% de água. Nesse horizonte, a ONU (Organização das Nações Unidas) projeta que a demanda por água superará a oferta em 40%. O impacto será maior nos países menos desenvolvidos.

Embora consuma cerca de 20% da água utilizada no mundo, em comparação aos 70% absorvidos pela agricultura irrigada, o setor industrial sabe que a principal ameaça dessa progressão alarmante recai sobre sua atuação. Pois a população consome apenas 10% do total e terá sempre prioridade nos casos de grave escassez hídrica, assim como a produção de alimentos.

Muitos passos já foram dados para reduzir o consumo de água tratada pela indústria. No Brasil, a solução da água de reúso industrial, produzida a partir do esgoto tratado com tecnologia avançada que inclui membranas de ultrafiltração e osmose reversa, está disponível e sua adoção é crescente.

É necessário engajar toda a cadeia de valor neste esforço e buscar cooperação intersetorial. Modelo a ser seguido é o Movimento Menos Perda Mais Água, da Rede Brasil do Pacto Global, ligado à ONU, com o objetivo de engajar governo, sociedade organizada e iniciativa privada no controle e redução das perdas de água tratada na distribuição. O caminho começa por reduzir a pressão nas redes de distribuição, passa por estabelecer sistemas de micro e macromedição capazes de alertar sobre possíveis vazamentos e, a partir das informações coletadas, planejar e executar a troca progressiva da rede física de distribuição por tubos de polietileno de alta densidade e de PVC, alternativas eficientes, duráveis e competitivas.

A melhoria da eficiência no uso da água, seja para fins domésticos, industriais ou agrícola, é possível, mas passa pelo engajamento e pela cooperação de todos – governo, sociedade e setor privado – para produzir solução na velocidade e na escala necessárias.

Mario Pino é gerente de Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

Palavra do leitor

Irregulares
Cobrança indevida do Thermas de São Paulo continua para todos que se recusaram a pagar ‘taxas de melhorias’ há anos cobradas de forma irregular! Título que paguei muito caro e quase nem usufrui! Na época, informaram-me de que se não pagasse taxas, que eram de R$ 480, não poderia frequentar o clube. Agora, anos depois, acumulam-se mais de R$ 5.000! Comprei esse título para ajudar a construir esse clube. Remido, que eu saiba, não paga mais nada, nunca! Um senhor, muito ‘liso’, disse-me que não cobrariam mais. Ligando para lá, surpresa! Não frequento isso há quase 24 anos! Quanta enganação! Uma pena, senhores do Thermas de São Paulo-Magic City, em Suzano! Polícia, Procon, ajudem-me a resolver esse tipo de estelionato.
José Eduardo Zago
Mauá

Tem jeito, sim!
Estou indignado com esses governos municipais e estaduais e também com este presidente corrupto, que gasta dinheiro do povo para se segurar no cargo. Como não têm dinheiro os municípios, os Estados e o Brasil? Se pensassem e fizessem reforma em tudo no País sobraria dinheiro: tais como diminuir os cargos de vereadores, deputados, senadores, os comissionados – que não servem para nada e são apenas cabos eleitorais de luxo desses políticos corruptos. Eles, os políticos, ganham muito dinheiro. O próprio Tiririca disse que nunca viu tanto dinheiro como agora. Então é ter vontade, ser sério, que dão jeito no País. Cobrem os maiores devedores da Nação que as contas batem.
Alcyone Sebastião
São Caetano

Mórbido
Concordo com o colunista Flávio Ricco a respeito do programa, se é que se pode dizer assim, chamado Desafio sob Fogo, exibido pelo canal History (Cultura&Lazer, ontem). É de uma morbidez sem tamanho. Mas daí dizer que se fosse exibido na TV aberta não duraria mais que um dia, pois o Ministério Público não permitiria, opa, aí é outra história. Só quero lembrar ao caro escriba que pessoas incautas vêm sendo lesadas e roubadas há anos dentro de suas próprias casas através de medicamentos para tudo e para todos. Também por programa que parece brincadeira de advinhação e a pessoa só cai na real quando chega a conta telefônica. Antes fosse como o caro colunista sugere.
Nelson Mendes
São Bernardo

Para não esquecer
Coincidência ou não, a escolha do dia 24 de janeiro para a ‘condenação’ do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, veio mesmo a calhar. No dia 25 estaremos festejando o aniversário de São Paulo. A cidade jamais verá tamanha festa para essa dupla comemoração. A Avenida Paulista se tornará pequena para o maior público já registrado da sua história. Quem viver, verá!
José Marques
Capital

Trabalhoso
Posto que a filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, está impedida de assumir o cargo de ministra do Trabalho, a melhor coisa a fazer seria indicar o próprio Jefferson. De trabalho ele entende como ninguém. Há décadas ‘nosso herói’ tem dado um trabalhão para a Justiça e a todos os políticos que orbitam em Brasília e adjacências. O Partido dos Trabalhadores que o diga. Com ironia, por favor !
Luís Fernando Amaral
Laguna (SC)

Incrível
Da quase totalidade das nomeações de Michel Temer para ministérios ou cargos importantes no primeiro escalão, raros não tinham problemas pregressos com a Justiça. Ou a Abin não está fazendo seu importante papel de triagem (checar a vida pregressa dos indicados), ou Michel Temer não está dando a mínima para o currículo (ou seria prontuário?) dos escolhidos, indicados. Ou, ainda pior, não existe um só político que não tenha mácula em seu passado. Assim sendo, só nos resta única atitude. Não votar em quem foi indiciado ou tem qualquer condenação, quer seja administrativa, penal, ou dos órgãos superiores de controle. Vamos retirar o foro privilegiado dessa canalhada toda para que a Justiça possa atuar e prevaleça, pois se nós estamos sujeitos a ela, por que eles não? Não deixe de votar, porque a sua omissão ajuda a perpetuar no poder essa máfia que dilapida o Brasil há décadas. Vote no menos ruim, ou em alguém (qualificado, se possível) que nunca esteve lá. O Brasil e nossos descendentes (netos ou bisnetos) agradecerão.