Cooperação técnica entre Mapa e Codevasf visa apoiar produção irrigada

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Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), nesta segunda-feira (13) visa apoiar a produção em projetos públicos de agricultura irrigada.

O acordo foi assinado pelo ministro interino do Mapa, Eumar Novacki, e pelo presidente da Codevasf, Antonio Avelino Neiva. No âmbito do Mapa, a execução cabe à Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e Cooperativismo, com foco na difusão de tecnologias sustentáveis de irrigação e drenagem entre agricultores das áreas de atuação da companhia.

Pelo prazo de cinco anos, o termo deverá assegurar o fortalecimento de organizações de produtores, visando a autossustentabilidade, assim como, práticas do associativismo e de cooperativismo.
Plano de trabalho para execução do termo de cooperação prevê infraestrutura técnico operacional e apoio a arranjos produtivos locais, incluindo ações para integração e aprendizagem.

Fonte: Grupo Cultivar

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Fazenda no Cerrado registra recorde brasileiro na produtividade de trigo

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Condições de clima favoráveis, boas práticas e novas cultivares desenvolvidas para a região explicam o bom resultado da cultura do trigo no Cerrado, que registrou nesta safra o recorde de produtividade do País: 139,8 sacos por hectare (sacos/ha), ou 8.388 quilos por hectare (kg/ha) de grãos, enquanto a média nacional é de 46,66 sacos/ha ou 2.800 kg/ha. Esse resultado foi alcançado pelo produtor Paulo Bonato, na fazenda Dom Bosco, em Cristalina (GO). O agricultor atingiu esse recorde de produtividade ao plantar, em 101 hectares de sua fazenda, a cultivar da Embrapa BRS 254.

Atualmente, 80% das variedades de trigo cultivadas no Cerrado foram desenvolvidas pela Embrapa. A mais utilizada é a BRS 264, plantada atualmente tanto na safrinha (sequeiro), quanto no sistema irrigado. Calcula-se que cerca de 65% das lavouras de trigo da região façam uso dessa cultivar. Já a BRS 254, que proporcionou os resultados na fazenda de Bonato, ocupa um espaço menor na região, mas possui alta qualidade industrial, elevada força de glúten, excelente estabilidade e é voltada para panificação. Outra cultivar da Embrapa utilizada por produtores da região é a BRS 394.

O produtor iniciou o plantio no dia 8 de maio, e a colheita foi finalizada em 21de setembro. O custo de produção acabou sendo um pouco maior do que a média: ficou em R$ 3,7 mil/ha, sendo que normalmente esse número gira em torno de R$ 2,8 mil/ha a R$ 3,2 mil/ha. “O custo dele é um pouco maior, pois necessita de mais insumos, mais investimento, mais irrigação, usa mais defensivos, utiliza adubos foliares e micronutrientes”, contou o engenheiro- agrônomo responsável pela área de fomento do trigo da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), Claudio Malinski, referindo-se à lavoura de Paulo Bonato.

Bonato utilizou nesse plantio 190 quilos de sementes por hectare. “Noventa e seis por cento germinaram”, comemora o produtor. Uma grande preocupação dele foi com o controle da brusone do trigo. Além de aplicações preventivas de fungicidas, ele também utilizou produtos que fornecem resistência maior à doença. “Credito essa produtividade a um conjunto de fatores: manejo adequado, cuidado em trocar o ativo dos fungicidas utilizados, ênfase aos aspectos nutricionais. E o clima que realmente ajudou muito. É uma grande satisfação produzir tão bem.”

“Os produtores rurais da região já conhecem bastante a cultura do trigo. Eles sabem conduzir bem a lavoura, fazem boas adubações com tratos culturais muito bem adequados. Somando-se a tudo isso, a genética do trigo é muito boa, e em 2017 contamos com a ajuda do clima, já que o frio fez com que o trigo desempenhasse seu potencial genético mais a contento”, analisou Claudio Malinski.

O frio de fato foi um grande diferencial. O produtor Vilson Baron, do grupo Agro Aliança, também conseguiu produtividades elevadas nesta safra com o trigo. Ele plantou em sua propriedade, em Água Fria de Goiás (GO), 114 hectares da BRS 264 e 80 hectares da BRS 254. Conseguiu produtividades de 127 e 131 sacos, respectivamente. O início do plantio se deu na primeira semana de maio e a colheita começou no dia 10 de setembro.

O produtor usou cerca de 200 quilos de sementes por hectare, e o custo de produção ficou em R$ 2,2 mil/ha, ainda sem contabilizar custos operacionais de plantio, pulverização, colheita e transporte. “Nossa média histórica está bem expressiva, estamos sempre na casa de 120 sacos”. Segundo Baron, o que muda normalmente é mesmo o clima. “Quando chove muito no mês de maio, temos problema com a brusone. Como este ano quase não choveu, pode-se dizer que foi quase perfeito para o trigo.”

Na Fazenda Capão da Onça, também em Água Fria de Goiás, o cultivo do trigo tinha ficado de fora há oito anos, voltando nesta safra para compor a rotação após a soja e o feijão sob pivô. O resultado surpreendeu os sócios Leomar Fontana, Joel Pes e Sergio Zimmermann, com a produtividade média de 129,3 sacos/ha, em 90 hectares, com a cultivar BRS 264. “O clima ajudou bastante a cultura do trigo, e houve até um longo período de frio nos meses de junho e julho, que permitiu às plantas apresentarem todo o potencial”, confirmou Leomar Fontana. A produção foi comercializada a R$ 800 a tonelada.

Já no Moinho 7 Irmãos, em Uberlândia (MG), a expectativa é abastecer 60% da moagem com trigo mineiro. A produção no estado foi de 230 mil toneladas, um crescimento de 5,2% com relação ao ano passado. Na avaliação da responsável por suprimento do Moinho, Isabel Alves, o volume de grãos foi considerado bom e capaz de abastecer o moinho até o início de 2018. “A qualidade é aceitável pela indústria, mas houve muitas variações no pH. Recebemos desde trigo básico a melhorador, o que está exigindo mais esforço na segregação”, explicou.

Fonte: Grupo Cultivar

Agricultura biossalina permite usar água salobra na irrigação de pequenas áreas

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A água é fundamental pro sucesso de qualquer atividade agropecuária. Imagina então, como os produtores do sertão do Nordeste sofrem com a falta dela. O Globo Rural mostrou uma tecnologia que pode ajudar muitos agricultores a continuar trabalhando, mesmo nos períodos de seca prolongada.

Quem vive e produz no semiárido nordestino sabe que a seca faz parte do clima desse pedaço do Brasil. Em geral, nos anos normais, chove apenas três, quatro meses por ano. Mas de tempos em tempos, a seca se prolonga.

A chuva irregular faz com que água seja um bem precioso e raro. Os agricultores sertanejos estão sempre em busca de alternativas para continuar trabalhando nos períodos de seca. Mas encontrar água no subsolo nem sempre resolve o problema.

Uma estimativa feita Embrapa mostra que há, pelo menos, 200 mil poços perfurados em todo semiárido nordestino. Mas a maior parte dessa água não vem sendo usada por causa da qualidade. É uma água salobra – com sal.

O agrônomo Tony Jarbas é doutor em solos e pesquisador da Embrapa semiárido, em Petrolina. Ele explica que a presença de sais na água se deve à formação geológica dessa região. “São rochas cristalinas e essas rochas contêm na sua estrutura cristalográfica cloretos e elementos químicos que levam a formação de sais. Então, quando essa água entre em contato com essas rochas, que o intemperismo se inicia, esses sais são liberados e vão ficar nessas águas subterrâneas em todo semiárido.”

A água salobra é composta por diversos tipos de sais, como o cloreto de sódio, que tem no sal de cozinha, além de cálcio, magnésio e potássio, por exemplo. O gosto é bem ruim, às vezes não dá nem para beber. Em geral os animais tomam, mas se o teor de sódio for alto, isso pode trazer sérios problemas de saúde para o rebanho. O uso dessa água na irrigação de lavouras é uma grande ameaça para o meio ambiente.

“Quando a gente tem uma água rica em sódio, por exemplo, e a gente usa essa água como fonte de irrigação, a gente está levando para o solo esse sódio. E qual é o efeito desse sódio? Ele entra no solo e começa a quebrar os agregados. Ele tem um efeito de dispersão das argilas do solo. E aí, essa argila dispersa, ela migra em profundidade e acaba entupindo os poros do solo. Por isso que a gente acaba tendo um efeito de compactação. E aí, indiretamente, além de ser feito de compactação, um efeito de erosão do solo. Porque quando chove a água não consegue infiltrar e ela acaba erodindo. Então, escorrendo sobre a superfície e carregando a camada superficial. É um processo de degradação e desertificação”, explica a pesquisadora da Embrapa Diana Signor.

A água não é a ideal, mas é a que tem. Por isso, a Embrapa criou um grupo de pesquisa que está adaptando às condições do Nordeste, uma técnica já usada em outros países: a chamada agricultura biossalina. Como conta o zootecnista Gherman Araújo, coordenador do grupo: “a agricultura biossalina é uma alternativa de cultivo, é uma alternativa de agricultura, onde se tem como base o uso de águas com certos teores de sais. É uma agricultura que tem sido utilizada desde da década de 50, onde a disponibilidade de água doce é extremamente restrita. Então, essas águas com certos teores de sais, uma vez utilizadas com critérios, podem se tornar uma excelente alternativa de produção.”

A ideia é trabalhar em pequenas áreas, destinadas à produção de forragem pra alimentação animal. O sistema deve seguir três regras fundamentais: análise da água do poço que vai ser usado para determinar a quantidade e os tipos de sais que ela contém; conhecer muito bem o solo que vai ser irrigado; escolher culturas adequadas pra cada situação.

A Embrapa vem testando algumas plantas em um campo experimental. Gherman Araújo explica que as plantas recomendadas para o sistema de agricultura biossalina devem ser as halófitas. “São aquelas plantas que toleram sais, que são resistentes aos sais. A planta mundialmente reconhecida como obrigatoriamente halófita é a erva-sal ou atriplex nummularia. Essa precisa, inclusive, de sódio para o seu crescimento.”

A erva-sal tem mais de 20% de proteína. Por isso, pode ser usada como forrageira. “A proteína, na verdade, é o nutriente mais importante, mais rico e, digamos, mais caro no processo de formulação de uma dieta para os animais. Então, essa planta tem importância enorme para o nosso semiárido também”, completa o zootecnista.

A Embrapa também está testando plantas já conhecidas e cultivadas por muitos agricultores sertanejos, como a gliricídia e a palma forrageira. Os testes também mostraram bons resultados com sorgo, moringa, leucina e palma.

A palma, além de forrageira para matar a fome dos animais, é também uma fonte de água, que pode ser usada para matar a sede do rebanho. A planta é uma produtora de água. Ela tem 90% de água e 10% de matéria seca.

Para conseguir bons resultados é preciso tomar alguns cuidados. O primeiro é associar a irrigação com uma adubação orgânica. Quanto menos água salgada for para o solo, melhor. Por isso, os pesquisadores estão trabalhando para determinar qual o volume ideal de irrigação que cada planta precisa.

Mesmo com todo cuidado, essa água acaba salinizando o solo. Por isso, os pesquisadores estão desenvolvendo um sistema de manejo que ajuda a preservar a qualidade da terra. Funciona assim: o agricultor divide a propriedade em talhões. Escolhe um, instala a irrigação e faz o plantio. Periodicamente, a área tem que passar por uma análise de solo. Quando o teor de sal ficar crítico, o talhão tem que ser abandonado e o agricultor tem que mudar todo o sistema para outro e a terra vai descansar até baixar o nível de sal. O tempo varia de acordo com o tipo de solo e a quantidade de sais que ele absorveu. É um tipo de agricultura que casa muito bem com pequenos agricultores.

Fonte: Globo Rural

Irrigação por gotejamento e o papel crucial na gestão da água

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O risco de falta de água é global. No Brasil recentes casos de crise hídrica em diversas regiões do país acenderam o sinal de alerta para o consumo consciente do recurso hídrico. Nesse cenário de falta de água a agricultura fica na linha de frente, colocada como a principal vilã e competidora quando o assunto é abastecimento.

O que muitos não sabem é que além da importância indiscutível da agropecuária no que tange a oferta de alimentos, o setor também já se mobiliza em torno da utilização sustentável do recurso. Produzir mais, em menos espaço e com pouca água é, atualmente, o grande desafio da agricultura, principalmente em regiões nas quais água e terra arável são escassas.

Seth M. Siegel, advogado e ativista ambiental norte americano, autor do livro “Faça-se a Água”, lançado há pouco no Brasil, em entrevista recente a IstoÉ Dinheiro, afirmou que a sociedade precisa se preparar para escassez de água, e a agricultura tem um papel fundamental nesse futuro. Sem gestão adequada do recurso comunidades já sofrem com a falta da água, mas para que a água chegue a população e também abasteça o campo, é preciso a adoção de tecnologias que permitam produzir mais, com menos.

Foi justamente a necessidade de produzir alimentos com poucos recursos naturais que fez de Israel uma referência em gestão. A irrigação por gotejamento nasceu exatamente neste ambiente desértico, mostrando que é possível colher em terras originalmente secas. Para se ter ideia, o índice médio de chuva em Israel é de 600 milímetros por ano – no semiárido brasileiro, o índice é de 800 milímetros anuais. Na região sul, onde está o deserto de Negev, esse índice não chega a 30 milímetros/ano.

Assim, nasceu a israelense Netafim, pioneira na tecnologia de irrigação por gotejamento, com a missão de conduzir a adoção em massa das soluções de irrigação inteligente para combater a escassez de alimentos, água e terra. O objetivo inicial de ‘florescer no deserto’, se transformou em um grande legado de sustentabilidade e compromisso com o meio ambiente.

No Brasil, Embora o volume total de chuva seja favorável a produção agrícola, a sua distribuição ao longo dos meses não acompanha o ciclo das culturas e acaba faltando água justo nas horas mais importantes. Desse modo, a irrigação inteligente vem sendo cada vez mais adotada, tanto pela preocupação dos produtores em garantir abastecimento o ano todo, quanto pelo melhor aproveitamento das culturas quando se fala de produtividade.

Em 2015, a região sudeste vivenciou um dos piores racionamentos de água dos últimos anos. No Espirito Santo, principal região produtora de café conilon, produtores viram os cafezais desfolharem na seca, e a baixa produção levou o governo brasileiro a autorizar a importação de café para atender a demanda das indústrias de solúvel.

Dessa vez quem sofre é a região Centro-Oeste. Brasília e Goiás enfrentam a pior seca dos últimos 30 anos, e os governos locais já decretaram racionamento severo. Os produtores que não tem reserva, estão impossibilitados de cultivar no inverno e, na safra de verão, ficam reféns de chuvas escassas.

Diante dos riscos eminentes de falta de abastecimento, Seth M. Siegel, defende que a irrigação por gotejamento é a única opção para manter a produção de alimentos e garantir o fornecimento de água à população. “Na agricultura é preciso mudar para o sistema de irrigação por gotejamento. Muitas pessoas que leem meu livro esperam deparar apenas com coisas ruins, mas a realidade é que já existem tecnologias capazes de mudar a forma como lidamos com a água”, disse o ambientalista em entrevista.

Verdade que, diferente de Israel, o Brasil possui a maior reserva de água do mundo, na Amazônia. Mas, é preciso considerar que nem sempre a maior concentração de água está localizada nas regiões populosas. “Usar as condições climáticas como desculpa, por outro lado, é inaceitável. O motivo pelo qual escrevi o livro é por estarmos diante de um risco global. Precisamos nos preparar para a falta d’água e não adianta rezar. É preciso mudar a agricultura, construir a infraestrutura para o reuso da água. Se fizermos tudo isso, é impossível ficar sem água, a menos que aconteça uma catástrofe”, destacou Siegel.

O Brasil possui uma vasta extensão de terra que podem ser aproveitas para o cultivo de alimentos. Mesmo nas regiões mais secas, o planejamento e a adoção das tecnologias certas, permitirão que o país avance como grande potência mundial na produção alimentos, e a irrigação inteligente é uma ferramenta fundamental para construção desse futuro.

Por Cristiano Jannuzzi, gerente agronômico da Netafim Brasil

Aplicativo para irrigação automatizada ganha o Hackathon Embrapa no Piauí

Com o aplicativo de celular “Irrigação Automatizada”, a equipe TecAgro, da faculdade AESPI-FAPI, de Teresina, é a grande campeã da maratona Hackathon Acadêmico Embrapa Nacional 2017 no Piauí. A  equipe recebeu 377 pontos. A segunda colocada, com 196 pontos,  foi a equipe Omni, que apresentou o trabalho Loja do Caupi, um aplicativo de celular que conecta produtores e compradores de sementes. Em  terceiro lugar, com 184 pontos, ficou a equipe Team One, que construiu o Bom Feijão, também um aplicativo de celular que mostra a viabilidade do plantio de feijão-caupi em regiões do Piauí.

A apresentação dos trabalhos, o julgamento e a divulgação do resultado aconteceram na tarde desta quarta-feira 18, no auditório central da Embrapa Meio-Norte. As equipes vencedoras ganharão cursos de informática e design durante três meses, na ALURA, escola digital com sede em São Paulo; e mais dois livros digitais  da editora Casa do Código, também da capital paulista; e três kits avançados de Arduíno, que é uma plataforma aberta para prototipagem de hardware, utilizada no desenvolvimento de soluções acessíveis e de baixo custo.

Os estudantes vencedores ganharam ainda a oportunidade de estagiar na Embrapa Meio-Norte para aperfeiçoar os aplicativos na prática. Das 10 equipes inscritas no hackathon, cujo tema foi Feijão-caupi: manejo sustentável e mercado, apenas sete apresentaram os trabalhos:  TecAgro, Omni, Team One, Meraki, ADS-AESPI, THESENVOLVER e Team-UFPI. Os estudantes que participaram da maratona são alunos de faculdades particulares e das universidades Federal e Estadual do Piauí.

A comissão julgadora dos trabalhos foi formada pelos pesquisadores Jorge Hashimoto, Kaesel Damasceno, Edson Bastos e Rosa Mota; e pelos analistas Antônio Lima, José Câmara e Bruno Pessoa. O chefe geral da Unidade, Luiz Fernando Leite, presidiu a solenidade de entrega dos troféus, que terminou início da noite.

O objetivo da maratona é auxiliar técnicos e produtores na tomada de decisões para a sustentabilidade da agricultura e  pecuária, com resultados de pesquisas da Embrapa, beneficiando a sociedade. Participam do hackathon, além da Embrapa Meio-Norte, as Unidades Amazônia Oriental (Belém, PA), Roraima (Boa Vista, RR), Informação Tecnológica (Brasília, DF) e Agrobiologia (Seropédica, RJ).

Fonte: Embrapa