Campinas (SP) recebe maior evento de irrigação do Brasil, a partir desta quarta-feira (19)

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Tem início nesta quarta feira, dia 19 de setembro, em Campinas (SP), a segunda edição da Feira Internacional da Irrigação Brasil 2018 (FIIB 2018), que será realizada até o dia 21 de setembro (sexta-feira), das 9h às 17h, no Centro de Convenções Expo Dom Pedro (Shopping Parque Dom Pedro).

O evento contará com uma solenidade de abertura, da qual diversas autoridades do agronegócio participarão, dentre elas, o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Francisco Sérgio Ferreira Jardim, cuja presença está confirmada.

Na sequência da cerimônia de abertura haverá uma conferência inaugural especial, ministrada pelo presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Maurício Antônio Lopes.

Neste ano, um dos destaques da programação será a palestra, que acontecerá no último dia do evento (sexta-feira, dia 21), do engenheiro agrônomo Carlos Hanada, especialista em jardins verticais, responsável por projetos grandiosos em São Paulo (SP), como o Corredor Verde na Avenida 23 de Maio; os jardins do Hospital Sírio Libanês, Hospital do Coração, Grupo Carrefour, Rede Globo; além do Jardim Botânico Plantarum, no Rio de Janeiro (RJ). Mas muitos outros temas de grande relevância para o setor serão tratados emmais de 20 palestras ao longo de toda a programação, que está disponível no site: www.feiradeirrigacao.com.br/programacao

Simultaneamente à FIIB 2018, acontecerá ainda o XXVII Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem (CONIRD), organizado pela Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem (ABID) e o Instituto de Pesquisa e Inovação na Agricultura Irrigada (INOVAGRI).

SERVIÇO
Evento: Feira Internacional da Irrigação Brasil 2018 (FIIB 2018)
Data e horário: 19, 20 e 21 de setembro, das 9h às 17h.
Local: Centro de Convenções Expo Dom Pedro (Shopping Parque Dom Pedro), em Campinas (SP).

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas antecipadamente pelo site – www.feiradeirrigacao.com.br – ou presencialmente no local, durante o evento.

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Meio ambiente é preservado, mesmo em áreas de agricultura

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A agricultura, ao contrário do que algumas pessoas podem imaginar, tem se tornado uma grande aliada na preservação do meio ambiente. Dados de fevereiro de 2018 revelam que agricultores, pecuaristas, silvicultores e extrativistas destinam à preservação da vegetação nativa mais de 218 milhões de hectares. Isso equivale a 1/4 do território nacional (25,6%). Os números foram coletados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Territorial (Embrapa/SP), a partir das informações mantidas no SiCAR pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

Para o coordenador do Núcleo de Direito do Agronegócio do IPOJUR (Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas em Ciências Políticas e Jurídicas), Rafael Molinari Rodrigues, a agricultura contribui com o meio ambiente devido ao uso de tecnologia avançada. “A tecnologia com stones (drones) e imagens de satélite possibilitam melhor controle das áreas protegidas sob o ponto de vista legal. Pesquisas realizadas por diversas empresas para melhores sementes, defensivos agrícolas e fertilizantes, cada vez mais específicos para os tipos de solo e região do país, resultam em maior produtividade da plantação, sem necessidade de aumentar áreas ambientalmente protegidas para ter maior produção agrícola”, avalia Rodrigues, que aponta outro item na preservação: as melhores práticas agrícolas. “A rotação de culturas e o manuseio das sementes/fertilizantes/defensivos também ajudam a proteger o solo”, completa.

Dados geocodificados – Desde 2016 os proprietários de terra no Brasil devem fazer um Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma exigência do governo federal a partir da aprovação do Código Florestal de 2012. Com base em imagens de satélite, o CAR obtêm dados como o perímetro do imóvel rural, mapas das áreas exploradas, consolidadas, de preservação permanente, de reserva legal, de interesse social, de utilidade pública, entre outros.

Com os dados geocodificados levantados até agora, a Embrapa afirma que em áreas agrícolas consolidadas os agricultores e pecuaristas são, hoje, os principais responsáveis pela preservação ambiental. É como se cada produtor rural utilizasse, em média, apenas metade de suas terras. A outra metade é ocupada com áreas de preservação permanente (às margens de corpos d’água e topos de morros), reserva legal e vegetação excedente. O centro de pesquisa estimou o valor do patrimônio fundiário imobilizado em preservação ambiental e chegou à cifra de R$ 3,1 trilhões.

Rodrigues ainda lembra que no Brasil há um espaço enorme para crescimento sem ocasionar nenhum desmatamento ou infração ambiental. “A integração entre agricultura e pecuária, por exemplo, é uma das formas de ajudar o meio ambiente e aumentar a produtividade no agronegócio. Ainda há muito a ser feito neste aspecto e o potencial do país é vasto para isso”, conclui Rodrigues.

Fonte: G1

Agricultura e ciência: a aposta de produtores de Goiás

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É comum encontrar agricultores que trabalham de forma coletiva – mutirões, associações e cooperativas, grupos de compra de sementes. O Globo Rural mostrou neste domingo (26) produtores que se uniram para fazer pesquisa. Com mais conhecimento, eles colhem ótimos resultados.

Goiás é um imenso campo de grãos. Soja no verão e milho na safrinha se revezam no horizonte da zona rural. O estado é o quarto maior produtor de grãos do país. Quase 10% da produção nacional saiu do estado, na última safra.

A região é conhecida pela tecnologia no campo e altos índices de produtividade, como os da soja na fazenda de Flávio Faedo, em Santa Helena de Goiás. “Nos últimos anos eu tenho conseguido manter a média de 65 sacos por hectare, com picos até de maior produtividade. E o milho safrinha mesmo, que é a segunda safra, a gente vem evoluindo muito com o que a gente vem sabendo de técnicas pra aumentar a produtividade e hoje a gente chega a 150 sacos de milho por hectare na segunda safra”.

São números excelentes. Se explicam por investimentos pesados no campo e conhecimento. O Flávio faz parte de um grupo de 36 produtores que abrem as porteiras e financiam pesquisas independentes.

É uma equipe de estudos coordenada pelo agrônomo Túlio Gonçalo. “Hoje o produtor ele é muito assediado no campo por diversas empresas, diversos produtos diferentes, e é difícil dentro desse assédio você tomar a melhor decisão. A gente toma, mas nunca sabe se tá tomando a melhor decisão”.

Foi dessa inquietação que surgiu um grupo a quase 20 anos: o GAPES – Grupo Associado de Pesquisa do Sudoeste Goiano. Pra resolver essa dúvida, essa incerteza de que produto comprar, com tanta oferta no mercado, alguns produtores fizeram uma aposta: fazer os próprios testes, pesquisa independente, e parece que tá dando certo.

Eles começaram pequenos: em 1999, eram 33 mil hectares monitorados, de 24 produtores. Hoje são 36 agricultores e 110 mil hectares espalhados por sete municípios no entorno de Rio Verde, uma das capitais do agronegócio brasileiro. As áreas particulares servem como campo de pesquisa. No dia em que o Globo Rural visitou o Flávio, por exemplo, técnicos do GAPES estavam na lavoura de milho.

O GAPES também investiu em uma sede de pesquisas. Uma área que dá apoio aos testes que já eram feitos em fazendas parceiras. São 53 hectares. Este ano, uma das principais análises foi para ferrugem asiática. “A nível nacional é a principal doença na cultura da soja”, explica o agrônomo do GAPES Túlio Gonçalo.

Fonte: Globo Rural

A agricultura é importante demais para se permitir que diferenças ideológicas a paralisem

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É neste mês que os negócios entre a alemã Bayer e a americana Monsanto definitivamente se fundem sob uma única marca: agora será somente Bayer. A fusão, fruto de um negócio de US$ 62,5 bilhões iniciado em setembro de 2016, vai trazer grandes transformações à empresa. Em entrevista exclusiva à DINHEIRO RURAL, o executivo irlandês Liam Condon, 50 anos, CEO global da divisão Crop Science da nova Bayer, e membro do Conselho de Administração global da companhia, conta quais são elas e como se dará a integração das empresas. Para Condon, o que vale daqui em diante será o esforço para mudar a imagem do setor de defensivos junto ao consumidor.

O futuro da nova Bayer depende dessa tarefa. A soma das receitas das duas empresas estão hoje estimadas em US$ 23,5 bilhões, em produtos e serviços para proteção de cultivos e biotecnologias, valor que será anunciado oficialmente em setembro. O Brasil responde por 17% dessa receita, o equivalente a US$ 4 bilhões, ou cerca de R$ 15 bilhões. No mundo, o grupo Bayer passa a faturar US$ 54 bilhões.

DINHEIRO RURAL – Por que ainda hoje o consumidor é tão pouco esclarecido sobre o papel das empresas que atuam no segmento de proteção de cultivos?
LIAM CONDON – Vivemos um mundo onde a confiança em muitas instituições está no nível mais baixo de todos os tempos. Sabemos disso. A Bayer entrevistou dez mil consumidores de dez países diferentes e descobriu que, embora a maioria deles apoie as inovações que geram mais alimentos, muitos temem que as tecnologias utilizadas pelos agricultores possam prejudicar as pessoas e o meio ambiente. A mensagem não poderia ser mais clara: não é suficiente cultivar com eficiência, os consumidores precisam saber que seus alimentos são produzidos de forma segura e sustentável.

RURAL – O que pode ajudar nesse processo?
CONDON – A companhia está comprometida em melhorar ainda mais seu engajamento na sociedade. O objetivo é aprofundar o diálogo. Queremos ouvir nossos críticos e trabalhar junto onde haja consenso. A agricultura é importante demais para se permitir que diferenças ideológicas a paralisem. Temos de conversar. Essa é a única maneira de construir pontes. E temos dialogado por meio de entidades, organizações não governamentais, redes sociais e demais meios de comunicação.

RURAL – Como a nova Bayer se prepara para um futuro que alia biotecnologias com agricultura digital?
CONDON – A inovação é essencial para produzir alimentos mais saudáveis, seguros e acessíveis para uma população em crescimento. A combinação das duas empresas permitirá entregar mais inovação de forma mais rápida e fornecer soluções adaptadas às necessidades dos agricultores em todo o mundo. No futuro, as equipes dos laboratórios e do campo vão abordar a inovação de maneira mais holística, à medida que lidamos com os enormes desafios de uma agricultura que deve ser cada vez mais sustentável.

RURAL – Mas os agroquímicos, o coração da companhia que o sr. administra, é um grande desafio global em temos de regulamentação. O que esperar de uma empresa com a atual musculatura da Bayer?
CONDON – Estudos de segurança, subjacentes ao registro de defensivos agrícolas, são usados pelos reguladores para assegurar que produtos não prejudiquem as pessoas, a vida selvagem ou o meio ambiente, quando usados com responsabilidade. Mas como o nosso sistema regulador coloca o ônus de conduzir esses estudos para o fabricante, alguns questionam se os estudos são objetivos e imparciais. Numa época de falta confiança, dizer “confie em mim” pode não parecer muito convincente. Reconhecendo que é preciso mais do que retórica, decidimos, voluntariamente, ser a primeira empresa de ciência agrícola a disponibilizar publicamente os estudos de segurança regulatória.

RURAL – Desde quando a empresa adotou essa ação?
CONDON – A iniciativa de transparência foi lançada no fim de 2017 e pode ser acessada na internet, em http://www.cropscience-transparency.bayer.com. A ação se baseia na certeza de que a integridade de nossa pesquisa é o que nos dá confiança na segurança de nossos produtos. Ao divulgar o que já foi considerada informação confidencial, acreditamos que a população verá, por si mesma, o rigor científico nos processos. A abordagem da transparência é um passo necessário para recuperar a confiança do consumidor.

RURAL – Como o sr. avalia a tendência mundial do consumidor por produtos livres de agroquímicos e alimentos não transgênicos?
CONDON – A opinião pública frequentemente fica dividida a respeito de produtos orgânicos e alimentos produzidos de forma convencional. Mas, por trás da controvérsia, há uma pergunta constante: quais os métodos e as tecnologias que podem garantir um fornecimento de alimentos saudáveis, agora e no futuro. É preciso mostrar que cultivos modificados também trás muitas vantagens para os agricultores, a população mundial e o meio ambiente.

RURAL – Que dados o sr. tem sobre isso?
CONDON – Por exemplo, apenas 1% das terras agrícolas do mundo são cultivadas organicamente. São 50 milhões de hectares, ante cinco bilhões de hectares de terras destinadas às atividades agrícolas globais. A previsão de uma necessidade 50% maior de produção agrícola para 2050, segundo a Organização das Nações Unidas. Se a produtividade permanecer inalterada, sem investimentos em tecnologias como as genômicas, isso significa que será necessária uma área adicional de terras cultivadas do tamanho dos Estados Unidos.

RURAL – Como mudar a imagem da indústria de agroquímicos, que é vista da mesma forma que a de tabaco?
CONDON – Nos últimos anos, a Bayer tem se engajado na “inovação aberta”, um conceito que conecta a empresa a startups e a instituições públicas para criar novas ideias. Esse é o caminho.Embora o compromisso com a pesquisa interna continue sendo essencial, sabemos que no longo prazo o conhecimento coletivo é sempre mais poderoso.

RURAL – Como isso funciona?
CONDON – A estratégia amplia o ecossistema de descoberta, trabalhando em vários setores e participando de muitas parcerias diferentes. Isso nos permite acelerar o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, necessárias para atender à crescente demanda mundial de alimentos. Os críticos da indústria acreditam que os estudos financiados por empresas estão invariavelmente contaminados. Enquanto as empresas argumentam que o financiamento público de uma pesquisa estaria sujeito à politização, o que sufoca a inovação. Isso levanta a questão: o que constitui uma “pesquisa responsável”?

RURAL – Como se resolve essa questão?
CONDON – Essa questão se resolve preenchendo a lacuna entre os interesses públicos e os privados. Isso começa com a escuta das visões de cada parte e o envolvimento em conversas que tenham significado. Afinal, nós comemos a mesma comida, compartilhamos o mesmo mundo e queremos o que é melhor para os nossos filhos. Continuamos empenhados em explicar estudos e compartilhar inovações sustentáveis.

RURAL – Qual a avaliação que o sr. faz sobre a técnica do refúgio nas lavouras transgênicas, ou seja, juntar a ela uma parte de plantas convencionais, já que ela vem sendo negligenciada pelos produtores.
CONDON – A estratégia de refúgio, que é uma das medidas essenciais para o manejo de resistência de insetos, nunca foi tão difundida no Brasil como atualmente. A Bayer, que possui biotecnologias, tanto no algodão como na soja, tem feito um forte trabalho de comunicação sobre a importância e as recomendações do refúgio, um trabalho desafiador no atual cenário brasileiro.

RURAL – Desafiador em que medida?
CONDON – A recomendação de como implantar o refúgio depende muito do ambiente e da biotecnologia em questão. Sendo assim, as recomendações de refúgio para o Brasil podem e devem ser diferentes das recomendações utilizadas em outros países, como a Austrália, por exemplo. Isso ocorre por conta das condições ambientais, complexos de pragas que afetam a cultura e dos sistemas produtivos adotados.

RURAL – Há pragas já resistentes por conta do ambiente tropical?
CONDON – Sim. No Brasil, há o caso da resistência do fungo que provoca a ferrugem asiática. De acordo com a Embrapa, danos causados por esta doença podem resultar em perdas de rendimento de até 80% de uma lavoura. Desde o surgimento do fungo nas lavouras do País, em 2001, elas estão estimadas em US$ 2 bilhões por safra.

RURAL – Alguma solução à vista para diminuir esse prejuízo?
CONDON – Ainda não. Mas desde 2016, a Bayer tem uma parceria com a Embrapa para o monitoramento da sensibilidade dos fungos no campo. O plano é aprofundar os estudos genéticos da praga, a fim de entender como a resistência se desenvolve, depois de repetidas aplicações de fungicidas. Assim como em outras pesquisas, o objetivo é assegurar sustentabilidade na produção, garantindo que o produtor tenha ferramentas disponíveis para o controle das diferentes doenças da lavoura.

Fonte: Dinheiro Rural

A difusão do plástico na agricultura

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A difusão do plástico na agricultura foi uma transformação silenciosa, que revolucionou a lavoura nas últimas décadas. A partir dos anos 50, a contínua evolução da tecnologia do plástico alavancou um crescimento na demanda mundial pelo produto na ordem de 10% ao ano. Em 1950 a produção de plásticos no planeta era da ordem de 1,3 milhões de toneladas e no início do século XXI atingiu a marca de 225 milhões de toneladas por ano. O plástico possui características desejáveis em vários segmentos – tais como leveza, força, maleabilidade e baixo custo – características demandadas também na AGRICULTURA.

O consumo global de plásticos na agricultura já supera a barreira de 6,5 milhões de toneladas. Teve seu início em 1948 nos Estados Unidos, em seguida no Japão – no começo era utilizado apenas para cobertura de estufas. Atualmente o material plástico já substituiu completamente outros tipos de materiais em diversas funções, tais como vidro no revestimento de estufas e a palha na cobertura de silagens.

Aplicações Agrícolas para o Plástico

Desde meados do século XX o uso progressivo do filme plástico na agricultura é relatado em todo o mundo. Alguns dos benefícios obtidos no uso de material plástico no campo resultam no aumento rendimento, redução da necessidade de herbicidas e pesticidas, proteção contra geadas e conservação da água. O plástico ainda é fundamental para preservar, transportar, embalar e comercializar produtos do agronegócio.

O plástico proporcionou um uso mais eficiente das terras agrícolas, qualidade das culturas e um ambiente mais saudável. Além disso, sistemas agrícolas baseados em plásticos criam soluções eficazes para o cultivo de culturas em diversas maneiras: em regiões áridas, por exemplo, irrigação hidropônica, tubulações e sistemas de drenagem podem reduzir custos em até dois terços, e as novas técnicas são capazes de dobrar o rendimento de colheita.

No Brasil, o mercado de plásticos utilizados para o Agronegócio envolve milhares de toneladas do material por ano. Abaixo listamos as aplicações agrícolas mais utilizadas no mercado brasileiro, que envolvem o PLÁSTICO:

Filmes Agrícolas para Estufa: plástico transparente para coberturas agrícolas que exigem muita luz, como tenda para agricultura de hortaliças, horta de verduras, alface hidropônica, tomate, morango, café, flores. Fabricados com proteção anti-UV para utilização em viveiros, o que proporciona uma maior vida útil do material. Plásticos não tratados são corroídos e desmancham com a ação do tempo e são sensíveis a insumos utilizados na cultura como hortaliças, verduras como alface hidroponia, tomate, morango, café, flores.

Lonas para Silagem: Geralmente produzidas em dupla face (preto e branca), são fabricadas para otimizar a ensilagem de trincheira agrícola de forrageira, grãos, capim, milho, sorgo e cana, entre outros. Produzida para estimular a fermentação do produto armazenado, entregam o melhor suplemento nutricional para o gado. Lonas para silagem são produzidas com polietileno de baixa densidade aditivados com proteção anti-UV. A face branca deve estar exposta ao sol para refletir o calor. Vantagens: Após a aplicação do inoculante ocorre redução das perdas de elementos nutritivos de grande valor, devido à ação de microorganismos, fermentação com maior porcentagem de proteínas, diminuição da perca de umidade ocasionando aumento excessivo de temperatura, maior resistência ao manuseio, dobra e durabilidade.

Forração de Tanque Escavado: A construção de viveiros tipo tanque para peixes faz parte da atividade de piscicultura. A utilização de materiais plásticos no revestimento garante a impermeabilização do tanque. Através da impermeabilização a água pode ser estocada, viabilizando culturas como criação de peixes como tilápia, camarão – carcinicultura, alevinos, irrigação, criatório de lona para piscicultura, represa e açude. O tanque ou lago artificial ainda servem para manutenção de reprodutores, criação de alevinos ou engorda de peixes como a tilápia e o pirarucu.

Técnica de Mulching: O filme plástico mulching para cobertura de solo é utilizado para o combate de ervas daninhas no canteiro, minimiza a utilização de defensivos agrícolas e antecipa a colheita com aumento de produtividade. O mulching cria uma barreira que impede a evaporação e o filme plástico vem se consolidando como a técnica mais utilizada no cultivo de hortaliças (couve, alface) e frutas (tomate, morango, abacaxi e melão), por exemplo. Estudos indicam redução de 60% no uso de herbicidas, 50% na necessidade de irrigação e aumento em 18% na produtividade quando aplicado o filme mulching na horta comparado com uma área de plantio convencional.

Reutilização de Cama de Frango: A aplicação de lona plástica no processo de reutilização de camas de frango de um lote para outro gera excelentes resultados para ao avicultor. Essa prática tem dois aspectos muito importantes: o sanitário – redução de agentes patológicos, e ambiental – redução do descarte do material no meio ambiente.

A utilização da LONA PLÁSTICA na agricultura vai muito além dos exemplos mencionados. É importante o agricultor entenda e se adapte às novas técnicas que permitam produzir mais, com mais qualidade maximizando o retorno sobre o capital investido. O mercado é global e a competitividade é cada vez maior. O material plástico, apesar de não ter o apelo comercial de uma colheitadeira ou de sementes geneticamente melhoradas, é parte importante dessa revolução que contribui para tornar a potência agrícola que é o Brasil.

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Fonte: Grupo Cultivar