Proposta amplia subsídio para energia no bombeamento de água para agricultura familiar

phoca_thumb_l_comunidade_tingui_monteiro_projeto_horta_em_sistema_agroecolgico_territrio_do_cariri_paraibano_5

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 5250/16, do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que estende ao bombeamento de água para irrigação na agricultura familiar o desconto na tarifa de energia elétrica para agricultura irrigada e aquicultura aos fins de semana e feriados.

Atualmente, a lei que trata da expansão da oferta de energia elétrica emergencial (10.438/02) autoriza o desconto das tarifas durante 8h30 por dia, entre 21h30 e 6 horas do dia seguinte aos sábados, domingos e feriados.

Segundo Rocha, os pequenos agricultores enfrentam os maiores impactos das mudanças climáticas dos últimos anos. “Faz-se necessário a criação de estratégias que incentivem o uso da irrigação por esses produtores, responsáveis por produzir mais de 70% dos produtos consumidos pelos brasileiros.”

Somente 30% dos agricultores familiares são irrigantes, devido aos custos da energia elétrica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Tal ação irá incrementar as ações de combate à estiagem ao diminuir os custos para manutenção de um sistema de irrigação, reduzindo assim o custo de produção”, disse Rocha.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-5250/2016

Fonte: Agência Câmara Notícias

Anúncios

Horta Agroecológica e irrigação são um dos espaços mais visitados na Fafec

Horta Agroecológica e irrigação são um dos espaços mais visitados na Fafec

Não é à toa que o espaço dedicado a Horta Agroecológica e a demonstração de sistemas de irrigação na 9 ª Feira da Agricultura Familiar da Região Centro-Sul (Fafec), que acontece em Camaquã, é um dos mais visitados por agricultores em público em geral. Ela concentra a demonstração na prática do plantio, do manejo e dos cuidados que devem ser empregados no cultivo quando o produtor adota o sistema agroecológico, incluindo a adubação, conservação do solo, compostagem, controle biológico e a irrigação.

A horta é um espaço que vem ao encontro da proposta de mostrar aos produtores o que é a diversificação de culturas. “Nesta diversificação, tão importante para a sustentabilidade das propriedades da região, a horta pode contribuir tanto como uma fonte de renda quanto como uma forma de proporcionar segurança alimentar para as famílias de agricultores, quando sua produção for voltada ao autoconsumo”, explica o agrônomo da Emater/RS-Ascar, Antônio Carlos Paganelli.

Por isso, neste espaço, além de aspectos produtivos, são apresentadas alternativas para um melhor aproveitamento dos produtos colhidos da horta e a importância de numa alimentação saudável oriunda de ingredientes frescos e livre de produtos altamente industrializados.

A irrigação também está neste espaço para que as pessoas compreendam que é possível implantar um sistema que propicia regularidade de produção e garante produtividade, ressalta o agrônomo da Emater/RS-Ascar, Marcelo Biassusi.

Outras vantagens da irrigação são a eficiência e a possibilidade de adoção da fertirrigação, que contribui para menor índice de doenças folhares, além de ser um sistema prático porque trabalha com baixa pressão, não havendo necessidade de instalação de bomba, desde que haja um desnível – entre a caixa da água, o reservatório e a lavoura – de 4 metros.

Para os agricultores que constam no Plano Socioassistencial da Emater/RS-Ascar e no Plano Brasil Sem Miséria, um sistema de irrigação pode ser instalado de forma gratuita, isto porque quem arca com as custas do projeto é o Programa Segunda Água, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e do Ministério de Desenvolvimento Social.

Na região Centro-Sul são mais de 275 famílias beneficiadas pelo Segunda Água, espalhadas pelos municípios de Dom Feliciano, Chuvisca, Camaquã, Cerro Grande do Sul, Sertão Santana, Barão do Triunfo e São Jerônimo.

Luciana Aguirre, da localidade de Gramal, São Jerônimo, esteve na Fafec vendo como funciona o kit de irrigação que vai receber em breve. Ela é uma das beneficiárias e já tem planos para melhorar ainda mais a horta que cultiva de forma ecológica. Ela vai colocar uma cisterna e vai fazer a irrigação de moranga, morango, abóbora, chás, temperos e tantos outros hortigranjeiros que ela planta com esmero para a alimentação familiar.

Além da horta a Fafec trouxe para os visitantes outros temas como a biodiversidade, agroindústria, pecuária familiar, piscicultura, ovinocultura, meliponicultura, energia solar fotovoltaica, avicultura colonial e artesanato.

O evento é promovido pela Emater/RS-Ascar, no Parque de Exposição Dorval Ribeiro, concomitante a 50ª Expocamaquã.

 

Parceria entre Embrapa e Afeam promove curso sobre irrigação

article

Foto: Felipe Rosa

Manuseio de Sistema de Irrigação em Agricultura Familiar é o título do curso realizado por meio de uma parceria entre a Embrapa Amazônia Ocidental e a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam). A atividade aconteceu entre os dias 12 e 13 de setembro, com o objetivo de socializar informações em relação aos diferentes métodos de fazer irrigação, levando em consideração a economicidade e as exigências dos diferentes sistemas de cultivo.
O curso, que aconteceu no auditório da Afeam e em propriedades rurais de Manaus, teve como público-alvo técnicos da Afeam, da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) e do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam), além de agricultores familiares e pesquisadores da Embrapa.
Conforme o gerente de crédito da Afeam, Otniel Monteiro, o tema irrigação se torna cada vez mais importante, devido às variações do clima notadas nos últimos anos na região. “Temos percebido a ocorrência de períodos de chuva e estiagem não tão precisos como antigamente. Com isso, os produtores rurais do Amazonas começam a se interessar pela irrigação”, destaca.
Mas não basta apenas o interesse. As diferentes técnicas de irrigação, que permitem o uso mais racional da água na atividade agropecuária, também exigem preparação. Tanto dos agricultores como dos técnicos que atuam no campo e na avaliação de projetos de crédito.
“Neste curso estamos alinhando o conhecimento. Entendendo melhor quais as principais técnicas de irrigação, produtos, qual tipo de irrigação é mais adequado para cada cultura, as tecnologias, etc. Essa capacitação é uma forma de preparar nosso corpo técnico para avaliar os projetos. É importante conhecermos para termos toda a atenção possível quando os projetos chegarem. Sabemos que muitos projetos de irrigação não foram à frente em outras regiões do País justamente por falta de acompanhamento ou conhecimento”, explicou Monteiro.
Conteúdo
O curso Manuseio de Sistema de Irrigação em Agricultura Familiar englobou diversos assuntos, como panorama geral da agricultura irrigada; área irrigada e métodos de irrigação utilizados nas diferentes regiões do Brasil; vantagens e limitações da irrigação; sistemas de irrigação (aspersão, microaspersão e localizada); critérios para a seleção do método de irrigação; componentes do sistema de irrigação (tubulações, motobombas, aspersores, fitas gotejadoras, etc.); modelos de sistemas de irrigação; parâmetros agronômicos e hidráulicos na elaboração de projetos de Irrigação Localizada e fertirrigação; noções de irrigação por autopropelido; noções gerais de custos por hectare dos principais sistemas de irrigação (aspersão, microaspersão e localizada); e sistema de irrigação da energia solar, entre outros.
O treinamento ainda contou com uma visita técnica em propriedades que possuem sistemas de cultivos irrigados no Puraquequara, em Manaus.
O curso contou com o apoio das empresas Comércio de Máquinas e Motores (Comam), Grupo Asperbras e Qluz. A atividade foi coordenada pelo analista Raimundo Nonato Carvalho Rocha e pelo pesquisador José Olenilson Pinheiro, ambos da Embrapa.
Irrigação
Irrigação é o conjunto de técnicas destinadas a deslocar a água no tempo ou no espaço para modificar as possibilidades agrícolas de cada região. A irrigação visa corrigir a distribuição natural das chuvas. Constituindo uma técnica que proporciona alcançar a máxima produção, em complementação às demais práticas agrícolas, a irrigação tem sido alvo de considerável interesse, principalmente nas regiões Nordeste e Centro-Sul do Brasil. Na região Norte, essa prática vem despertando interesse de agricultores devido a sazonalidade das chuvas nos últimos anos. Antes, no Amazonas a irrigação era uma prática comum apenas em hortaliças em cultivos protegidos. A prática da irrigação, além de reduzir riscos, proporciona outras vantagens significativas ao produtor. Para tanto, é imprescindível o conhecimento do manejo racional da irrigação, que consiste na aplicação da quantidade necessária de água às plantas no momento adequado.

Felipe Rosa (14406/RS)
Embrapa Amazônia Ocidental

Telefone: (92) 3303-7852

Fonte: Embrapa

Programa de Gestão Sustentável da Agricultura Familiar beneficiará famílias rurais de Vitória das Missões

Os objetivos, a importância e o funcionamento foram apresentados à administração municipal em reunião

00agricultura_familiar06

Extensionistas da Emater/RS-Ascar desenvolverão, ao longo dos próximos quatro anos, em Vitória das Missões, atividades do Programa Gestão Sustentável da Agricultura Familiar, coordenado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR). Os objetivos, a importância e o funcionamento foram apresentados à administração municipal em reunião realizada na última terça-feira (16/08).

A extensionista da Emater/RS-Ascar, Vânia Miranda, destaca que a proposta central é promover ações de gestão baseadas na adequação socioeconômica e ambiental das propriedades rurais familiares, sendo que ao todo serão atendidas 44 famílias no município, por meio deste programa. “As famílias receberão acompanhamento e orientações sobre como organizar a gestão da propriedade, melhorar a produtividade, organização dos produtos, entre outras atividades”, comenta Vania.

O aumento da renda, a ampliação de área com práticas conservacionistas, a promoção do acesso a bens, serviços e políticas públicas e produção de pelo menos dez produtos para autoconsumo também são alguns dos resultados esperados nas propriedades que receberão assistência continuada e gratuita, por meio do trabalho da Emater/RS-Ascar, com recursos do Governo do Estado.

Fonte: Agrolink

Irrigação e Agricultura Familiar um ótimo caminho para a economia do Brasil

Agricultura-Familiar_

Foto: Divulgação

Com incentivo de projetos a Agricultura Familiar viabiliza estabilidade na economia do Brasil onde mostra um caminho sem crise

A Agricultura Familiar brasileira vem assumindo um papel importantíssimo na geração de emprego e renda, segurança alimentar, preservação ambiental e consequentemente no desenvolvimento socioeconômico do país. No Brasil a agricultura familiar é composta por mais de 4,3 milhões de unidades produtivas – o que corresponde a 84% do número de estabelecimentos rurais. O último censo realizado pelo IBGE realizado no ano de  2013, o setor respondeu por 38% do Valor Bruto da Produção Agropecuária e por 74,4% da ocupação de pessoal no meio rural (cerca de 12,3 milhões de pessoas). a pesquisa referente ao ano de 2006, indica a agricultura de caráter familiar como responsável por um terço da receita dos estabelecimentos agropecuários do país.

Algumas considerações a respeito do assunto são importantes, o setor é visto como grande vilão na Demanda de água, essa desinformação é tratada de forma equivocada por técnicos e alguns meios de comunicação, por interesses econômicos e até ideológicos. “As plantas não consomem água”, assim como nós seres humanos e animais, utilizam-na em seus processos fisiológicos, logo, a agricultura não consome água e sim possui demandas por volumes de água durante o seu desenvolvimento e produção de alimentos, este volume retorna ao ambiente, pela evapotranspiração (evaporação direta e transpiração da planta), na forma de restos culturais, grãos e frutos, na atualidade 44% dos alimentos do mundo são produzidos em 18% da área plantada irrigada.

O Diretor de Financiamento e Proteção à Produção da Secretaria da Agricultura Familiar do MDA, João Luiz Guadagnin, indica que no Brasil a agricultura familiar é composta por mais de 4,3 milhões de unidades produtivas – o que corresponde a 84% do número de estabelecimentos rurais.

De acordo com a lei nº 11.326/2006, agricultor familiar e empreendedor familiar rural são os produtores que não detêm área maior do que quatro módulos fiscais, utilizam predominantemente mão de obra das próprias famílias em seus empreendimentos, têm parte da renda familiar provinda das atividades realizadas em suas propriedades e dirigem os estabelecimentos com familiares. Os agricultores familiares produzem alimentos saudáveis, em todos os municípios brasileiros e abastecem as mesas dos consumidores urbanos. A irrigação é utilizada por mais de 350.000 agricultores familiares, que usam desde os sistemas alternativos de irrigação voltados à agricultura familiar até sistemas de irrigação por inundação, como no caso dos produtores de arroz do sul do Brasil e de outros Estados.

A irrigação deve ser vista como uma tecnologia de produção e não uma técnica de combate à seca, no Estado do Rio Grande do Sul ocorre uma sazonalidade interanual com períodos de estiagens prolongadas e outros de chuvas excessivas que causam grandes prejuízos aos agricultores familiares, no mínimo, em sete a cada dez anos como explica o técnico em irrigação e engenheiro agrícola Rogério Mazzardo ”estiagens afetam a produtividade agropecuária, ocasionando a redução da renda proveniente da atividade, consequentemente ameaça a permanência das famílias no meio rural e a disponibilidade de alimentos aos consumidores”. Finaliza

A região Sul, tradicionalmente, apresenta-se como um Estado que se destaca pela sua produção agrícola e pecuária. O setor agropecuário tem uma estimativa de participação, de 8,7% na estrutura do Valor Adicionado Bruto do Estado. No entanto, sabe-se que esta participação é ainda maior se considerada a repercussão na cadeia produtiva que o setor movimenta. Na estrutura do Valor Bruto da Produção Agropecuária destaca-se a lavoura que responde por 61,34% da produção, seguida pela produção animal com 33,98%. Do total dos estabelecimentos do Estado 85,8% possuem menos de 50 hectares, ocupando 24,4% da área utilizada pela agropecuária, tendo por base estes números conseguimos fazer uma análise do tamanho e da importância social e econômica da agricultura familiar do Rio Grande do Sul.

Existem vários projetos de manejo e irrigação que geram uma forma de incentivo á familiares da zona rural para trabalharem cada vez mais na agricultura familiar é o caso de projeto como o do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio das linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), financia sistemas de irrigação que tem por finalidade potencializar a produção de alimentos, o uso da mão de obra da família e consequentemente melhorar a condição de renda da família.

A linha de crédito por investimento vem do Pronaf que tem como limite até R$ 150 mil por safra/agricultor. O MDA também apoia os serviços de assistência técnica e extensão rural que realizam o trabalho de orientar e supervisionar os sistemas de irrigação em uso pelos agricultores familiares. Como relata o Diretor João Luis Guadagnin ”Os projetos de irrigação são feitos de acordo com a demanda de cada agricultor. No Pronaf são financiados, principalmente, a pequena irrigação, ou a irrigação localizada, a microaspersão, a irrigação por gotejamento e as fitas de polietileno”. Finaliza

Estes produtores e seus familiares são responsáveis por inúmeros empregos no comércio e nos serviços prestados nas pequenas cidades. A melhoria de renda deste segmento por meio de sua maior inserção no mercado tem impacto importante no interior do país e por consequência nas grandes metrópoles.A inserção no mercado ou no processo de desenvolvimento depende de tecnologia e condições político-institucionais, representadas por acesso a crédito, informações organizadas, canais de comercialização, transporte, energia, etc. Este último conjunto de fatores normalmente tem sido a principal limitante do desenvolvimento.

Um desses projetos que mais se destaca é o projeto Mias Água Mais Renda no Rio Grande do Sul que é totalmente voltado ao incetivo de irrigação para famílias que trabalho com cultivo. O projeto é uma politica publica que o estado está promovendo para o desenvolvimento da agricultura irrigada, observando que hoje apenas 5% das áreas irrigadas do país pertencem a perímetros públicos, a região Sul do pais, através do Programa Mais Água Mais Renda, busca incentivar a expansão da agricultura e pecuária irrigada em propriedades privadas no Rio Grande do Sul usando os sistemas de irrigação por aspersão pressurizada, destacando-se os projetos de aspersão fixa enterrada, convencionais, em malha, automatizados ou semi-automatizados, com grande enfoque em pastagens para bovinos de leite. Concedendo licenciamento aos produtores cadastrados junto ao programa e um subsídio em valores investidos na implantação do sistema. O engenheiro e tecnico de irrigação Rogério Mazzardo relata que ”o programa agiliza o processo de obtenção da outorga provisória para captação de água e a licença para implantação do açude e o sistema de irrigação”.

O Programa tem incentivos nos processos de licenciamento ambiental e subsídios nos investimentos financeiros. O estado através de uma Licença de Operação do programa (Fepam – LO 1962/2014) cadastra os agricultores interessados, e que atendam as exigências da LO. Este processo juntamente com uma outorga Prévia de uso da água, trás agilidade a implantação dos projetos, que estão limitados até 10 hectares para micro açudes e açudes, e até 100 hectares para sistemas de irrigação. Além das facilidades na obtenção do licenciamento ”o programa, tem o apelo da sociedade, agricultores também e entidades representativas do setor é forte, mas temos de revisar alguns tramites internos do programa e a licença em vigência, para continuarmos avançando na construção e desenvolvimento da agricultura irrigada no estado” destaca Mazzardo.

O Mais Água Mais Renda concede incentivo financeiro para implantação e/ou ampliação de sistemas de reservação e irrigação, são subsídios em percentuais de acordo com as linhas de crédito oficial que os agentes financeiros praticam, no caso de mais alimento a subvenção é de 28%, Pronamp 30%, PSI e demais 15% dos valores investidos, o estado reembolsa o produtor após o mesmo efetuar o pagamento das parcelas junto ao agente financeiro, sendo a primeira no 48 mês e a ultima parcela do financiamento.

A diversidade de culturas num sistema produtivo permite o melhor aproveitamento dos recursos naturais disponíveis e a escolha de culturas que maximizem a utilização da força-de-trabalho familiar (de produtos com maior agregação de valor) se torna mais vantajosa. Adicionalmente, a produção na propriedade de insumos e bens intermediários (intensidade interna) evita uma maior dependência ao mercado, onde predominam relações assimétricas. Ao mesmo tempo, a agricultura familiar se caracteriza por sua forte capacidade de adaptação às evoluções do ambiente econômico em que se insere trazendo um retorno positivo ecônomico para toda população brasileira.

Fonte: Irrigação.net