Codevasf apresenta alternativas para a produção à agricultores de Limoeiro de Anadia

Na última segunda-feira (27), a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF) realizou, em Limoeiro de Anadia, uma reunião onde foram discutidas as alternativas de produção voltadas aos agricultores do município, que estão recebendo kits de irrigação através da Companhia.

Durante a reunião, realizada na Associação dos Agricultores de Limoeiro de Anadia (ASPROLIMO), o consultor nacional da Codevasf, Luiz Curado, apresentou um projeto voltado para a plantação de Açaí consorciado com inhame, como também outras alternativas tais como: maracujá,  limão e outras.

Na oportunidade, o presidente da Associação, Alvânio, ressaltou a importância do encontro.

“Esse momento representa um grande divisor de águas para os agricultores limoeirenses, que estão sendo beneficiados com os kits de irrigação através da Codevasf”, frisou o presidente da Associação, que ainfa elogiou o apoio dado pela superintendência do órgão.

“Agradecemos muito ao superintendente Marlan Ferreira por essa grande é fundamental iniciativa, que proporcionará uma grande mudança não só no desenvolvimento do nosso município, mas em sua independência socioeconômica”, finalizou.

A convite da CODEVASF, participaram também do encontro o presidente da Associação das Indústrias de Processamento de Frutos Tropicais, Etélio Prado.

Estiveram presentes cerca de 200 agricultores familiares, além do prefeito de Limoeiro de Anadia, Marcelo Rodrigues, o vice-prefeito Luciano Soares, os vereadores: Toinho, Felipe, Beto, Ernandes e Pedro Juvino, os secretários de Agricultura dos municípios de Limoeiro, Arapiraca, Boca da Mata, Maragogí e Porto Calvo.

Fonte: Cada Minuto

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Microprodutora vence obstáculos e cria cooperativa de agricultores familiares em SP

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É comovente, fascinante e extraordinário ver a luta de algumas pessoas para fazer de fato o que as campanhas políticas promovem e defendem, como crescimento do país, inovação, educação, empreendedorismo e emprego.

Mas, quem faz isso é o espírito empreendedor dos brasileiros. Vejam só a luta da microprodutora Satiko Kitamura, que enfrentou uma batalha de mais de 6 anos para criar a sede e uma base de produção de uma cooperativa de agricultores familiares da cidade de Juquitiba, na BR-116 , a caminho de São Paulo para Registro.

Satiko não desanimou. Com um grupo de microprodutores, ela lidera uma organização cooperativista para dar viabilidade econômica, financeira e ampliar o crescimento de agricultores, além de dar utilidade a um monte de sítios que nada produzem.

A Coopjuqui tem cadeias produtivas como o shitake, o shimeji e as hortas orgânicas que já fornecem para a rede pública. Estão trabalhando com mel e ganharam uma casa do mel em retribuição ao plano de coleta de água na região.

Cultivam amora-preta, rãs e, por meio dos incentivos do plano de microbacias, duas pessoas do Governo do Estado, o secretário Arnaldo Jardim e o atual Francisco Jardim conseguiram recursos para a montagem de uma fungicultura com uma instalação sofisticada que produz o composto.

São mais de 100 cooperados e deverá crescer substancialmente. Faço do trabalho da microprodutora Dona Satiko o destaque deste artigo, pois ouvi de sua boca a resposta, perante tantos obstáculos que precisou enfrentar para chegar até o ponto que chegou, principalmente em batalhas burocráticas, e políticas.

Por José Luiz Tejon

Agricultores serrajoenses implantam irrigação por gotejamento

Agricultores do município de São João da Serra investem na agricultura irrigada. O Sr. Paulo Henrique com recursos próprios até o momento  está implantando na propiedade da família na área de irrigação por gotejamento nas cultura de melancia, milho, feijão, macaxeira, melão, mamão e horticultura além de está retomando a criação de abelhas tudo isso com a orientação do técnico do EMATER local Celestino Ribeiro que vem trabalhando para mudar a produção agrícola no município.

Segundo o técnico Celestino Ribeiro a agricultura familiar irrigada aliada à  assistência técnica  aliada ao subsídio de irrigação e ao crédito do BNB impulsionam o desenvolvimento da atividade. Porque temos solo de ótima qualidade insumos baratos, água e o agricultor com vontade de produzir. A tendência é que a médio prazo estejamos com um grupo definido de produtores com sistemas de irrigação em diversas atividades e suprindo a demanda do mercado local em produtos de qualidade e saudáveis para a população.

Fonte: Meio Norte

Setor agropecuário foi o de maior crescimento em 2017

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A agricultura novamente é destaque no crescimento econômico do Brasil e foi o setor que mais cresceu em 2017. Com o melhor resultado da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 1996, segmento cresceu 13%. O desempenho foi o de mais peso no Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 e representou 70% do crescimento da economia brasileira.

Os cultivos que mais favoreceram o resultado positivo em 2017 foram os de milho e soja. Ambos registraram crescimento expressivo – 55,2% na safra de milho e 19,4% na safra de soja, em relação a 2016. “São duas culturas muito importantes”, ressaltou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

As tecnologias de plantio e colheita aliados ao preparo correto do solo e irrigação adequada são fatores que contribuem para o destacado desempenho. Muitas inovações poderão ser encontradas na AgroBrasília. Com exposição de máquinas e equipamentos modernos para preparo do solo, plantio, irrigação e colheita – a palestras e dias de campo – a grande Feira do Cerrado brasileiro contribui para o crescimento do setor.

Em 2017, a AgroBrasília movimentou R$ 710 milhões em negócios, teve 430 expositores e recebeu 99 mil visitantes. Durante a Feira, os agricultores tem acesso a tecnologias de ponta e conhecimento técnico. A disseminação de informação e a disponibilização de técnicas modernas criam condições para o setor agropecuário ter um bom desempenho econômico.

Renda não acompanhou crescimento – segundo dados da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), houve redução estimada em 4,3% no PIB renda do agronegócio em relação ao ano anterior. O relatório do Centro de Pesquisas Econômicas (Cepea) da Esalq aponta como a baixa de preços reais como principal responsável pelo desempenho.

Serviço: em 2018, a AgroBrasília acontece entre 15 e 19 de maio. A entrada é franca.

Fonte: Grupo Cultivar

Faculdade CNA forma gestores para trabalhar no agronegócio

Engana-se quem pensa que,  para trabalhar no campo, não é necessário uma boa formação. Quando se trata de mercado de trabalho no agronegócio, aproveitar uma boa oportunidade de emprego passa pela formação acadêmica qualificada e capacidade técnica para gerenciamento. Para formar mão de obra adequada às necessidades do setor, responsável por uma participação de 23,5% no PIB brasileiro, a Faculdade CNA oferece 40 vagas com bolsa integral para o curso superior em tecnologia de gestão do agronegócio. As bolsas são destinadas aos estudantes que tiveram notas a partir de 550 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos.

As bolsas 100% integral, para os três anos de duração do curso, são ofertadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), entidade ligada à Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Primeira instituição de ensino do país voltada exclusivamente para o agronegócio, a faculdade CNA recebeu conceito 4, numa escala de 1 a 5, e está entre as melhores instituições de ensino do Brasil, de acordo com o ranking divulgado pelo Ministério da Educação. O curso é presencial, realizado em Brasília e, para este ano, as inscrições podem ser feitas até 10 de fevereiro, pelo site www.faculdadecna.com.br.

O candidato que não participou do Enem ou não alcançou a pontuação mínima no exame pode optar pelo processo seletivo pré-agendado. Essa é a situação de Ronie dos Reis Santos, que obteve 540 pontos na última prova do Enem, e participa do vestibular agendado nesta quarta-feira, 7. Morador de Samambaia, o rapaz, de 25 anos, cursou dois anos de administração, na faculdade Anhanguera. O incentivo da namorada, Patrícia, estudante de agronomia, foi decisivo para que Ronie enxergasse o diferencial, no mercado de trabalho, de um curso voltado para o agro. “Sempre gostei dos assuntos do campo, mas, hoje, dá para perceber que as pessoas estão mais interessadas em se profissionalizar no agronegócio”, explica.

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Ronie relembra que, há pouco mais de duas décadas, a família trabalhava com agricultura familiar, na zona rural de Correntina, município da Bahia. A falta de conhecimento e de cultura dos pais, aliada à ação de grileiros, acabou fazendo com que o pai, Martiniano, trocasse a propriedade e a atividade no campo pela perspectiva de trabalhar na construção civil, em Brasília. “Estou tendo uma oportunidade de seguir os passos dos meus pais, que vieram da roça, mas acabaram vendendo a nossa terra a preço de banana. Só que agora vou ter o conhecimento técnico para resgatar um pouco a nossa história, ajudar a família e também os outros”, comemora o rapaz.

Águeda Recio Y Alvarez Faúla, 26 anos, vive o sonho de 10 entre 10 recém-formados. A jovem se formou na primeira turma de Tecnologia de Gestão do Agronegócio, em 2016. Em janeiro de 2017, Águeda foi contratada pelo Instituto CNA, uma associação civil sem fins lucrativos, que realiza estudos e pesquisas sociais e do agronegócio, e desenvolve tecnologias alternativas para a produção e divulgação de informações técnicas e científicas, com foco no meio rural. Atualmente, Águeda atua em um projeto de pesquisa que prevê o plantio de cultivares no semiárido brasileiro.

A jovem, que tem dupla cidadania — brasileira e espanhola —, mora em uma chácara em Nova Betânia, nas imediações do PAD-DF (Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal). No local, a mãe, Maria Del Mar, cuida da horticultura e da criação de equídeos. Em 2009, Águeda entrou no curso de Ciências Ambientais, na Universidade de Brasília (UnB), mas, após dois anos, trancou a matrículam porque chegou à conclusão de que curso não atendia às suas expectativas. “Quando a gente é mais nova, não tem certeza direito das coisas, mas entendi que Ciências Ambientais não era bem o que eu queria. O curso da UnB tem uma pegada mais ambiental e eu queria focar na área rural”, explica.

Quando saiu da UnB, a jovem começou a participar de capacitações em temas relacionados ao campo, boa parte deles no Senar. Até que, no início de 2014, descobriu que poderia fazer o curso superior em Tecnologia de Gestão do Agronegócio, com uma bolsa de estudos que cobria 75% das mensalidades, por causa de sua nota no Enem. “Hoje o campo é tecnológico e se busca uma maior eficiência na produção. Estamos saindo dessa cultura de que trabalhar no campo é uma atividade informal, realizada de qualquer jeito e sem estudos preliminares”, analisa Águeda.

Danilo Silva Labes, 27 anos, está no quinto semestre do curso na Faculdade CNA. Quando se formar, o rapaz quer atuar na área de bolsa de valores, com foco no mercado futuro de soja. Essa é uma das opções de trabalho, mas o jovem vê inúmeras possibilidades para a atuação do gestor de agronegócios. “É um erro achar que, nessa região, o mercado de trabalho em agro é fraco. Existe um enorme cinturão verde em volta do DF, que está cheio de grandes empresas do agro e que demandam profissionais preparados para atuar em todos os segmentos”, enfatiza Danilo.

“Nós aprendemos muito com os erros, mas, se eu tivesse feito o curso antes, mesmo a distância, teria contribuído mais na administração das propriedades rurais dos meus pais e de outros membros da família”. O desabafo é de Lucimar Pereira Lopes, 43 anos, casada, três filhos, que se formou em gestão do agronegócio no fim do ano passado. Lucimar e o marido, Juarez, engenheiro, administram, a distância, uma propriedade de 230 hectares na zona rural de Contagem, Minas Gerais.

O casal, que já se dedicou à criação de gados de leite e de corte, trabalha, atualmente, em um projeto para a implementação de agricultura irrigada, com pivô central, para o cultivo de soja, milho e feijão, na sua fazenda, em Minas Gerais.

Fonte: Correio Braziliense