Programa contribui para a preservação de recursos naturais nas propriedades rurais do Sul do Brasil

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Dia 21 de setembro foi o Dia da Árvore e A Souza Cruz em parceria com a UFPR – Universidade Federal do Estado do paraná, lançou o Programa Gestor de Recursos Florestais (PGRF), junto ao Parque Ambiental da empresa, em Santa Cruz do Sul (RS), com a presença de autoridades, produtores integrados e imprensa. A iniciativa, voltada à preservação dos recursos naturais nas propriedades rurais do Sul do Brasil, envolveu um amplo trabalho de pesquisa que apresenta detalhadamente as principais espécies florestais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, seus usos e manejos.

O programa desenvolvido é uma importante ferramenta para professores, pesquisadores, estudantes da área e produtores integrados à empresa, com o objetivo de promover o adequado uso dos recursos florestais nas propriedades, contribuindo para a biodiversidade, a qualidade de vida e o desenvolvimento regional, além de incentivar e ampliar a cobertura florestal, especialmente da Região Sul do Brasil.

Conforme o diretor de Tabaco da Souza Cruz, Dimar Frozza, a expectativa é de que o programa contribua para a disseminação de técnicas e de práticas florestais que resultem na melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida dos produtores, contribuindo para a diversificação e geração de renda bem como na adequação ambiental das propriedades de acordo com a legislação. Segundo ele, o PGRF está alinhado com a Plataforma de Agricultura Sustentável e Prosperidade no Campo do Grupo British American Tobacco (BAT), desenvolvida com foco nos cinco capitais: renda da propriedade; infraestrutura e recursos; habilidades, conhecimento e mão de obra; redes comunitárias; e recursos naturais.

A plataforma tem como estratégia a preservação de florestas, água, saúde do solo e biodiversidade. “O programa é mais uma contribuição para a conservação das riquezas florestais brasileiras e ratifica o compromisso da Souza Cruz com a sustentabilidade em toda sua cadeia de valor”, completa Frozza. Para marcar o lançamento, no final da cerimônia, as lideranças do programa plantaram uma muda de árvore junto ao Parque Ambiental.

Além disso, a iniciativa complementa os programas existentes e já consolidados junto aos produtores integrados da Souza Cruz, como: Programa Gestor de Recursos Hídricos – PGRH, Plano Diretor de Solos – PDS, Programa Reflorestar e o Amigos da Mata Nativa, que viabilizam o fornecimento de mudas e o acesso à lenha de origem legal para aqueles produtores que não possuem área suficiente para implantar um reflorestamento ou o mesmo ainda não está pronto para corte.

MANUAL – A publicação, produzida pelos engenheiros florestais, professores e doutores da UFPR e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Alessandro Camargo Angelo e Karen Koch Fernandes de Souza, respectivamente, apresenta os três principais tópicos sobre o uso dos recursos florestais: uso de espécies florestais exóticas de caráter comercial; uso econômico de espécies florestais nativas; e recomposição de remanescentes florestais visando a adequação ambiental de propriedades rurais. No material é retratada a importância desses bens para a sociedade, que trazem benefícios econômicos e ambientais para a biodiversidade e as comunidades.

Os benefícios que os recursos florestais podem trazer dizem respeito à geração de renda e à gestão, planejamento e recuperação dentro das propriedades privadas da zona rural. A geração de renda acontece a partir de produtos obtidos da madeira, como energia, confecção de painéis, MDF, produção de celulose, entre outros; e também de produtos florestais não madeireiros, como por exemplo, a erva-mate, pinhão, gomas e resinas, látex e essências aromáticas. Já as vantagens obtidas por meio de florestas têm relação com o seu papel na conservação de solos, água, preservação da biodiversidade e amenização no efeito estufa.

A publicação destaca, também, as técnicas de restauração que visam enriquecer as áreas das propriedades, bem como as medidas necessárias para a implantação de recursos florestais, com fatores como a escolha criteriosa de espécies e o zoneamento bioclimático para plantios no três Estados do Sul do Brasil. “Os procedimentos de implantação enfocam as diferentes modalidades de preparo do solo e plantio propriamente dito, seguido das atividades de manutenção e de manejo das áreas, com vistas ao aumento de produtividade e  maior retorno econômico nos empreendimentos”, ressalta o professor.

Os procedimentos técnicos voltados para a restauração de áreas, que contribui para a adequação ambiental das propriedades rurais, também ganham ênfase na publicação. “Neste contexto, frisamos os princípios ecológicos para a atividade de restauração, como o conceito de sucessão natural, o zoneamento de espécies em relação ao tipo de ambiente, entre outros, além de técnicas de plantio e atividades denominadas de nucleação, que trazem procedimentos simples e baratos e que contribuem com o processo”, completa Angelo.

Agrolink com informações de assessoria

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