Epagri promove reunião sobre manejo sustentável da água na cultura

O escritório municipal da Epagri de Turvo promoveu na tarde de terça-feira, dia 31, uma palestra técnica sobre Manejo sustentável da água na cultura do arroz. O evento foi realizado em parceria com a Cooperativa Turvense de Irrigação (Cootil) e aconteceu no Centro de Eventos Profª Iria Angeloni Carlessi.

Com a participação de 35 agricultores dos municípios de Turvo e Ermo, a palestra teve por objetivo a discussão sobre a problemática da falta de água durante a safra de arroz e o manejo que pode ser adotado pelos agricultores para mitigar os efeitos da falta de água para irrigar as lavouras.

Segundo a engenheira agrônoma da Epagri de Turvo, Beatriz Bez Birolo, a parceria entre Epagri e Cootil vem acontecendo há dois anos, desde o início do Projeto SC Rural desenvolvido pela cooperativa, que possibilitou a aquisição de bombas de irrigação e implementos com subsidio do Governo do Estado.

O engenheiro agrônomo da Epagri de Araranguá, Douglas George de Oliveira, proferiu a palestra e comentou sobre as práticas que podem ser realizadas pelos agricultores em suas propriedades. “A Região possui um alto índice pluviométrico, que chega a 1400 mm ao ano. Temos que armazenar a água nas propriedades para utilizá-la em momentos de estiagem, de modo a manter boas condições para desenvolvimento das lavouras”.

Fonte: Redação Engeplus

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Agricultura biossalina permite usar água salobra na irrigação de pequenas áreas

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A água é fundamental pro sucesso de qualquer atividade agropecuária. Imagina então, como os produtores do sertão do Nordeste sofrem com a falta dela. O Globo Rural mostrou uma tecnologia que pode ajudar muitos agricultores a continuar trabalhando, mesmo nos períodos de seca prolongada.

Quem vive e produz no semiárido nordestino sabe que a seca faz parte do clima desse pedaço do Brasil. Em geral, nos anos normais, chove apenas três, quatro meses por ano. Mas de tempos em tempos, a seca se prolonga.

A chuva irregular faz com que água seja um bem precioso e raro. Os agricultores sertanejos estão sempre em busca de alternativas para continuar trabalhando nos períodos de seca. Mas encontrar água no subsolo nem sempre resolve o problema.

Uma estimativa feita Embrapa mostra que há, pelo menos, 200 mil poços perfurados em todo semiárido nordestino. Mas a maior parte dessa água não vem sendo usada por causa da qualidade. É uma água salobra – com sal.

O agrônomo Tony Jarbas é doutor em solos e pesquisador da Embrapa semiárido, em Petrolina. Ele explica que a presença de sais na água se deve à formação geológica dessa região. “São rochas cristalinas e essas rochas contêm na sua estrutura cristalográfica cloretos e elementos químicos que levam a formação de sais. Então, quando essa água entre em contato com essas rochas, que o intemperismo se inicia, esses sais são liberados e vão ficar nessas águas subterrâneas em todo semiárido.”

A água salobra é composta por diversos tipos de sais, como o cloreto de sódio, que tem no sal de cozinha, além de cálcio, magnésio e potássio, por exemplo. O gosto é bem ruim, às vezes não dá nem para beber. Em geral os animais tomam, mas se o teor de sódio for alto, isso pode trazer sérios problemas de saúde para o rebanho. O uso dessa água na irrigação de lavouras é uma grande ameaça para o meio ambiente.

“Quando a gente tem uma água rica em sódio, por exemplo, e a gente usa essa água como fonte de irrigação, a gente está levando para o solo esse sódio. E qual é o efeito desse sódio? Ele entra no solo e começa a quebrar os agregados. Ele tem um efeito de dispersão das argilas do solo. E aí, essa argila dispersa, ela migra em profundidade e acaba entupindo os poros do solo. Por isso que a gente acaba tendo um efeito de compactação. E aí, indiretamente, além de ser feito de compactação, um efeito de erosão do solo. Porque quando chove a água não consegue infiltrar e ela acaba erodindo. Então, escorrendo sobre a superfície e carregando a camada superficial. É um processo de degradação e desertificação”, explica a pesquisadora da Embrapa Diana Signor.

A água não é a ideal, mas é a que tem. Por isso, a Embrapa criou um grupo de pesquisa que está adaptando às condições do Nordeste, uma técnica já usada em outros países: a chamada agricultura biossalina. Como conta o zootecnista Gherman Araújo, coordenador do grupo: “a agricultura biossalina é uma alternativa de cultivo, é uma alternativa de agricultura, onde se tem como base o uso de águas com certos teores de sais. É uma agricultura que tem sido utilizada desde da década de 50, onde a disponibilidade de água doce é extremamente restrita. Então, essas águas com certos teores de sais, uma vez utilizadas com critérios, podem se tornar uma excelente alternativa de produção.”

A ideia é trabalhar em pequenas áreas, destinadas à produção de forragem pra alimentação animal. O sistema deve seguir três regras fundamentais: análise da água do poço que vai ser usado para determinar a quantidade e os tipos de sais que ela contém; conhecer muito bem o solo que vai ser irrigado; escolher culturas adequadas pra cada situação.

A Embrapa vem testando algumas plantas em um campo experimental. Gherman Araújo explica que as plantas recomendadas para o sistema de agricultura biossalina devem ser as halófitas. “São aquelas plantas que toleram sais, que são resistentes aos sais. A planta mundialmente reconhecida como obrigatoriamente halófita é a erva-sal ou atriplex nummularia. Essa precisa, inclusive, de sódio para o seu crescimento.”

A erva-sal tem mais de 20% de proteína. Por isso, pode ser usada como forrageira. “A proteína, na verdade, é o nutriente mais importante, mais rico e, digamos, mais caro no processo de formulação de uma dieta para os animais. Então, essa planta tem importância enorme para o nosso semiárido também”, completa o zootecnista.

A Embrapa também está testando plantas já conhecidas e cultivadas por muitos agricultores sertanejos, como a gliricídia e a palma forrageira. Os testes também mostraram bons resultados com sorgo, moringa, leucina e palma.

A palma, além de forrageira para matar a fome dos animais, é também uma fonte de água, que pode ser usada para matar a sede do rebanho. A planta é uma produtora de água. Ela tem 90% de água e 10% de matéria seca.

Para conseguir bons resultados é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é associar a irrigação com uma adubação orgânica. Quanto menos água salgada for para o solo, melhor. Por isso, os pesquisadores estão trabalhando para determinar qual o volume ideal de irrigação que cada planta precisa.

Mesmo com todo cuidado, essa água acaba salinizando o solo. Por isso, os pesquisadores estão desenvolvendo um sistema de manejo que ajuda a preservar a qualidade da terra. Funciona assim: o agricultor divide a propriedade em talhões. Escolhe um, instala a irrigação e faz o plantio. Periodicamente, a área tem que passar por uma análise de solo. Quando o teor de sal ficar crítico, o talhão tem que ser abandonado e o agricultor tem que mudar todo o sistema para outro e a terra vai descansar até baixar o nível de sal. O tempo varia de acordo com o tipo de solo e a quantidade de sais que ele absorveu. É um tipo de agricultura que casa muito bem com pequenos agricultores.

Fonte: Globo Rural

Especialista prevê fim da estiagem no oeste da Bahia

A preservação dos recursos hídricos disponíveis na região oeste da Bahia foi pauta de um debate promovido pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Jaborandi, que reuniu na Câmara de Vereadores daquele município, irrigantes, representantes de órgãos ambientais e da sociedade civil, além de prefeitos e vereadores de Jaborandi, Correntina e Coribe. A reunião aconteceu na última sexta-feira (27).

O diretor de Águas e Irrigação da Aiba (Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia), Cisino Lopes, compôs a mesa de debate e defendeu o direito ao uso democrático da água, o que inclui a irrigação de forma eficiente e consciente. As palavras equilíbrio e sustentabilidade deram a tônica do seu discurso. Segundo ele, é possível continuar produzindo alimentos minimizando os impactos ambientais.

“Acho pertinente essa preocupação com os recursos naturais, só não podemos ser radicais. A palavra-chave é fazer o uso racional daquilo que dispomos. As pessoas têm uma visão equivocada da agricultura e, sobretudo, da irrigação. E as veem como vilãs, mas esquecem que foram elas que trouxeram desenvolvimento e progresso para a nossa região; que transformaram o cerrado em terra agricultável; que gerou emprego e renda para a nossa população. Basta comparar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios onde há o agronegócio com os que não há para perceber que a atividade traz muitos benefícios”, argumentou o agrônomo, defendendo o uso consciente da água, sobretudo nesse período prolongado de estiagem.

Os irrigantes ouviram de especialistas que o momento atual é de alerta, por conta do baixo volume dos rios, ocasionado pela falta de chuva na região.

Momento de Alerta – Para Cisino, o momento atual é de alerta, por conta do baixo volume dos rios, ocasionado pela falta de chuva, razão que tem levado a Aiba a orientar os seus associados a adotarem algumas medidas preventivas. No entanto, ele acredita que cenário deve mudar nos próximos dias. A previsão de chuva foi confirmada pelo meteorologista e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas, PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas, Luiz Carlos Molion, que palestrou no evento.

Segundo o especialista, as restrições hídricas enfrentadas não só no oeste, mas em outras regiões do País, têm mais a ver com o ciclo climático do que com a própria atividade de irrigação. O professor da Ufal é otimista quanto à próxima safra. De acordo com suas perspectivas, a chegada do fenômeno la niña vai garantir a boa distribuição das chuvas, promovendo boa produtividade, bem como a normalização do nível dos rios.
“Está previsto o fim de um ciclo e o começo de um outro, pois na natureza nada é definitivo. Vejo uma boa previsão para os próximos dez anos, mas a curto prazo posso adiantar que os anos de 2018 e 2019 serão melhores em termo de chuvas”, disse.

O produtor rural Denilson Roberti classificou a iniciativa de “excelente oportunidade de informar, com embasamento científico, as reais causas para os longos períodos de seca que podem influenciam o regime de chuvas e a oferta de água pelos rios da região”. Em sua opinião, “encontros como esse são importantes para esclarecer as lideranças e a população de um modo geral, que geralmente colocam a culpas no agronegócio e ignoram os fatores cíclicos”, pontuou o agricultor, que está há 29 anos em Jaborandi, onde cultiva soja, milho e algodão, sendo 75% com o plantio de sequeiro, ou seja, cultivado somente com o regime das chuvas.

Fonte: Jornal da Mídia

Irrigação por gotejamento e o papel crucial na gestão da água

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O risco de falta de água é global. No Brasil recentes casos de crise hídrica em diversas regiões do país acenderam o sinal de alerta para o consumo consciente do recurso hídrico. Nesse cenário de falta de água a agricultura fica na linha de frente, colocada como a principal vilã e competidora quando o assunto é abastecimento.

O que muitos não sabem é que além da importância indiscutível da agropecuária no que tange a oferta de alimentos, o setor também já se mobiliza em torno da utilização sustentável do recurso. Produzir mais, em menos espaço e com pouca água é, atualmente, o grande desafio da agricultura, principalmente em regiões nas quais água e terra arável são escassas.

Seth M. Siegel, advogado e ativista ambiental norte americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado há pouco no Brasil, em entrevista recente a IstoÉ Dinheiro, afirmou que a sociedade precisa se preparar para escassez de água, e a agricultura tem um papel fundamental nesse futuro. Sem gestão adequada do recurso comunidades já sofrem com a falta da água, mas para que a água chegue a população e também abasteça o campo, é preciso a adoção de tecnologias que permitam produzir mais, com menos.

Foi justamente a necessidade de produzir alimentos com poucos recursos naturais que fez de Israel uma referência em gestão. A irrigação por gotejamento nasceu exatamente neste ambiente desértico, mostrando que é possível colher em terras originalmente secas. Para se ter ideia, o índice médio de chuva em Israel é de 600 milímetros por ano – no semiárido brasileiro, o índice é de 800 milímetros anuais. Na região sul, onde está o deserto de Negev, esse índice não chega a 30 milímetros/ano.

Assim, nasceu a israelense Netafim, pioneira na tecnologia de irrigação por gotejamento, com a missão de conduzir a adoção em massa das soluções de irrigação inteligente para combater a escassez de alimentos, água e terra. O objetivo inicial de ‘florescer no deserto’, se transformou em um grande legado de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente.

No Brasil, Embora o volume total de chuva seja favorável a produção agrícola, a sua distribuição ao longo dos meses não acompanha o ciclo das culturas e acaba faltando água justo nas horas mais importantes. Desse modo, a irrigação inteligente vem sendo cada vez mais adotada, tanto pela preocupação dos produtores em garantir abastecimento o ano todo, quanto pelo melhor aproveitamento das culturas quando se fala de produtividade.

Em 2015, a região sudeste vivenciou um dos piores racionamentos de água dos últimos anos. No Espirito Santo, principal região produtora de café conilon, produtores viram os cafezais desfolharem na seca, e a baixa produção levou o governo brasileiro a autorizar a importação de café para atender a demanda das indústrias de solúvel.

Dessa vez quem sofre é a região Centro-Oeste. Brasília e Goiás enfrentam a pior seca dos últimos 30 anos, e os governos locais já decretaram racionamento severo. Os produtores que não tem reserva, estão impossibilitados de cultivar no inverno e, na safra de verão, ficam reféns de chuvas escassas.

Diante dos riscos eminentes de falta de abastecimento, Seth M. Siegel, defende que a irrigação por gotejamento é a única opção para manter a produção de alimentos e garantir o fornecimento de água à população. “Na agricultura é preciso mudar para o sistema de irrigação por gotejamento. Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins, mas a realidade é que já existem tecnologias capazes de mudar a forma como lidamos com a água”, disse o ambientalista em entrevista.

Verdade que, diferente de Israel, o Brasil possui a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, é preciso considerar que nem sempre a maior concentração de água está localizada nas regiões populosas. “Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global. Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água. Se fizermos tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe”, destacou Siegel.

O Brasil possui uma vasta extensão de terra que podem ser aproveitas para o cultivo de alimentos. Mesmo nas regiões mais secas, o planejamento e a adoção das tecnologias certas, permitirão que o país avance como grande potência mundial na produção alimentos, e a irrigação inteligente é uma ferramenta fundamental para construção desse futuro.

Por Cristiano Jannuzzi, gerente agronômico da Netafim Brasil

Crise hídrica do DF encarece a salada que chega à mesa do brasiliense

Giovanna Bembom/Metrópoles

A míngua nos principais reservatórios hídricos do Distrito Federal – Descoberto e Santa Maria – afeta os dois extremos da cadeia de agricultura: cultivo e consumo. Por causa da falta de água, pequenos e médios produtores reduzem a área de lavoura e irrigação e, assim, perdem espaço para concorrentes de outros estados, o que impacta, diretamente, o bolso do comprador. Prova disso é o encarecimento de alguns dos principais componentes da salada — os preços de alguns itens mais que dobraram desde o início da seca.
O pepino, por sua vez, apresenta a segunda maior variação desde maio. O legume, antes precificado em R$ 1/kg, custava, em setembro, R$ 2,24/kg (124% mais caro). O alimento é seguido pelo quiabo, cujo preço pulou de R$ 3,48 para R$ 5,13 (alta de 47%).

Veja outros itens que ficaram mais caros durante a seca

Diretor executivo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), o engenheiro agrônomo Rodrigo Marques explica que os produtores também estão sujeitos ao racionamento de água iniciado no último 16 de janeiro. Ele afirma que o baixo índice pluviométrico (falta de chuvas) e a economia de água reduziram a irrigação e forçaram a queda da produção agrícola em 30% no Distrito Federal, desde maio.

“Quem cultivava em dois hectares, por exemplo, passou a utilizar somente um, por causa da falta de água”, exemplifica. Marques alerta que, se as chuvas não retornarem rapidamente, haverá maior baixa na produção.

Hortaliças e legumes
Chefe da Seção de Estatística da Ceasa, Fernando Santos avalia que a estiagem ainda não representou ameaça para o cultivo de ao menos um tipo de produto: as hortaliças. “Apesar da seca, a característica do inverno no DF favorece o maior crescimento das folhas. Ou seja, não houve ainda tanta queda de produção. Por isso, não tiveram forte elevação de preço, mesmo com a redução da área plantada.”

Os legumes, por sua vez, não escaparam impunes da crise hídrica. “O alto índice de insolação, por exemplo, foi desfavorável a vegetais como chuchu, quiabo, vagem e repolho. E mais: há pressão inflacionária porque aumentou a importação desses produtos vindos de outros estados”, diz o especialista.

Santos afirma ainda que os produtores mais afetados se concentram nas regiões de Brazlândia, Ceilândia, Vargem Bonita, Pipiripau e Planaltina, além dos núcleos rurais Alexandre Gusmão e Taquara. Ele acrescenta que grandes produtores não sentiram tanto os efeitos da estiagem quanto os pequenos e médios, pois detêm maior estrutura de irrigação.

Racionamento
A Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) afirmou ao Metrópoles que não descarta a possibilidade de ampliação do rodízio de água para dois dias. E acrescentou que qualquer medida será divulgada com antecedência. Segundo as previsões das curvas de acompanhamento, o nível do Descoberto deve voltar a subir em novembro. Já o de Santa Maria começará a recuperar o volume útil a partir de dezembro.

Na segunda-feira (16), o volume do Descoberto atingiu o menor nível histórico: 11,7%. O valor de referência do reservatório para este mês, estipulado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa), é de 9%. Já o índice registrado em Santa Maria ficou em 26%, e a expectativa da Adasa é a de que a bacia encerre outubro com 23% de água.

A Caesb afirmou que, para haver diferença nos níveis dos reservatórios, é preciso que as chuvas sejam volumosas e duradouras e ocorram por vários dias. Mas, de acordo com previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as precipitações devem voltar somente a partir do próximo dia 28. Até essa data, as temperaturas ficarão acima dos 32ºC.

Fonte: Metropoles