IAC produz amendoim que atende agricultores e indústria

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O Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, lançou mais uma cultivar de amendoim, produto muito utilizado nessa época de festas juninas. O produto foi lançado durante a última Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), com grãos que possuem de 70% a 80% de ácido oleico, característica que garante maior tempo de prateleira ao produto, sem perder o sabor.

Segundo o pesquisador do IAC, Ignácio José de Godoy, o amendoim pode ser considerado um alimento saudável e até energético. O estado de São Paulo produz 400 mil toneladas do produto em casca, o que representa 90% do volume nacional. Godoy fala também sobre as outras 4 cultivares, desenvolvidas pelo Instituto, e suas características.

Saiba mais no site EBC

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Comunidades de agricultores participam de curso sobre irrigação

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Comunidades de agricultores estão participando, até este sábado (21), de curso sobre irrigação, onde recebem aulas teóricas e práticas. A capacitação integra as atividades da 60ª edição da Expoema, realizada no Parque Independência. Participam produtores do Agropolo da Ilha e da cadeia produtiva do arroz. Eles estão adquirindo mais conhecimentos para melhorar a qualidade da produção e inserir técnicas mais atualizadas de cultura.

O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), Márcio Honaiser, pontua que o curso é mais um estímulo aos produtores, para que possam qualificar suas culturas. “O conhecimento serve tanto a quem trabalha com hortifruticultura, quanto às cadeias do leite, bovinocultura, arroz e várias outras. A Expoema é uma oportunidade para divulgar e oportunizar essas capacitações, que têm sua continuidade no programa estadual do Agropolos”, enfatizou Honaiser.

“Todo esse aprendizado acumulado aqui no evento vamos aplicar com os produtores com objetivo de potencializar a cultura do arroz. Este tipo de ação é sempre importante por estimular a produção, ajudando a melhorar a qualidade do que é cultivado. A capacitação é sempre importante”, enfatizou o engenheiro agrônomo Sebastião Rodrigues Neto, que acompanha as ações da cadeia produtiva do arroz.

O curso de irrigação faz parte das ações do programa Agropolos, do Governo do Estado, que tem como objetivo apoiar e reforçar as cadeias de produção locais. O projeto atende a produção de pescados, hortaliças e grãos e é promovido em parceria com agricultores, instituições de classe, financeiras e de ensino. Estudantes também estão participando do curso de irrigação junto com 20 comunidades produtoras.

A produção do Agropolos é distribuída para merenda escolar da rede estadual, para pessoas em situação de vulnerabilidade e comercializada a preços mais acessíveis. Além das comunidades produtores da Ilha, que congregam 250 propriedades, as ações do Agropolos atendem ainda produtores do Rio Balsas e Rio Tocantins, das cadeias de aquicultura, leite, carne e couro e hortifruticultura, totalizando 725 propriedades. O programa oferece mais de 80 capacitações, além de distribuir maquinário e insumos.

“O Maranhão possui um imenso potencial para irrigação, graças à riqueza de águas. Estamos incentivando os nossos produtores a terem cada vez mais conhecimentos das novas tecnologias do setor, para que possam aproveitar de forma mais eficiente e sustentável a água disponível, aumentando sua produção e renda”, enfatizou o secretário Márcio Honaiser.

Fonte: Agência Notícias Maranhão

Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja

Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja (Foto: TV TEM)

Localizada Sudoeste do Estado, Itapeva é o munícipio paulista que mais produz soja. No ano passado, a área plantada aumentou 30%. A próxima safra já está sendo plantada.

Sílvio Malutta está plantando o grão em 2 mil hectares. Como nem sempre dá para contar com a chuva, o jeito é utilizar os pivôs de irrigação. Com eles, a terra fica com a umidade que a planta precisa para se desenvolver.

Devido ao aumento dos custos, Sílvio optou por manter o tamanho da área plantada. Ele espera colher 80 sacas por hectare. Parte da soja produzida será exportada e o restante vai virar estoque pra venda e uso na fazenda. A soja representa 70% do faturamento da propriedade.

Na fazenda de Hiroyuki Oi, em Itapetininga (SP), o plantio com irrigação já acabou. São 380 hectares com soja e uma volta completa com os pivôs custa em torno de R$ 10 mil. O agricultor diz que, se o clima não ajudar, os gastos serão maiores que na última safra.

A soja na fazenda foi plantada pouco tempo depois da colheita do trigo. A estratégia do produtor é antecipar o plantio do grão para, assim, também conseguir adiantar a safra do milho safrinha.

Fonte: G1

Agricultores driblam seca e ampliam renda com produção de uvas no Sertão da Paraíba

Agricultor Hélio José consegue manter a produção de uvas do tipo Itália e Rubi durante todo o ano através do uso de um sistema de irrigação por gotejamento em 0,6 hectares

Plantação de uvas ocorre em pleno Sertão paraibano

O cultivo de uvas vem aumentando a renda de famílias e fomentando projetos de agricultura dos municípios de Triunfo e Catolé do Rocha, ambos no Sertão paraibano, respectivamente a 505 quilômetros e 413 quilômetros de João Pessoa.

Em Triunfo, o agricultor Hélio José Monteiro consegue manter a produção de uvas do tipo Itália e Rubi durante todo o ano através do uso de um sistema de irrigação por gotejamento em 0,6 hectares.

A água usada na irrigação vem de um poço tubular com uma vazão média de 1.800 litros por hora. O agricultor é o único que atua com a produção de uvas em Triunfo, local onde toda a produção é comercializada.

Catolé do Rocha

Já em Catolé do Rocha, um projeto de pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vem usando uma área de 2,5 metros quadrados (m²) para a plantação da uva Isabel Roxa com uso de biofertilizantes.

O projeto existe desde 2011 e, de acordo com o coordenador do projeto, professor José Geraldo, tudo é feito sem uso de agrotóxicos e com o desenvolvimento de uma irrigação localizada, que é a aplicação de água diretamente sobre a zona radicular das culturas, em pequenas quantidades, porém durante um longo período de tempo.

“A nossa uva é bem mais doce do que as que normalmente existem no mercado. Pela forma como cultivamos, ela tem uma concentração de açúcar maior. Tudo que fazemos aqui é com base ecológica, orgânica, e isso é justamente o diferencial do projeto”, disse o professor.

O próximo passo do projeto será o cultivo de outros tipos de frutas a partir da mesma metodologia. Segundo o professor, também estão sendo plantadas mudas de coco, banana, maracujá, mamão e abacaxi.

“Pretendemos transformar essa região com outras fruteiras. Já avançamos no cultivo do abacaxi e temos a possibilidade de trabalhar a pesquisa junto com a Embrapa de Fortaleza a partir desse convênio. Até bem pouco tempo não existia a irrigação com biofertilizante e nós conseguimos desenvolver algo que tem o poder de aprimorar o desenvolvimento e o cultivo de vários tipos de frutas”, contou o professor José Geraldo.

Fonte: Tv Cariri

Agricultores do Cinturão Verde aumentam produção com o apoio que recebem da PMJP

Os cinturões verdes são de grande importância para a manutenção da qualidade de vida dos habitantes dos centros urbanos. A sua existência melhora a qualidade do ar das cidades, colabora com a manutenção do microclima da região e preserva o ecossistema onde estão localizados.

Mas os benefícios vão além dos ambientais. Nos cinturões verdes, a produção agrícola, baseada na agricultura familiar, é voltada para frutas e hortaliças, abastecendo o mercado consumidor das cidades próximas. A vantagem é que a localização favorece o transporte destes gêneros agrícolas, deixando-os mais frescos e baratos, gerando, inclusive, menos poluição do ar.

Ciente de todas essas vantagens, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), investiu, desde 2013, R$ 1.249.500,00 através da liberação de crédito por meio do Banco Cidadão. Só em 2017, o investimento já foi de R$ 589.600,00, divididos em três liberações de crédito. Isso sem falar na aquisição do ônibus da feira itinerante que atualmente auxilia 45 agricultores familiares a comercializarem seus produtos.

Foi graças a esses recursos que o agricultor Manoel Luiz dos Santos conseguiu, entre outras coisas, irrigar sua propriedade, localizada em Gramame. “Com isso, a gente vai conseguir continuar trabalhando durante o verão na produção de hortaliças, sem ficar dependendo apenas das chuvas”, explica. Só um dos motores do sistema de irrigação custou oito mil reais, dinheiro que o agricultor não conseguiria desembolsar de uma única vez sem ajuda da PMJP.

Com o dinheiro, Manoel adquiriu o motor, encanamento e demais peças necessárias para instalar o sistema de irrigação, além de material para a plantação. “Se não fosse esse dinheiro seria impossível colocar a irrigação, não teríamos condições. Faz cinco meses que recebi o dinheiro e vou começar a pagar em julho. Estou muito satisfeito”, comemora o agricultor.

Manoel trabalha a maior parte do ano apenas com a esposa. Agora, com a produção continuada, aposta que vai poder contratar uma pessoa para ajudá-lo durante todo o ano.  “Antes, quando a gente conseguia plantar, meu filho vinha nos ajudar alguns dias por semana. Agora, vou poder chamar mais uma pessoa”, planeja.

Fonte: Prefeitura de João Pessoa