Agricultores serrajoenses implantam irrigação por gotejamento

Agricultores do município de São João da Serra investem na agricultura irrigada. O Sr. Paulo Henrique com recursos próprios até o momento  está implantando na propiedade da família na área de irrigação por gotejamento nas cultura de melancia, milho, feijão, macaxeira, melão, mamão e horticultura além de está retomando a criação de abelhas tudo isso com a orientação do técnico do EMATER local Celestino Ribeiro que vem trabalhando para mudar a produção agrícola no município.

Segundo o técnico Celestino Ribeiro a agricultura familiar irrigada aliada à  assistência técnica  aliada ao subsídio de irrigação e ao crédito do BNB impulsionam o desenvolvimento da atividade. Porque temos solo de ótima qualidade insumos baratos, água e o agricultor com vontade de produzir. A tendência é que a médio prazo estejamos com um grupo definido de produtores com sistemas de irrigação em diversas atividades e suprindo a demanda do mercado local em produtos de qualidade e saudáveis para a população.

Fonte: Meio Norte

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Setor agropecuário foi o de maior crescimento em 2017

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A agricultura novamente é destaque no crescimento econômico do Brasil e foi o setor que mais cresceu em 2017. Com o melhor resultado da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 1996, segmento cresceu 13%. O desempenho foi o de mais peso no Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 e representou 70% do crescimento da economia brasileira.

Os cultivos que mais favoreceram o resultado positivo em 2017 foram os de milho e soja. Ambos registraram crescimento expressivo – 55,2% na safra de milho e 19,4% na safra de soja, em relação a 2016. “São duas culturas muito importantes”, ressaltou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

As tecnologias de plantio e colheita aliados ao preparo correto do solo e irrigação adequada são fatores que contribuem para o destacado desempenho. Muitas inovações poderão ser encontradas na AgroBrasília. Com exposição de máquinas e equipamentos modernos para preparo do solo, plantio, irrigação e colheita – a palestras e dias de campo – a grande Feira do Cerrado brasileiro contribui para o crescimento do setor.

Em 2017, a AgroBrasília movimentou R$ 710 milhões em negócios, teve 430 expositores e recebeu 99 mil visitantes. Durante a Feira, os agricultores tem acesso a tecnologias de ponta e conhecimento técnico. A disseminação de informação e a disponibilização de técnicas modernas criam condições para o setor agropecuário ter um bom desempenho econômico.

Renda não acompanhou crescimento – segundo dados da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), houve redução estimada em 4,3% no PIB renda do agronegócio em relação ao ano anterior. O relatório do Centro de Pesquisas Econômicas (Cepea) da Esalq aponta como a baixa de preços reais como principal responsável pelo desempenho.

Serviço: em 2018, a AgroBrasília acontece entre 15 e 19 de maio. A entrada é franca.

Fonte: Grupo Cultivar

Faculdade CNA forma gestores para trabalhar no agronegócio

Engana-se quem pensa que,  para trabalhar no campo, não é necessário uma boa formação. Quando se trata de mercado de trabalho no agronegócio, aproveitar uma boa oportunidade de emprego passa pela formação acadêmica qualificada e capacidade técnica para gerenciamento. Para formar mão de obra adequada às necessidades do setor, responsável por uma participação de 23,5% no PIB brasileiro, a Faculdade CNA oferece 40 vagas com bolsa integral para o curso superior em tecnologia de gestão do agronegócio. As bolsas são destinadas aos estudantes que tiveram notas a partir de 550 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos.

As bolsas 100% integral, para os três anos de duração do curso, são ofertadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), entidade ligada à Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Primeira instituição de ensino do país voltada exclusivamente para o agronegócio, a faculdade CNA recebeu conceito 4, numa escala de 1 a 5, e está entre as melhores instituições de ensino do Brasil, de acordo com o ranking divulgado pelo Ministério da Educação. O curso é presencial, realizado em Brasília e, para este ano, as inscrições podem ser feitas até 10 de fevereiro, pelo site www.faculdadecna.com.br.

O candidato que não participou do Enem ou não alcançou a pontuação mínima no exame pode optar pelo processo seletivo pré-agendado. Essa é a situação de Ronie dos Reis Santos, que obteve 540 pontos na última prova do Enem, e participa do vestibular agendado nesta quarta-feira, 7. Morador de Samambaia, o rapaz, de 25 anos, cursou dois anos de administração, na faculdade Anhanguera. O incentivo da namorada, Patrícia, estudante de agronomia, foi decisivo para que Ronie enxergasse o diferencial, no mercado de trabalho, de um curso voltado para o agro. “Sempre gostei dos assuntos do campo, mas, hoje, dá para perceber que as pessoas estão mais interessadas em se profissionalizar no agronegócio”, explica.

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Ronie relembra que, há pouco mais de duas décadas, a família trabalhava com agricultura familiar, na zona rural de Correntina, município da Bahia. A falta de conhecimento e de cultura dos pais, aliada à ação de grileiros, acabou fazendo com que o pai, Martiniano, trocasse a propriedade e a atividade no campo pela perspectiva de trabalhar na construção civil, em Brasília. “Estou tendo uma oportunidade de seguir os passos dos meus pais, que vieram da roça, mas acabaram vendendo a nossa terra a preço de banana. Só que agora vou ter o conhecimento técnico para resgatar um pouco a nossa história, ajudar a família e também os outros”, comemora o rapaz.

Águeda Recio Y Alvarez Faúla, 26 anos, vive o sonho de 10 entre 10 recém-formados. A jovem se formou na primeira turma de Tecnologia de Gestão do Agronegócio, em 2016. Em janeiro de 2017, Águeda foi contratada pelo Instituto CNA, uma associação civil sem fins lucrativos, que realiza estudos e pesquisas sociais e do agronegócio, e desenvolve tecnologias alternativas para a produção e divulgação de informações técnicas e científicas, com foco no meio rural. Atualmente, Águeda atua em um projeto de pesquisa que prevê o plantio de cultivares no semiárido brasileiro.

A jovem, que tem dupla cidadania — brasileira e espanhola —, mora em uma chácara em Nova Betânia, nas imediações do PAD-DF (Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal). No local, a mãe, Maria Del Mar, cuida da horticultura e da criação de equídeos. Em 2009, Águeda entrou no curso de Ciências Ambientais, na Universidade de Brasília (UnB), mas, após dois anos, trancou a matrículam porque chegou à conclusão de que curso não atendia às suas expectativas. “Quando a gente é mais nova, não tem certeza direito das coisas, mas entendi que Ciências Ambientais não era bem o que eu queria. O curso da UnB tem uma pegada mais ambiental e eu queria focar na área rural”, explica.

Quando saiu da UnB, a jovem começou a participar de capacitações em temas relacionados ao campo, boa parte deles no Senar. Até que, no início de 2014, descobriu que poderia fazer o curso superior em Tecnologia de Gestão do Agronegócio, com uma bolsa de estudos que cobria 75% das mensalidades, por causa de sua nota no Enem. “Hoje o campo é tecnológico e se busca uma maior eficiência na produção. Estamos saindo dessa cultura de que trabalhar no campo é uma atividade informal, realizada de qualquer jeito e sem estudos preliminares”, analisa Águeda.

Danilo Silva Labes, 27 anos, está no quinto semestre do curso na Faculdade CNA. Quando se formar, o rapaz quer atuar na área de bolsa de valores, com foco no mercado futuro de soja. Essa é uma das opções de trabalho, mas o jovem vê inúmeras possibilidades para a atuação do gestor de agronegócios. “É um erro achar que, nessa região, o mercado de trabalho em agro é fraco. Existe um enorme cinturão verde em volta do DF, que está cheio de grandes empresas do agro e que demandam profissionais preparados para atuar em todos os segmentos”, enfatiza Danilo.

“Nós aprendemos muito com os erros, mas, se eu tivesse feito o curso antes, mesmo a distância, teria contribuído mais na administração das propriedades rurais dos meus pais e de outros membros da família”. O desabafo é de Lucimar Pereira Lopes, 43 anos, casada, três filhos, que se formou em gestão do agronegócio no fim do ano passado. Lucimar e o marido, Juarez, engenheiro, administram, a distância, uma propriedade de 230 hectares na zona rural de Contagem, Minas Gerais.

O casal, que já se dedicou à criação de gados de leite e de corte, trabalha, atualmente, em um projeto para a implementação de agricultura irrigada, com pivô central, para o cultivo de soja, milho e feijão, na sua fazenda, em Minas Gerais.

Fonte: Correio Braziliense

 

Agricultores já podem se inscrever para adquirirem lotes do projeto público de irrigação

Inscrições seguem até o dia 11 de fevereiro. Foto: Codevasf/Divulgação (Inscrições seguem até o dia 11 de fevereiro. Foto: Codevasf/Divulgação)
Agricultores interessados em comprar uma das 299 unidades familiares do Projeto Público de Irrigação Pontal já podem realizar as inscrições para a seleção pública na 3ª Superintendência Regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Os interessados podem se cadastrar até o dia 11 de fevereiro.
Clique para acessar o edital

De acordo com o superintendente da Codevasf em Pernambuco, Aurivalter Cordeiro, cerca de 250 agricultores foram atendidos no primeiro dia de inscrições, na última quinta. “As unidades parcelares familiares são destinadas somente a pessoas físicas. No total são 2.006,94 hectares, sendo 1.792,80 hectares irrigáveis e 214,14 hectares não irrigáveis. Nós temos até o dia 11 de fevereiro para atender todos os agricultores que vierem até nós. Acreditamos que a implantação desse projeto vai mudar a vida de muitas pessoas e, consequentemente, marcar a história do Vale do São Francisco com mais um perímetro de irrigação”, afirmou.
A comissão de seleção da Codevasf explicou que, inicialmente, quem quiser participar da licitação deve ler o edital e os respectivos anexos e imprimir a ficha de inscrição. Depois, com a ficha preenchida e os documentos exigidos, é só procurar a 3ª Superintendência Codevasf.
O edital nº 35/2017, os respectivos anexos e outras informações estão disponíveis no site da Codevasf. O material também pode ser consultado ou adquirido gratuitamente, mediante apresentação de um CD/ROM ou pen drive, na Secretaria Regional de Licitações. O endereço da 3ª Superintendência Regional da Codevasf é: Rua Presidente Dutra, nº 160, Centro, Petrolina (PE). Os telefones para contato são: (87) 3866-7722 e 3866-7742.

Abapa entrega kits de irrigação e incentiva produção de algodão entre agricultores do sudoeste baiano

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No Vale do Iuiu, no sudoeste baiano, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) entregou nesta quinta-feira (24), um conjunto de 50 kits de irrigação para apoiar os pequenos agricultores a incrementar a produção de algodão nesta safra 2017/2018. Durante a solenidade de entrega, que contou com as presenças do governador da Bahia, Rui Costa, e do secretário de agricultura Vitor Bonfim, foram contemplados os cotonicultores de dez municípios do sudoeste baiano, que na década de 90, foi o principal pólo de produção da fibra na Bahia. O projeto executado pela Abapa e Seagri contou com investimentos de R$ 328,2 mil, financiado pelo Fundo do Desenvolvimento do Agronegócio (Fundeagro).

Ao receber o kit de irrigação, o agricultor do município de Malhada, Aleci Rodrigues de Araújo, acredita no algodão irrigado para melhorar a rentabilidade com a lavoura. “Estou esperançoso que vou ter uma boa safra e com produtividade”, afirma ao iniciar o plantio na próxima semana, e que também se dedica ao plantio de milho. Um dos primeiros a ser beneficiados pelo projeto da Abapa, há quatro anos, Hélio Nogueira Barbosa, obteve na última safra uma produtividade de 320 arrobas/hectare. “Comecei com 1 hectare e nesta safra vou ampliar a área para 5,5 hectares diante dos últimos resultados da colheita e venda do algodão”.

Esta é a quarta safra seguida que a Abapa vem garantindo suporte técnico e doação de kits de irrigação. Durante a solenidade de entrega, o governador Rui Costa parabenizou a Abapa e os produtores associados pelo suporte aos pequenos agricultores do sudoeste baiano. “Estes kits vão aumentar a produtividade no campo proporcionando maior geração de renda e desenvolvimento econômico para a região”, destacou. Já o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, acredita que, além dos equipamentos de irrigação, o principal diferencial do projeto é a transferência de conhecimento e tecnologia por meio de assistência técnica, monitoramento e visitas técnicas.

“Por meio deste projeto, a Abapa vai promover a sustentabilidade e maior produtividade nas lavouras dos pequenos e médios agricultores familiares, mantendo o produtor no campo e levando mais geração de renda e oportunidades para quem vive no sudoeste baiano”, afirma. Foram entregues, juntamente com os kits de irrigação, aos agricultores dos materiais para o preparo de solo, sementes, adubação de base e cobertura, inseticidas, herbicida e regulador de crescimento. “Com irrigação e controle de doenças e pragas, eles vão incrementar a produtividade garantindo mais renda melhorando a qualidade de vida destas famílias”, complementa Busato.

Além do algodão, os kits também contribuem com o plantio rotacionado de culturas como feijão, milho, sorgo, abóbora e melancia. Na última safra 2016/2017, foram entregues e implantados 20 kits que contribuíram com o aumento da produtividade em uma área total de 97 hectares de oito municípios do sudoeste baiano: Guanambi, Malhada, Carinhanha, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Igaporã e Lagoa Real. Desde o início do projeto, na safra 2014/2015, já foram entregues 34 kits.

 

Fonte: Abapa