Intenções de compras no Show Rural Coopavel 2020 apresentam crescimento

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A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas – CSMIA/ABIMAQ, divulga nesta sexta-feira um balanço com os resultados de seus associados que participaram da edição 2020 do Show Rural Coopavel e que responderam à pesquisa da entidade.

De acordo com o levantamento, as intenções de compras subiram em relação à edição do ano passado. No segmento de máquinas para grãos o resultado foi 9% maior. Nos segmentos de máquinas para pecuária e armazenagem o resultado foi idêntico em relação à edição passada. Na média ponderada, o aumento foi de 8%.

O resultado expressa o otimismo com a safra de grãos do Paraná que na safra atual deve ter volume e produtividade melhor quando comparada ao ano passado. Apesar deste otimismo o segmento de armazenagem não conseguiu melhores resultados em virtude do fechamento da linha PCA (Programa de Construção e ampliação de Armazenagem) que tem recursos esgotados. A Abimaq em dezembro/2019 solicitou ao governo aporte de R$ 1 bilhão na linha. A armazenagem no Brasil tem um déficit de aproximadamente 60 milhões/toneladas e deve aumentar na atual safra.

Segundo Pedro Estevão Bastos, presidente da CSMIA/ABIMAQ, o volume de intenção de negócios registrados no evento está em linha com a perspectiva anual de aumento de vendas do setor de máquinas agrícolas, estimadas no intervalo de 7% a 10% para 2020.

Produtor de cana-de-açúcar impulsiona produtividade com irrigação por gotejamento enterrado

Redgleive Martins Motta, tradicional produtor de abóbora, melancia e café e dono da Fazenda Fortuna, localizada em Medeiros Neto, na Bahia, há cerca de um ano e meio passou a investir na produção de cana-de-açúcar. 

Ele está satisfeito com os resultados do sistema de gotejamento enterrado nesta cultura, que alcançou uma produtividade de cerca de 190 toneladas por hectare em sua primeira colheita. 

“A alta produtividade e a economia de recursos, além da facilidade de manejo e da longevidade, são as principais partes positivas do gotejamento enterrado para os produtores de cana-de-açúcar”, afirma Elídio Torezani, diretor da Hydra Irrigações, responsável pelo projeto de Redgleive. 

Gotejamento enterrado

A irrigação por gotejamento enterrado promove diversos benefícios aos canaviais, como a distribuição de água em quantidade correta e no tempo ideal, o que minimiza os gastos e o desperdício do recurso natural.

O sistema enterrado permite as operações de tratos de colheitas mecanizadas sem risco ao equipamento.  Essa irrigação propicia a longevidade da cultura, passando a períodos de renovação muito mais longos. 

“Normalmente, estes ciclos são de 5 a 7 anos. Existem sistemas de gotejamento enterrados que já estão com ciclos de 21 anos sem necessidade de renovação”, explica o engenheiro agrônomo Elídio Torezani.

Saiba quais são os principais erros que causam elevação no custo de produção de café

Dicas para reduzir os custos na produção de café - Imagem retirada do FreePik.jpg

A produção de café no Brasil cresceu 56% em volume e apenas 34% em faturamento bruto nos últimos dez anos, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, Elídio Torezani, explica que os altos custos de produção do café e os longos períodos de preços baixos são os principais fatores que desmotivam os produtores deste segmento.

“É preciso investir em processos que levem à melhoria da qualidade do grão do café e a ganhos de produtividade, para que se obtenha melhor rentabilidade”, afirma Torezani.

Ele ressalta ainda que um dos processos que podem favorecer muito estas melhorias, otimizando o uso dos recursos e aumentando a efetividade das ações agronômicas, é a irrigação com um bom manejo. “Tanto a falta quanto o excesso de água podem comprometer a sanidade das plantas e gerar perdas no cultivo. Por isso, a irrigação adequada é uma solução para fornecer umidade e nutrientes na quantidade exata”, diz.

O engenheiro agrônomo esclarece que alguns erros na hora de irrigar o cafezal devem ser evitados. Ele pontua as principais falhas dos produtores:

  • Manejo incorreto: fazer as programações de aplicação de água no momento e na quantidade errados;
  • Desperdício de fertilizantes: utilizar o recurso de forma indevida, seja pelo exagero ou pela escassez.
  • Falta de auxílio de uma equipe especializada no manejo da irrigação de café: ausência de orientação sobre os processos na hora de irrigar e os consequentes reflexos agronômicos nas plantas.

Serviço:

Evento: 12º Simpósio Estadual do Café

Data: 25/9/19 (quarta-feira)

Local: Auditório do Centro de Comércio de Café de Vitória, na Enseada do Suá, em Vitória

Onde se inscrever: www.cetcaf.com.br

Pivôs alavancam produção de tomate em Goiás

É no pequeno município de Indiara, com pouco mais de 15 mil habitantes a cerca de 100 quilômetros da Capital Goiânia, que o produtor Alaor Ávila vem se destacando na produção de tomates. Há mais de 20 anos na lida no campo e à frente da fazenda Panorâmica, propriedade de aproximadamente 900 hectares, foi a partir de 2015 que veio a grande virada dos negócios quando ele passou a investir na agricultura irrigada.

Ao fazer as contas todo fim de safra, Ávila percebeu que precisava melhorar suas margens, foi quando pesquisou algo que tivesse valor agregado. Por meio de um incentivo de um amigo de infância, resolveu apostar no tomate. No primeiro ano, contou muito com a ajuda do amigo para readaptar a propriedade a nova cultura, mas a partir da segunda safra, já estava tocando a lavoura sozinho. “A agricultura está cada vez mais competitiva, por isso fomos atrás de ajuda técnica especializada para ver quais culturas poderíamos cultivar com maior retorno financeiro”, lembra o produtor.

Ávila então investiu pesado em irrigação, atualmente são cinco pivôs Zimmatic, marca da Lindsay, empresa global que produz uma linha completa de sistemas de irrigação a mais de 55 anos. “A irrigação com pivô central é fundamental para o tomate, pois é uma cultura que precisa de água, mas não gosta de chuva. Com o equipamento, a água é monitorada e chega na planta na quantidade e na hora que precisa, sem a irrigação seria impossível produzir nessa região”, destaca.

Atualmente na fazenda Panorâmica é produzido o tomate rasteiro, uma variedade indicada para molhos com foco na indústria. No caso da propriedade, 100% da colheita é vendida por meio de contratos de exclusividade diretamente para a multinacional Cargill, a maior empresa do mundo de capital fechado presente nos cinco continentes.

A fruta é cultivada numa área de 250 hectares no período de inverno, que vai do mês de abril até setembro. De outubro a fevereiro também com irrigação é semeado soja na mesma área. A propriedade tem ainda outros 250 hectares onde é produzida a oleaginosa no esquema de sequeiro.

Apesar da sua função principal de fornecer água de forma homogênea, o produtor utiliza os pivôs para fazer a adubação e ainda a aplicação de defensivos para combater o ataque de pragas ou invasoras. Com uma produção tão integrada nessa atual safra que chega à sua reta final, Ávila está colhendo a média de 90 toneladas por hectare, enquanto a média nacional é de 80 toneladas por hectare. “Este ano devido ao excesso de chuva, tivemos ainda redução de produtividade. Com o auxílio da irrigação já chegamos a colher 111 toneladas por hectares”, destaca o produtor.

Controle na palma das mãos

Além dos pivôs centrais, a fazenda Panorâmica, também conta com a tecnologia FieldNET, solução também oferecida pela Lindsay. A ferramenta exclusiva, possibilita a irrigação de qualquer plantação, em vários tipos de terreno e solo para aumentar a produtividade e utilizar melhor os recursos naturais. Além disso, o gerenciamento é sem fio e totalmente integrado e permite a visualização e controle de seus sistemas praticamente de qualquer lugar.

Segundo Ricardo Heise, sócio e gestor da fazenda, o FieldNET tem sido fundamental no gerenciamento dos processos da fazenda. Do centro de controle instalado na propriedade, onde passa 80% do seu tempo, no conforto de sua cadeira, o gestor tem todas as informações dos desempenhos dos pivôs na propriedade. “Se der algum problema em um motor de uma roda, por exemplo, e ela para de andar, mas ao mesmo tempo o equipamento continuar irrigando, com o FieldNET, eu sei exatamente onde esse pivô parou, quanto tempo ficou assim e quanto de água jogou. Todas essas informações são importantes na tomada de decisão”, destaca.

Entre seus benefícios, o FieldNET também gera economia a fazenda. Com suas informações, o produtor não necessita estar na roça para ligar e desligar o equipamento, fazendo isso remotamente economizando mão de obra e combustível. “Essa tecnologia hoje é fundamental no quesito tempo, pois muitas vezes nem preciso estar na fazenda para tomar uma decisão. Os relatórios nos fornecem dados suficientes e precisos para eu fazer tudo onde eu estiver”, acrescenta Heise.  

Ainda segundo ele, essas novas tecnologias serão fundamentais na agricultura moderna para as próximas décadas. “A nova geração de produtores está cada vez mais ligada a automação. As fazendas hoje já têm internet, os pivôs já são controlados a distância, há o controle pluviômetro digital. Todos esses processos de automação vão incorporar ao negócio melhores controles e principalmente maiores resultados”, finaliza o gestor.

Sobre – A Lindsay América do Sul é subsidiária da americana Lindsay Corporation., e tem sua sede no Brasil, em Mogi Mirim-SP. Produz uma linha completa de sistemas de irrigação, representada pelas marcas ZIMMATIC, FIELDNET, GROWSMART e IRZ. Atuando na fabricação de pivôs centrais e distribuição de equipamentos agrícolas há mais de 55 anos e com matriz localizada Omaha, no estado de Nebraska a Lindsay tem sistemas de irrigação em operação em mais de 90 países. www.lindsaybrazil.com.

 É no pequeno município de Indiara, com pouco mais de 15 mil habitantes a cerca de 100 quilômetros da Capital Goiânia, que o produtor Alaor Ávila vem se destacando na produção de tomates. Há mais de 20 anos na lida no campo e à frente da fazenda Panorâmica, propriedade de aproximadamente 900 hectares, foi a partir de 2015 que veio a grande virada dos negócios quando ele passou a investir na agricultura irrigada.

Ao fazer as contas todo fim de safra, Ávila percebeu que precisava melhorar suas margens, foi quando pesquisou algo que tivesse valor agregado. Por meio de um incentivo de um amigo de infância, resolveu apostar no tomate. No primeiro ano, contou muito com a ajuda do amigo para readaptar a propriedade a nova cultura, mas a partir da segunda safra, já estava tocando a lavoura sozinho. “A agricultura está cada vez mais competitiva, por isso fomos atrás de ajuda técnica especializada para ver quais culturas poderíamos cultivar com maior retorno financeiro”, lembra o produtor.

Ávila então investiu pesado em irrigação, atualmente são cinco pivôs Zimmatic, marca da Lindsay, empresa global que produz uma linha completa de sistemas de irrigação a mais de 55 anos. “A irrigação com pivô central é fundamental para o tomate, pois é uma cultura que precisa de água, mas não gosta de chuva. Com o equipamento, a água é monitorada e chega na planta na quantidade e na hora que precisa, sem a irrigação seria impossível produzir nessa região”, destaca.

Atualmente na fazenda Panorâmica é produzido o tomate rasteiro, uma variedade indicada para molhos com foco na indústria. No caso da propriedade, 100% da colheita é vendida por meio de contratos de exclusividade diretamente para a multinacional Cargill, a maior empresa do mundo de capital fechado presente nos cinco continentes.

A fruta é cultivada numa área de 250 hectares no período de inverno, que vai do mês de abril até setembro. De outubro a fevereiro também com irrigação é semeado soja na mesma área. A propriedade tem ainda outros 250 hectares onde é produzida a oleaginosa no esquema de sequeiro.

Apesar da sua função principal de fornecer água de forma homogênea, o produtor utiliza os pivôs para fazer a adubação e ainda a aplicação de defensivos para combater o ataque de pragas ou invasoras. Com uma produção tão integrada nessa atual safra que chega à sua reta final, Ávila está colhendo a média de 90 toneladas por hectare, enquanto a média nacional é de 80 toneladas por hectare. “Este ano devido ao excesso de chuva, tivemos ainda redução de produtividade. Com o auxílio da irrigação já chegamos a colher 111 toneladas por hectares”, destaca o produtor.

Controle na palma das mãos

Além dos pivôs centrais, a fazenda Panorâmica, também conta com a tecnologia FieldNET, solução também oferecida pela Lindsay. A ferramenta exclusiva, possibilita a irrigação de qualquer plantação, em vários tipos de terreno e solo para aumentar a produtividade e utilizar melhor os recursos naturais. Além disso, o gerenciamento é sem fio e totalmente integrado e permite a visualização e controle de seus sistemas praticamente de qualquer lugar.

Segundo Ricardo Heise, sócio e gestor da fazenda, o FieldNET tem sido fundamental no gerenciamento dos processos da fazenda. Do centro de controle instalado na propriedade, onde passa 80% do seu tempo, no conforto de sua cadeira, o gestor tem todas as informações dos desempenhos dos pivôs na propriedade. “Se der algum problema em um motor de uma roda, por exemplo, e ela para de andar, mas ao mesmo tempo o equipamento continuar irrigando, com o FieldNET, eu sei exatamente onde esse pivô parou, quanto tempo ficou assim e quanto de água jogou. Todas essas informações são importantes na tomada de decisão”, destaca.

Entre seus benefícios, o FieldNET também gera economia a fazenda. Com suas informações, o produtor não necessita estar na roça para ligar e desligar o equipamento, fazendo isso remotamente economizando mão de obra e combustível. “Essa tecnologia hoje é fundamental no quesito tempo, pois muitas vezes nem preciso estar na fazenda para tomar uma decisão. Os relatórios nos fornecem dados suficientes e precisos para eu fazer tudo onde eu estiver”, acrescenta Heise.  

Ainda segundo ele, essas novas tecnologias serão fundamentais na agricultura moderna para as próximas décadas. “A nova geração de produtores está cada vez mais ligada a automação. As fazendas hoje já têm internet, os pivôs já são controlados a distância, há o controle pluviômetro digital. Todos esses processos de automação vão incorporar ao negócio melhores controles e principalmente maiores resultados”, finaliza o gestor.

Sobre – A Lindsay América do Sul é subsidiária da americana Lindsay Corporation., e tem sua sede no Brasil, em Mogi Mirim-SP. Produz uma linha completa de sistemas de irrigação, representada pelas marcas ZIMMATIC, FIELDNET, GROWSMART e IRZ. Atuando na fabricação de pivôs centrais e distribuição de equipamentos agrícolas há mais de 55 anos e com matriz localizada Omaha, no estado de Nebraska a Lindsay tem sistemas de irrigação em operação em mais de 90 países. www.lindsaybrazil.com.

 

Tecnologias impulsionam o cultivo do morango no Distrito Federal

Nos últimos anos, a cultura do morango obteve vários avanços, principalmente em variedades, técnicas de manejo e de produção. E isso possibilitou que a produção expandisse no Distrito Federal, região que não tinha tradição no seu cultivo.

Em 1995, quando surgiu a Festa do Morango, eram 60 hectares de produção. Atualmente, a área de produção é de 180 hectares. A estimativa é de que a safra chegue a 6 mil toneladas e que a produção movimente R$ 35 milhões em 2019.

“Pode-se destacar como principal fator do desenvolvimento da produção a introdução de novas variedades, com adaptabilidade na região, bem como tecnologias como irrigação por gotejamento, fertirrigação, microtúneis e manejos biológicos”, conta o gerente da Emater-DF em Alexandre de Gusmão, Hélio Lopes.

O papel da Emater-DF em conjunto com instituições de pesquisa consiste em aportar conhecimentos nas diferentes áreas, de modo a dar condições ao agricultor de ter boa rentabilidade e garantir a sustentabilidade na sua área de produção.

Além do aumento da produtividade, o uso de tecnologias tem proporcionado um avanço também na qualidade e na oferta do produto no mercado durante o ano todo. Dos 180 hectares de produção de morango em Brazlândia, 30 estão com cultivo protegido provenientes principalmente das Patagônias chilena e argentina.

O agricultor Cícero de Lima cultiva morangos em 3 hectares, sendo metade em cultivo protegido, o que permite colher na entressafra, que vai de outubro a maio.

“O custo de produção é maior, mas a vantagem de plantar na entressafra é que vendemos a caixa com quatro cumbucas a R$ 15, enquanto na safra uma caixa chega a ser vendida a apenas R$ 4”, explica.

Elzir Pereira dos Santos e o marido também têm investido no cultivo protegido. “Notamos uma melhora na qualidade do morango, e cultivando o ano inteiro conseguimos bons preços e atendemos a demanda dos nossos clientes. Nem precisamos sair para comercializar, nossos clientes buscam direto na propriedade”, diz.

Mulching
É a tecnologia usada para cobertura de canteiros de morangueiro com a finalidade de proteger o solo, manter a umidade, melhorar o aproveitamento de fertilizantes e qualidade do solo, reduzir a infestação de plantas daninhas, evitar o contato direto do morango com o solo, entre outros benefícios. O material mais usado hoje em dia são os filmes plásticos.

Irrigação por gotejamento
A quantidade de água demandada pela irrigação aumentou muito nos últimos anos, paralelamente à preocupação governamental com o uso dos recursos hídricos e energéticos. Nesse contexto, deve-se recorrer ao uso de métodos e técnicas de irrigação que minimizem o consumo de água e energia na produção agrícola.

Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

O sistema de irrigação por gotejamento caracteriza-se pela aplicação de água em pequena quantidade e alta frequência na região radicular da planta. A irrigação por gotejamento tem apresentado vantagens em comparação com o sistema de aspersão, pois não aplica água sobre toda a área irrigada. Além disso, a irrigação por gotejamento tem potencial para atingir elevada uniformidade, possibilitando a aplicação de adubos via água de irrigação (fertirrigação).

Semi-hidroponia
O cultivo protegido semi-hidropônico é aquele em que o cultivo é feito em substrato (mistura de resíduos vegetais). Apesar de ter um custo mais alto para implantação, é uma boa opção para os agricultores que possuem área pequena para cultivo.

“Para evitar a contaminação do morango pelo solo, é preciso fazer uma rotação de culturas e para quem tem pouco espaço, nem sempre é viável”, explica Lopes.

Por isso, ressalta ele, o cultivo protegido semi-hidropônico diminui o risco de doenças nas plantas e pode-se colher por um ano e meio a dois anos, enquanto o cultivo convencional, no solo, vai só de maio a setembro.

Outra vantagem está relacionada ao bem-estar dos trabalhadores, que não precisam abaixar para o manejo e colheita. Entretanto é uma técnica ainda pouco usada no DF – apenas três produtores produzem nesse sistema.

Com informações da Emater-DF