Embrapa Hortaliças mostra pesquisas sobre sistemas de plantio direto e hortaliças não convencionais


As pesquisas da Embrapa Hortaliças sobre o Sistema de Plantio Direto de Hortaliças serão apresentadas no espaço da Empresa na 26ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas, que ocorre de 26 a 28 de junho, em Holambra (SP). Esse sistema conservacionista é uma prática agrícola que contribui para a conservação do solo e a economia de água, além de minimizar os efeitos das mudanças climáticas.

No mesmo espaço, o público terá acesso a algumas espécies de hortaliças que fazem parte das Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), que têm, entre suas características, o crescimento espontâneo. Essas plantas chamam a atenção pelo valor nutritivo, pelo baixo custo de produção e, geralmente, estão vinculadas à tradição culinária de uma região. Algumas dessas PANCs eram consumidas desde tempos remotos por gregos e egípcios.

Conservação e produtividade

O Sistema de Plantio Direto é consagrado na produção de grãos e há vários anos a Embrapa tem realizado pesquisas para a recomendação do SPD no cultivo de hortaliças. Esse trabalho, promovido em parceria com empresas de assistência técnica e extensão rural e cooperativas, vem possibilitando a adoção do SPDH em áreas olerícolas da região sudeste e dos estados de Goiás, Santa Catarina, Paraná além do Distrito Federal.

O SPDH se baseia em três princípios: rotação de culturas com a inclusão de plantas de cobertura, responsáveis pela produção de palhada; revolvimento localizado do solo, restrito a linhas ou covas de plantio; e a cobertura permanente do solo. A adoção do SPDH é recomendada para diferentes perfis de agricultores com a vantagem de conciliar elevados níveis de produtividade, redução nos custos de produção e a preservação do meio ambiente.

Uma questão fundamental na adoção desse sistema no cultivo de hortaliças é a escolha correta das plantas de cobertura. As pesquisas da Embrapa Hortaliças têm permitido indicar as mais apropriadas para as hortaliças brássicas (rúcula, couve, repolho, brócolis e couve-flor); cucurbitáceas (abóbora e melão) e solanáceas (tomate, berinjela, jiló, pimentão e pimenta) e para a cebola. Entre os benefícios que têm sido obtidos na adoção desse sistema estão redução de até 80% no uso de máquinas; aumento na matéria orgânica do solo; redução nos custos de produção; significativa economia na irrigação e redução dos picos de temperatura no solo.

Pesquisa comparativa realizada em um período de seis anos mostrou que o sistema de plantio direto na produção de hortaliças acumula, por hectare de lavoura, cinco toneladas a mais de carbono no solo do que o sistema convencional. Esse dado permite inferir que o plantio direto é uma ferramenta capaz de mitigar as emissões atmosféricas de gases de efeito estufa pela horticultura.

PANCs

A Embrapa Hortaliças mantém uma coleção de germoplasma de hortaliças não convencionais com mais de 50 espécies, o que permite uma rica variabilidade genética com a finalidade de conservação e de preservação dessas plantas. O pesquisador Nuno Madeira conta que as PANCs são encontradas em várias partes do mundo e existem espécies em praticamente todas as regiões do Brasil. Porém o desconhecimento da população sobre as possibilidades de uso e do potencial nutritivo impede que elas façam do hábito alimentar das pessoas.

Na 26ª Hortitec, a Embrapa disponibilizará informações sobre plantas como a azedinha que, encontrada com mais facilidade do Rio Grande do Sul a Minas Gerais, é usada muitas vezes em substituição à alface e tem o diferencial de dispensar o limão na salada. O público conhecerá a capuchinha, que é uma das flores comestíveis mais consumidas no Brasil, com sabor levemente picante que lembra o agrião. A capuchinha é rica em carotenoides, especialmente luteína, um composto importante para a prevenção de doenças relacionadas à visão. Estarão expostas também plantas de amaranto e carurubeldroegamangarito  e peixinho.

Serviço

26ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas

Data: 26 a 28 junho de 2019

Horário: Dias 26 e 27, das 9h às 19h; e dia 28, das 9h às 17h.

Local: Estande da Embrapa no Recinto da Expoflora (Holambra/SP)

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Brasil exporta tecnologia de irrigação para Europa ocidental

A equipe da Irriger, especialista em gerenciamento de irrigação do grupo Valmont, esteve na cidade de Burgos, na Espanha, para promover o primeiro treinamento para implantação do Valley Scheduling, sistema de gestão de irrigação, na região da Europa ocidental. A plataforma, desenvolvida no Brasil, onde é conhecida como Irriger Connect, está conquistando cada vez mais mercados.

“Esta foi a primeira ação da Irriger em conjunto à Global Technical Sales, com o objetivo de estruturar a instalação do Valley Scheduling em todo o mundo, e constituiu uma excelente oportunidade para definirmos os planos de atendimento e treinamento comercial”, explica o diretor da Irriger, Hiran Moreira.

Durante uma semana, representantes da Irriger se reuniram com os supervisores e gerentes comerciais da região, incluindo o vice-presidente de Global Technical Sales da Valley, Steel Maloney, além de revendas Valley da Espanha, França, Portugal e Itália, e da equipe técnica de um grande produtor irrigante local que foi o primeiro a utilizar o Valley Scheduling na Europa.

O programa Valley Scheduling de gestão de irrigação permite ao produtor a tomada de decisão baseada em parâmetros técnicos, calculando a lâmina de irrigação mais adequada para a lavoura a cada momento e promovendo o melhor uso dos pivôs Valley. No Brasil, onde o programa foi desenvolvido, ele é comercializado como Irriger Connect. Atualizado em tempo real com dados climáticos e da irrigação realizada, a plataforma também disponibiliza informações sobre a lavoura, como o estágio de desenvolvimento e as necessidades hídricas, e até as condições do solo, acessíveis via smartphone, tablet ou computador.

A equipe do grupo Valmont já prepara a instalação do Valley Scheduling em 13 fazendas europeias. “São novos tempos para a Valmont. O encontro também serviu para conhecemos o time da empresa que atua na região da Europa e para definirmos importantes passos para o futuro”, diz Hiran.

Fonte: Grupo Cultivar

Tecnologia auxilia usina canavieira no gerenciamento eficiente dos pivôs de irrigação

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O setor canavieiro é um dos segmentos mais competitivos e que exige extrema precisão nos processos, por isso, para obter sucesso e lucro no fim da safra é necessário ser altamente eficiente. A tarefa não é fácil, mas algumas usinas têm apostado em ferramentas disponíveis no mercado para ajudar nesse desafio, como é o caso da mineira Bevap, sediada no noroeste do Estado de Minas Gerais, no município de João Pinheiro, na região do Vale do Rio do Paracatu.

A usina é uma das mais avançadas tecnologicamente no Brasil na produção de etanol, açúcar e co-geração de energia elétrica. Segundo Wanderson Bruno de Almeida, engenheiro agrônomo e gestor de irrigação, na última safra foram processadas 2.84 milhões de toneladas, que resultaram em 1.42 milhões de sacos de açúcar, 195.48 milhões de litros de etanol e 398.025,0 MWh de energia produzida. “Este ano com a adoção de ferramentes tecnológicas, a meta é ultrapassar três milhões de toneladas”, diz o gestor.

Força na irrigação

No total a Bevap possui mais de 31 mil hectares de área plantada de cana, sendo ela 100% irrigada. Atualmente a usina tem em operação 123 pivôs, entre lineares, centrais e rebocáveis. Destes, 24 pivôs já operam com o FieldNET. A tecnologia de gerenciamento sem fio totalmente integrada, e exclusiva da Lindsay, possibilita ao produtor monitorar a irrigação em qualquer marca de pivô, aumentando a produtividade e utilizando melhor os recursos naturais.

A ferramenta permite a visualização e controle dos sistemas praticamente de qualquer lugar. A partir de um acesso remoto, seja por smartphone ou tablet, a ferramenta possibilita a criação de planos de irrigação de taxa variável, que define paradas e movimentos, cria relatórios de uso, monitora o desempenho e os ganhos em toda a operação e ainda passa atualizações e alertas em tempo real.

Segundo o profissional, a usina optou em iniciar a utilização do FieldNET nos 24 equipamentos, por estes serem mais novos da marca Lindsay, mas a meta é automatizar 100% dos equipamentos até 2020. Para isso, a empresa instalou nos pivôs o Pivot Control, tecnologia com o selo de qualidade da Lindsay que possibilitou usar o FieldNET também em pivôs de outras marcas. “Para nós da Bevap, a solução do Pivot Control foi extraordinária, pois temos pivôs de várias marcas e modelos, antigos e novos, e com esta solução não precisamos investir na troca dos painéis centrais dos pivôs, o que seria um grande investimento. O FieldNET possui um custo menor de implementação em relação à concorrência”, destaca Almeida.

Ganhos produtivos

Utilizando a pouco mais de um ano a tecnologia do FieldNET, a Bevap já apresentou melhoras gigantescas na operação da irrigação. Segundo o gestor da usina, houve redução da quilometragem rodada pelas motocicletas, já que os operadores dos pivôs utilizam estes veículos para cuidar e operá-los. Reduzindo assim gastos com combustível e manutenção de motos.

Também houve ganho de eficiência operacional da irrigação.“Como temos os horários de ponta (das 17h às 20h), período onde a energia é mais cara e não irrigamos, iniciamos os desligamentos dos pivôs às 16h20 e só religamos às 20h40. Ou seja, ganhamos mais de uma hora de irrigação por dia, isto em pivôs de lâmina baixa”, destaca o engenheiro agrônomo.

Outro fator importante apontado pelo profissional, foi que a usina irrigou 50mm a mais na safra. “Este é um dado importantíssimo, pois na nossa região, a cada 10mm de água ganhamos uma tonelada de cana, aproximadamente. Só este ganho já pagou o FieldNET no primeiro ano”, disse.

Antes da tecnologia da Lindsay, os funcionários da usina não sabiam o momento que o pivô entrava em segurança, e nem havia controle, e com isso se perdia eficiência de irrigação, pois um operador poderia demorar horas até identificar que o pivô parou a operação. Segundo o gestor, à noite, era o período mais crítico, pois se um pivô parava devido a algum problema, e a segurança dele com a bomba não atuasse, este equipamento poderia ficar horas parado aplicando água no mesmo local, ocorrendo desperdício dele e de energia elétrica, podendo até ocasionar erosão.

Com a implantação da ferramenta de monitoramento remoto, a usina passou a obter dados em tempo real de quando um pivô apresenta alguma anomalia, e assim a solução é feita rapidamente, sem ocorrer estes desperdícios. “Passamos a ter controle real das lâminas aplicadas, relatórios e dados reais, pois antes do FieldNET era realizado o apontamento pelo operador do pivô, que inseria as informações no tablet, com apontamento digital, porém era o que o operador visualizava e quando visualizava. Agora a próprio pivô realiza os apontamentos, com informações precisas”, pontua Almeida.

 

Reconhecimento

Recentemente a Bevap foi destaque no Prêmio Usinas Campeãs 2019, que aconteceu no 21º Seminário de Mecanização e Produção de Cana-de-Açúcar, realizado pelo Grupo Idea IDEA e o CTC – Centro de Tecnologia Canavieira, em Ribeirão Preto. A empresa mineira conquistou o primeiro lugar com a maior produtividade agrícola na região Centro-Sul, e segundo Almeida este prémio só foi possível graças a utilização da irrigação. “Temos um potencial enorme para aumentar ainda mais a produtividade, pois continuamos com os investimentos para modernizar e ganhar eficiência na irrigação, e um exemplo disso é a automação dos pivôs via FieldNET. Este por sua vez já é um sistema consolidado no mundo todo, e que melhora a cada ano com atualizações”, finaliza o engenheiro agrônomo.

Hortitec chega à 26ª edição com muita tecnologia e inovação para o setor de HF

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Aumentar a produtividade e qualidade dos produtos sem ampliar custos e consumo de recursos, como água e energia. As soluções para esse e outros desafios impostos ao setor hortifrutícola do Brasil vão estar à disposição dos produtores de flores, frutas e hortaliças, durante a 26ª HORTITEC – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas. Reconhecida como a mais importante mostra de HF na América Latina, a Hortitec acontece de 26 a 28 de junho, no Parque de Exposições da Expoflora, em Holambra (SP).

A edição 2019 reunirá 430 empresas expositoras do Brasil e do Exterior e espera receber mais de 30 mil visitantes. Nos cerca de 30 mil m² da exposição, produtores de hortaliças, flores, frutas, florestais, mudas, empresas e prestadores de serviços encontrarão os mais importantes fornecedores de estufas, máquinas, equipamentos e insumos diversos, as tecnologias mais inovadoras em produtos e serviços e muita possibilidade de atualizar contatos, analisar o mercado, trocar informações, se capacitar, realizar e programar negócios em curto médio e longo prazo.

Em meio às soluções de climatização e refrigeração, estufas para cultivo protegido, ferramentas, fertilizantes, mudas e substratos, os visitantes vão conhecer novidades em irrigação e aquecedores, em insumos, sementes e telas, em plásticos, embalagens, vasos e poços artesianos, além de muita consultoria técnica e informática a serviço do produtor.

A fim de garantir o perfil diferenciado dos visitantes, que é um grande diferencial da Hortitec, os convites são distribuídos aos clientes atuais e potenciais das próprias empresas expositoras, o que acaba por provocar um grande networking e fomentar muitos negócios.  Porque é reconhecida como de total interesse dos produtores de diferentes culturas setor hortifrutícola e porque é o evento mais importante da América Latina, a Hortitec atrai as principais empresas nacionais e internacionais. “A Hortitec tornou-se um ponto de encontro em que há troca de ideias, realização de negócios e reuniões setoriais. É, portanto, uma grande fonte de informações para planejamento das atividades dos empresários envolvidos”, comenta o Diretor Geral da Hortitec, Renato Opitz.

Capacitação 2019

Além de apresentar as novidades do setor, paralelamente ao evento acontece o Painel EMBRAPA sobre “Inovação e Negócios 2019: Hortaliças e Sustentabilidade”. O curso de capacitação tem vagas limitadas.

A programação completa e informações para inscrição prévia estão disponíveis no site do evento www.hortitec.com.br

 NÚMEROS DA HORTITEC 2019

Total de Expositores: 430

Área total da Exposição: 30 mil m²

Estimativa de Visitação: Mais de 30 mil pessoas, entre produtores de hortaliças, flores, frutas, florestais, agrônomos, empresas e prestadores de serviços.

Serviço: 26ª Hortitec
Data: de 26 a 28 junho de 2019
Horário: 26 e 27, das 9h às 19h.
28, das 9h às 17h.
Local: Parque de Exposições da Expoflora Rua Maurício de Nassau, 675, Holambra/SP.
Ingressos: R$ 36,00/inteira e R$ 18,00/estudantes e terceira idade.
Informações adicionais: no site www.hortitec.com.br ou pelo telefone (19) 3802-4196.

Irrigação localizada eleva produtividade média do canavial para 89 ton/ha com 20 cortes

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O gotejamento subterrâneo é a forma mais eficiente de fornecer água e nutrientes as plantas porque entrega as quantidades ideais de acordo com as fases do seu cultivo, no momento certo e diretamente na raiz da planta. Na cana-de-açúcar, a irrigação localizada foi uma revolução na tecnologia de produção dessa cultura, pois além de aumentar a produtividade, elevou a longevidade do canavial.

A solução de irrigação por gotejamento otimiza o aproveitamento da área, reduz o uso de recursos como água e energia, além de garantir maior eficiência na nutrição das plantas através de técnicas como nutrirrigação e drip protection.

Visando todos esses benefícios, em 1996, uma das principais usinas de Alagoas, investiu na irrigação subterrânea por gotejamento. O projeto piloto, instalado em 17 hectares da Fazenda Daniele, pertencente a Usina Reunida Seresta, hoje tem um dos melhores resultados do estado.

A fazenda fica localizada no município, Teotônio Vilela (AL), que tem clima quente, verões secos, invernos chuvosos, índice pluviométrico de 1.400 mm e solo tipo franco arenoso. Todas essas condições foram um desafio para produção rentável da cana na região. “A irrigação inteligente é essencial nesses casos, justamente por servir como uma garantia contra os riscos de distribuição irregular das chuvas, permitir o aproveitamento de 100% da área cultivada, além de ser possível realizar aplicação dos fertilizantes via sistema de irrigação e utilizar menos água”, explica o especialista agronômico da Netafim/Amanco em cana-de-açúcar, Daniel Pedroso.

“O projeto implantado pela Netafim/Amanco superou as expectativas, pois esperávamos uma média de 100 ton/ha em 10 cortes, visto que em nossa região a média é de 55 ton/ha em 5 cortes. Porém, o projeto Danielle manteve uma estabilidade de produção durante todo o ciclo e está com uma média de 89 ton/ha em 20 cortes. Foi com base nesse piloto que ampliamos a tecnologia para uma área comercial de 3.083 ha”, conta o Gerente Agrícola da Fazenda, André Borges.

Fundada em 12 de abril de 1973, durante a expansão canavieira no Brasil, a Usina Seresta surgiu da união de dois grandes empresários alagoanos: Teotônio Vilela, da Usina Boa Sorte, localizada em Viçosa (AL), e Geraldo Gomes de Barros, da Usina Santa Amália, de União dos Palmares (AL). Hoje a Usina é uma das maiores do estado, com um quadro fixo de mais de 700 colaboradores e com capacidade produtiva de 1.450.000 toneladas por safra.

O clima instável, falta de recursos hídricos e o custo elevado de terra são alguns dos principais obstáculos do produtor de cana-de-açúcar na busca por melhores rentabilidades. Neste sentido, o investimento em irrigação por gotejamento tem ajudado a intensificado os ganhos e reduzido os custos operacionais.

Visando ajudar o produtor a expressar o máximo potencial de suas lavouras, a Netafim/Amanco desafiou o mercado e foi pioneira no desenvolvimento da irrigação por gotejamento para a cultura. Esta prática, além de sustentável torna possível “irrigar todo canavial sem impedir a utilização de maquinários na lavoura, facilitando o manejo do canavial, além de dar respostas crescentes de produtividade, longevidade e ATR (Açúcar Total Recuperável)”, acrescenta Pedroso.

A agricultura de precisão está cada vez mais presente no campo como uma ferramenta de auxilio no desenvolvimento sustentável do agronegócio, além de ajudar nas tomadas de decisão mais assertivas na gestão dos negócios.

Fonte: Agrolink