Abapa entrega kits de irrigação e incentiva produção de algodão entre agricultores do sudoeste baiano

Resultado de imagem para kit de irrigação entrega abapa

No Vale do Iuiu, no sudoeste baiano, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) entregou nesta quinta-feira (24), um conjunto de 50 kits de irrigação para apoiar os pequenos agricultores a incrementar a produção de algodão nesta safra 2017/2018. Durante a solenidade de entrega, que contou com as presenças do governador da Bahia, Rui Costa, e do secretário de agricultura Vitor Bonfim, foram contemplados os cotonicultores de dez municípios do sudoeste baiano, que na década de 90, foi o principal pólo de produção da fibra na Bahia. O projeto executado pela Abapa e Seagri contou com investimentos de R$ 328,2 mil, financiado pelo Fundo do Desenvolvimento do Agronegócio (Fundeagro).

Ao receber o kit de irrigação, o agricultor do município de Malhada, Aleci Rodrigues de Araújo, acredita no algodão irrigado para melhorar a rentabilidade com a lavoura. “Estou esperançoso que vou ter uma boa safra e com produtividade”, afirma ao iniciar o plantio na próxima semana, e que também se dedica ao plantio de milho. Um dos primeiros a ser beneficiados pelo projeto da Abapa, há quatro anos, Hélio Nogueira Barbosa, obteve na última safra uma produtividade de 320 arrobas/hectare. “Comecei com 1 hectare e nesta safra vou ampliar a área para 5,5 hectares diante dos últimos resultados da colheita e venda do algodão”.

Esta é a quarta safra seguida que a Abapa vem garantindo suporte técnico e doação de kits de irrigação. Durante a solenidade de entrega, o governador Rui Costa parabenizou a Abapa e os produtores associados pelo suporte aos pequenos agricultores do sudoeste baiano. “Estes kits vão aumentar a produtividade no campo proporcionando maior geração de renda e desenvolvimento econômico para a região”, destacou. Já o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, acredita que, além dos equipamentos de irrigação, o principal diferencial do projeto é a transferência de conhecimento e tecnologia por meio de assistência técnica, monitoramento e visitas técnicas.

“Por meio deste projeto, a Abapa vai promover a sustentabilidade e maior produtividade nas lavouras dos pequenos e médios agricultores familiares, mantendo o produtor no campo e levando mais geração de renda e oportunidades para quem vive no sudoeste baiano”, afirma. Foram entregues, juntamente com os kits de irrigação, aos agricultores dos materiais para o preparo de solo, sementes, adubação de base e cobertura, inseticidas, herbicida e regulador de crescimento. “Com irrigação e controle de doenças e pragas, eles vão incrementar a produtividade garantindo mais renda melhorando a qualidade de vida destas famílias”, complementa Busato.

Além do algodão, os kits também contribuem com o plantio rotacionado de culturas como feijão, milho, sorgo, abóbora e melancia. Na última safra 2016/2017, foram entregues e implantados 20 kits que contribuíram com o aumento da produtividade em uma área total de 97 hectares de oito municípios do sudoeste baiano: Guanambi, Malhada, Carinhanha, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Igaporã e Lagoa Real. Desde o início do projeto, na safra 2014/2015, já foram entregues 34 kits.

 

Fonte: Abapa
Anúncios

IAC produz amendoim que atende agricultores e indústria

Image result for amendoim

O Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, lançou mais uma cultivar de amendoim, produto muito utilizado nessa época de festas juninas. O produto foi lançado durante a última Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow), com grãos que possuem de 70% a 80% de ácido oleico, característica que garante maior tempo de prateleira ao produto, sem perder o sabor.

Segundo o pesquisador do IAC, Ignácio José de Godoy, o amendoim pode ser considerado um alimento saudável e até energético. O estado de São Paulo produz 400 mil toneladas do produto em casca, o que representa 90% do volume nacional. Godoy fala também sobre as outras 4 cultivares, desenvolvidas pelo Instituto, e suas características.

Saiba mais no site EBC

Comunidades de agricultores participam de curso sobre irrigação

05554_cursos_irrigacao_1_8443870171501990656

Comunidades de agricultores estão participando, até este sábado (21), de curso sobre irrigação, onde recebem aulas teóricas e práticas. A capacitação integra as atividades da 60ª edição da Expoema, realizada no Parque Independência. Participam produtores do Agropolo da Ilha e da cadeia produtiva do arroz. Eles estão adquirindo mais conhecimentos para melhorar a qualidade da produção e inserir técnicas mais atualizadas de cultura.

O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), Márcio Honaiser, pontua que o curso é mais um estímulo aos produtores, para que possam qualificar suas culturas. “O conhecimento serve tanto a quem trabalha com hortifruticultura, quanto às cadeias do leite, bovinocultura, arroz e várias outras. A Expoema é uma oportunidade para divulgar e oportunizar essas capacitações, que têm sua continuidade no programa estadual do Agropolos”, enfatizou Honaiser.

“Todo esse aprendizado acumulado aqui no evento vamos aplicar com os produtores com objetivo de potencializar a cultura do arroz. Este tipo de ação é sempre importante por estimular a produção, ajudando a melhorar a qualidade do que é cultivado. A capacitação é sempre importante”, enfatizou o engenheiro agrônomo Sebastião Rodrigues Neto, que acompanha as ações da cadeia produtiva do arroz.

O curso de irrigação faz parte das ações do programa Agropolos, do Governo do Estado, que tem como objetivo apoiar e reforçar as cadeias de produção locais. O projeto atende a produção de pescados, hortaliças e grãos e é promovido em parceria com agricultores, instituições de classe, financeiras e de ensino. Estudantes também estão participando do curso de irrigação junto com 20 comunidades produtoras.

A produção do Agropolos é distribuída para merenda escolar da rede estadual, para pessoas em situação de vulnerabilidade e comercializada a preços mais acessíveis. Além das comunidades produtores da Ilha, que congregam 250 propriedades, as ações do Agropolos atendem ainda produtores do Rio Balsas e Rio Tocantins, das cadeias de aquicultura, leite, carne e couro e hortifruticultura, totalizando 725 propriedades. O programa oferece mais de 80 capacitações, além de distribuir maquinário e insumos.

“O Maranhão possui um imenso potencial para irrigação, graças à riqueza de águas. Estamos incentivando os nossos produtores a terem cada vez mais conhecimentos das novas tecnologias do setor, para que possam aproveitar de forma mais eficiente e sustentável a água disponível, aumentando sua produção e renda”, enfatizou o secretário Márcio Honaiser.

Fonte: Agência Notícias Maranhão

Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja

Agricultores paulistas plantam próxima safra de soja (Foto: TV TEM)

Localizada Sudoeste do Estado, Itapeva é o munícipio paulista que mais produz soja. No ano passado, a área plantada aumentou 30%. A próxima safra já está sendo plantada.

Sílvio Malutta está plantando o grão em 2 mil hectares. Como nem sempre dá para contar com a chuva, o jeito é utilizar os pivôs de irrigação. Com eles, a terra fica com a umidade que a planta precisa para se desenvolver.

Devido ao aumento dos custos, Sílvio optou por manter o tamanho da área plantada. Ele espera colher 80 sacas por hectare. Parte da soja produzida será exportada e o restante vai virar estoque pra venda e uso na fazenda. A soja representa 70% do faturamento da propriedade.

Na fazenda de Hiroyuki Oi, em Itapetininga (SP), o plantio com irrigação já acabou. São 380 hectares com soja e uma volta completa com os pivôs custa em torno de R$ 10 mil. O agricultor diz que, se o clima não ajudar, os gastos serão maiores que na última safra.

A soja na fazenda foi plantada pouco tempo depois da colheita do trigo. A estratégia do produtor é antecipar o plantio do grão para, assim, também conseguir adiantar a safra do milho safrinha.

Fonte: G1

Agricultores driblam seca e ampliam renda com produção de uvas no Sertão da Paraíba

Agricultor Hélio José consegue manter a produção de uvas do tipo Itália e Rubi durante todo o ano através do uso de um sistema de irrigação por gotejamento em 0,6 hectares

Plantação de uvas ocorre em pleno Sertão paraibano

O cultivo de uvas vem aumentando a renda de famílias e fomentando projetos de agricultura dos municípios de Triunfo e Catolé do Rocha, ambos no Sertão paraibano, respectivamente a 505 quilômetros e 413 quilômetros de João Pessoa.

Em Triunfo, o agricultor Hélio José Monteiro consegue manter a produção de uvas do tipo Itália e Rubi durante todo o ano através do uso de um sistema de irrigação por gotejamento em 0,6 hectares.

A água usada na irrigação vem de um poço tubular com uma vazão média de 1.800 litros por hora. O agricultor é o único que atua com a produção de uvas em Triunfo, local onde toda a produção é comercializada.

Catolé do Rocha

Já em Catolé do Rocha, um projeto de pesquisa da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vem usando uma área de 2,5 metros quadrados (m²) para a plantação da uva Isabel Roxa com uso de biofertilizantes.

O projeto existe desde 2011 e, de acordo com o coordenador do projeto, professor José Geraldo, tudo é feito sem uso de agrotóxicos e com o desenvolvimento de uma irrigação localizada, que é a aplicação de água diretamente sobre a zona radicular das culturas, em pequenas quantidades, porém durante um longo período de tempo.

“A nossa uva é bem mais doce do que as que normalmente existem no mercado. Pela forma como cultivamos, ela tem uma concentração de açúcar maior. Tudo que fazemos aqui é com base ecológica, orgânica, e isso é justamente o diferencial do projeto”, disse o professor.

O próximo passo do projeto será o cultivo de outros tipos de frutas a partir da mesma metodologia. Segundo o professor, também estão sendo plantadas mudas de coco, banana, maracujá, mamão e abacaxi.

“Pretendemos transformar essa região com outras fruteiras. Já avançamos no cultivo do abacaxi e temos a possibilidade de trabalhar a pesquisa junto com a Embrapa de Fortaleza a partir desse convênio. Até bem pouco tempo não existia a irrigação com biofertilizante e nós conseguimos desenvolver algo que tem o poder de aprimorar o desenvolvimento e o cultivo de vários tipos de frutas”, contou o professor José Geraldo.

Fonte: Tv Cariri