Intenções de compras no Show Rural Coopavel 2020 apresentam crescimento

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A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas – CSMIA/ABIMAQ, divulga nesta sexta-feira um balanço com os resultados de seus associados que participaram da edição 2020 do Show Rural Coopavel e que responderam à pesquisa da entidade.

De acordo com o levantamento, as intenções de compras subiram em relação à edição do ano passado. No segmento de máquinas para grãos o resultado foi 9% maior. Nos segmentos de máquinas para pecuária e armazenagem o resultado foi idêntico em relação à edição passada. Na média ponderada, o aumento foi de 8%.

O resultado expressa o otimismo com a safra de grãos do Paraná que na safra atual deve ter volume e produtividade melhor quando comparada ao ano passado. Apesar deste otimismo o segmento de armazenagem não conseguiu melhores resultados em virtude do fechamento da linha PCA (Programa de Construção e ampliação de Armazenagem) que tem recursos esgotados. A Abimaq em dezembro/2019 solicitou ao governo aporte de R$ 1 bilhão na linha. A armazenagem no Brasil tem um déficit de aproximadamente 60 milhões/toneladas e deve aumentar na atual safra.

Segundo Pedro Estevão Bastos, presidente da CSMIA/ABIMAQ, o volume de intenção de negócios registrados no evento está em linha com a perspectiva anual de aumento de vendas do setor de máquinas agrícolas, estimadas no intervalo de 7% a 10% para 2020.

“Rios do Oeste da Bahia contribuem com 26% do volume total da vazão do São Francisco”, aponta estudo

Além de uma contribuição menor para a vazão do São Francisco, pesquisa realizada sobre potencial hídrico do Oeste da Bahia também desmistifica que irrigação vem prejudicando os recursos hídricos da região


Um estudo em andamento pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em parceria com a Universidade de Nebraska, para medir o potencial hídrico do Oeste da Bahia aponta um dos primeiros resultados, ao desmistificar o tamanho da contribuição da região junto ao rio São Francisco. Levantamentos das vazões médias do período de 1990 a 2015 da soma dos rios do Oeste da Bahia atinge 684,6 metros cúbicos/segundo, indicando uma contribuição hídrica média anual da ordem de 26% comparada a vazão do Rio São Francisco.

“Ainda há muito achismo quando se fala em recursos hídricos. Em muitos casos, chega-se falar em 80% de contribuição dos rios do Oeste da Bahia na época da seca. Mas, na verdade, como o Rio São Francisco dispõe de barramentos que funcionam como um sistema de estabilização, o importante não é a contribuição em um determinado período e sim a contribuição média. Neste sentido, os especialistas indicam que a contribuição seja medida em relação a vazão média de longa duração (por exemplo 25 anos)”, explica o pesquisador da UFV e coordenador do estudo do potencial hídrico na região, Everardo Mantovani.

Outro mito, também verificado pelo estudo, está relacionado ao uso da água na agricultura. Ao contrário do que se propaga, na região Oeste da Bahia, somente 8% da área cultivada é irrigada. São cerca de 192 mil hectares corresponde a 32% da área irrigada em todo o estado da Bahia estimado em 600 mil hectares, ou seja, 2,3% dos 7 milhões de hectares irrigados no Brasil. O plantio irrigado na região, independente da escala de produção, eleva a produtividade, leva alimentos e produtos de mais qualidade para o mercado, além de se produzir mais em menos área. Na região Oeste, os 8% de área irrigada da produção agrícola contribui com 34% do valor econômico bruto da produção.
“Em todo o mundo, a irrigação multiplica o potencial de produção de alimentos e geração de renda e sua história se confunde com a do desenvolvimento e prosperidade econômica dos povos, foi assim no passado remoto, no passado recente e continua valendo para hoje e para o futuro. A razão é que esta tecnologia chave, possibilita plantios contínuos em uma mesma área independe da distribuição das chuvas, tendo grande capacidade de integrar ganhos expressivos na produção, na produtividade, na geração de empregos e renda de forma estável trazendo de forma efetiva o desenvolvimento socioeconômico de uma região”, afirma Mantovani.

Especialistas ligados ao tema de recursos hídricos e irrigação concordam que a região tem potencial de aumento da produção agrícola irrigada, quanto na agricultura empresarial quanto na agricultura de pequena escala. “É necessário que este crescimento ocorra em base sustentável, garantindo por um lado a sociedade em geral, aos demais usuários de outros setores e em especial aos produtores que investem seus recursos na implantação do projeto sistema, que existe essa disponibilidade e que o crescimento seja em base segura do ponto de vista do uso compartilhado dos recursos hídricos”, afirma Mantovani.

Realizado pela UFV, o estudo do potencial hídrico conta com o apoio da Universidade de Nebraska, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Prodeagro, Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), e Governo da Bahia, e vem gerando informações com base técnica e científica para debater sobre o uso racional e sustentável dos recursos hídricos na agricultura, indústria e pelas pessoas em áreas urbanas, contribuído com a segurança  jurídica e hídrica da região Oeste da Bahia.

Assessoria de Imprensa da Abapa

Produtor de cana-de-açúcar impulsiona produtividade com irrigação por gotejamento enterrado

Redgleive Martins Motta, tradicional produtor de abóbora, melancia e café e dono da Fazenda Fortuna, localizada em Medeiros Neto, na Bahia, há cerca de um ano e meio passou a investir na produção de cana-de-açúcar. 

Ele está satisfeito com os resultados do sistema de gotejamento enterrado nesta cultura, que alcançou uma produtividade de cerca de 190 toneladas por hectare em sua primeira colheita. 

“A alta produtividade e a economia de recursos, além da facilidade de manejo e da longevidade, são as principais partes positivas do gotejamento enterrado para os produtores de cana-de-açúcar”, afirma Elídio Torezani, diretor da Hydra Irrigações, responsável pelo projeto de Redgleive. 

Gotejamento enterrado

A irrigação por gotejamento enterrado promove diversos benefícios aos canaviais, como a distribuição de água em quantidade correta e no tempo ideal, o que minimiza os gastos e o desperdício do recurso natural.

O sistema enterrado permite as operações de tratos de colheitas mecanizadas sem risco ao equipamento.  Essa irrigação propicia a longevidade da cultura, passando a períodos de renovação muito mais longos. 

“Normalmente, estes ciclos são de 5 a 7 anos. Existem sistemas de gotejamento enterrados que já estão com ciclos de 21 anos sem necessidade de renovação”, explica o engenheiro agrônomo Elídio Torezani.

Saiba quais são os principais erros que causam elevação no custo de produção de café

Dicas para reduzir os custos na produção de café - Imagem retirada do FreePik.jpg

A produção de café no Brasil cresceu 56% em volume e apenas 34% em faturamento bruto nos últimos dez anos, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, Elídio Torezani, explica que os altos custos de produção do café e os longos períodos de preços baixos são os principais fatores que desmotivam os produtores deste segmento.

“É preciso investir em processos que levem à melhoria da qualidade do grão do café e a ganhos de produtividade, para que se obtenha melhor rentabilidade”, afirma Torezani.

Ele ressalta ainda que um dos processos que podem favorecer muito estas melhorias, otimizando o uso dos recursos e aumentando a efetividade das ações agronômicas, é a irrigação com um bom manejo. “Tanto a falta quanto o excesso de água podem comprometer a sanidade das plantas e gerar perdas no cultivo. Por isso, a irrigação adequada é uma solução para fornecer umidade e nutrientes na quantidade exata”, diz.

O engenheiro agrônomo esclarece que alguns erros na hora de irrigar o cafezal devem ser evitados. Ele pontua as principais falhas dos produtores:

  • Manejo incorreto: fazer as programações de aplicação de água no momento e na quantidade errados;
  • Desperdício de fertilizantes: utilizar o recurso de forma indevida, seja pelo exagero ou pela escassez.
  • Falta de auxílio de uma equipe especializada no manejo da irrigação de café: ausência de orientação sobre os processos na hora de irrigar e os consequentes reflexos agronômicos nas plantas.

Serviço:

Evento: 12º Simpósio Estadual do Café

Data: 25/9/19 (quarta-feira)

Local: Auditório do Centro de Comércio de Café de Vitória, na Enseada do Suá, em Vitória

Onde se inscrever: www.cetcaf.com.br

Pivôs alavancam produção de tomate em Goiás

É no pequeno município de Indiara, com pouco mais de 15 mil habitantes a cerca de 100 quilômetros da Capital Goiânia, que o produtor Alaor Ávila vem se destacando na produção de tomates. Há mais de 20 anos na lida no campo e à frente da fazenda Panorâmica, propriedade de aproximadamente 900 hectares, foi a partir de 2015 que veio a grande virada dos negócios quando ele passou a investir na agricultura irrigada.

Ao fazer as contas todo fim de safra, Ávila percebeu que precisava melhorar suas margens, foi quando pesquisou algo que tivesse valor agregado. Por meio de um incentivo de um amigo de infância, resolveu apostar no tomate. No primeiro ano, contou muito com a ajuda do amigo para readaptar a propriedade a nova cultura, mas a partir da segunda safra, já estava tocando a lavoura sozinho. “A agricultura está cada vez mais competitiva, por isso fomos atrás de ajuda técnica especializada para ver quais culturas poderíamos cultivar com maior retorno financeiro”, lembra o produtor.

Ávila então investiu pesado em irrigação, atualmente são cinco pivôs Zimmatic, marca da Lindsay, empresa global que produz uma linha completa de sistemas de irrigação a mais de 55 anos. “A irrigação com pivô central é fundamental para o tomate, pois é uma cultura que precisa de água, mas não gosta de chuva. Com o equipamento, a água é monitorada e chega na planta na quantidade e na hora que precisa, sem a irrigação seria impossível produzir nessa região”, destaca.

Atualmente na fazenda Panorâmica é produzido o tomate rasteiro, uma variedade indicada para molhos com foco na indústria. No caso da propriedade, 100% da colheita é vendida por meio de contratos de exclusividade diretamente para a multinacional Cargill, a maior empresa do mundo de capital fechado presente nos cinco continentes.

A fruta é cultivada numa área de 250 hectares no período de inverno, que vai do mês de abril até setembro. De outubro a fevereiro também com irrigação é semeado soja na mesma área. A propriedade tem ainda outros 250 hectares onde é produzida a oleaginosa no esquema de sequeiro.

Apesar da sua função principal de fornecer água de forma homogênea, o produtor utiliza os pivôs para fazer a adubação e ainda a aplicação de defensivos para combater o ataque de pragas ou invasoras. Com uma produção tão integrada nessa atual safra que chega à sua reta final, Ávila está colhendo a média de 90 toneladas por hectare, enquanto a média nacional é de 80 toneladas por hectare. “Este ano devido ao excesso de chuva, tivemos ainda redução de produtividade. Com o auxílio da irrigação já chegamos a colher 111 toneladas por hectares”, destaca o produtor.

Controle na palma das mãos

Além dos pivôs centrais, a fazenda Panorâmica, também conta com a tecnologia FieldNET, solução também oferecida pela Lindsay. A ferramenta exclusiva, possibilita a irrigação de qualquer plantação, em vários tipos de terreno e solo para aumentar a produtividade e utilizar melhor os recursos naturais. Além disso, o gerenciamento é sem fio e totalmente integrado e permite a visualização e controle de seus sistemas praticamente de qualquer lugar.

Segundo Ricardo Heise, sócio e gestor da fazenda, o FieldNET tem sido fundamental no gerenciamento dos processos da fazenda. Do centro de controle instalado na propriedade, onde passa 80% do seu tempo, no conforto de sua cadeira, o gestor tem todas as informações dos desempenhos dos pivôs na propriedade. “Se der algum problema em um motor de uma roda, por exemplo, e ela para de andar, mas ao mesmo tempo o equipamento continuar irrigando, com o FieldNET, eu sei exatamente onde esse pivô parou, quanto tempo ficou assim e quanto de água jogou. Todas essas informações são importantes na tomada de decisão”, destaca.

Entre seus benefícios, o FieldNET também gera economia a fazenda. Com suas informações, o produtor não necessita estar na roça para ligar e desligar o equipamento, fazendo isso remotamente economizando mão de obra e combustível. “Essa tecnologia hoje é fundamental no quesito tempo, pois muitas vezes nem preciso estar na fazenda para tomar uma decisão. Os relatórios nos fornecem dados suficientes e precisos para eu fazer tudo onde eu estiver”, acrescenta Heise.  

Ainda segundo ele, essas novas tecnologias serão fundamentais na agricultura moderna para as próximas décadas. “A nova geração de produtores está cada vez mais ligada a automação. As fazendas hoje já têm internet, os pivôs já são controlados a distância, há o controle pluviômetro digital. Todos esses processos de automação vão incorporar ao negócio melhores controles e principalmente maiores resultados”, finaliza o gestor.

Sobre – A Lindsay América do Sul é subsidiária da americana Lindsay Corporation., e tem sua sede no Brasil, em Mogi Mirim-SP. Produz uma linha completa de sistemas de irrigação, representada pelas marcas ZIMMATIC, FIELDNET, GROWSMART e IRZ. Atuando na fabricação de pivôs centrais e distribuição de equipamentos agrícolas há mais de 55 anos e com matriz localizada Omaha, no estado de Nebraska a Lindsay tem sistemas de irrigação em operação em mais de 90 países. www.lindsaybrazil.com.

 É no pequeno município de Indiara, com pouco mais de 15 mil habitantes a cerca de 100 quilômetros da Capital Goiânia, que o produtor Alaor Ávila vem se destacando na produção de tomates. Há mais de 20 anos na lida no campo e à frente da fazenda Panorâmica, propriedade de aproximadamente 900 hectares, foi a partir de 2015 que veio a grande virada dos negócios quando ele passou a investir na agricultura irrigada.

Ao fazer as contas todo fim de safra, Ávila percebeu que precisava melhorar suas margens, foi quando pesquisou algo que tivesse valor agregado. Por meio de um incentivo de um amigo de infância, resolveu apostar no tomate. No primeiro ano, contou muito com a ajuda do amigo para readaptar a propriedade a nova cultura, mas a partir da segunda safra, já estava tocando a lavoura sozinho. “A agricultura está cada vez mais competitiva, por isso fomos atrás de ajuda técnica especializada para ver quais culturas poderíamos cultivar com maior retorno financeiro”, lembra o produtor.

Ávila então investiu pesado em irrigação, atualmente são cinco pivôs Zimmatic, marca da Lindsay, empresa global que produz uma linha completa de sistemas de irrigação a mais de 55 anos. “A irrigação com pivô central é fundamental para o tomate, pois é uma cultura que precisa de água, mas não gosta de chuva. Com o equipamento, a água é monitorada e chega na planta na quantidade e na hora que precisa, sem a irrigação seria impossível produzir nessa região”, destaca.

Atualmente na fazenda Panorâmica é produzido o tomate rasteiro, uma variedade indicada para molhos com foco na indústria. No caso da propriedade, 100% da colheita é vendida por meio de contratos de exclusividade diretamente para a multinacional Cargill, a maior empresa do mundo de capital fechado presente nos cinco continentes.

A fruta é cultivada numa área de 250 hectares no período de inverno, que vai do mês de abril até setembro. De outubro a fevereiro também com irrigação é semeado soja na mesma área. A propriedade tem ainda outros 250 hectares onde é produzida a oleaginosa no esquema de sequeiro.

Apesar da sua função principal de fornecer água de forma homogênea, o produtor utiliza os pivôs para fazer a adubação e ainda a aplicação de defensivos para combater o ataque de pragas ou invasoras. Com uma produção tão integrada nessa atual safra que chega à sua reta final, Ávila está colhendo a média de 90 toneladas por hectare, enquanto a média nacional é de 80 toneladas por hectare. “Este ano devido ao excesso de chuva, tivemos ainda redução de produtividade. Com o auxílio da irrigação já chegamos a colher 111 toneladas por hectares”, destaca o produtor.

Controle na palma das mãos

Além dos pivôs centrais, a fazenda Panorâmica, também conta com a tecnologia FieldNET, solução também oferecida pela Lindsay. A ferramenta exclusiva, possibilita a irrigação de qualquer plantação, em vários tipos de terreno e solo para aumentar a produtividade e utilizar melhor os recursos naturais. Além disso, o gerenciamento é sem fio e totalmente integrado e permite a visualização e controle de seus sistemas praticamente de qualquer lugar.

Segundo Ricardo Heise, sócio e gestor da fazenda, o FieldNET tem sido fundamental no gerenciamento dos processos da fazenda. Do centro de controle instalado na propriedade, onde passa 80% do seu tempo, no conforto de sua cadeira, o gestor tem todas as informações dos desempenhos dos pivôs na propriedade. “Se der algum problema em um motor de uma roda, por exemplo, e ela para de andar, mas ao mesmo tempo o equipamento continuar irrigando, com o FieldNET, eu sei exatamente onde esse pivô parou, quanto tempo ficou assim e quanto de água jogou. Todas essas informações são importantes na tomada de decisão”, destaca.

Entre seus benefícios, o FieldNET também gera economia a fazenda. Com suas informações, o produtor não necessita estar na roça para ligar e desligar o equipamento, fazendo isso remotamente economizando mão de obra e combustível. “Essa tecnologia hoje é fundamental no quesito tempo, pois muitas vezes nem preciso estar na fazenda para tomar uma decisão. Os relatórios nos fornecem dados suficientes e precisos para eu fazer tudo onde eu estiver”, acrescenta Heise.  

Ainda segundo ele, essas novas tecnologias serão fundamentais na agricultura moderna para as próximas décadas. “A nova geração de produtores está cada vez mais ligada a automação. As fazendas hoje já têm internet, os pivôs já são controlados a distância, há o controle pluviômetro digital. Todos esses processos de automação vão incorporar ao negócio melhores controles e principalmente maiores resultados”, finaliza o gestor.

Sobre – A Lindsay América do Sul é subsidiária da americana Lindsay Corporation., e tem sua sede no Brasil, em Mogi Mirim-SP. Produz uma linha completa de sistemas de irrigação, representada pelas marcas ZIMMATIC, FIELDNET, GROWSMART e IRZ. Atuando na fabricação de pivôs centrais e distribuição de equipamentos agrícolas há mais de 55 anos e com matriz localizada Omaha, no estado de Nebraska a Lindsay tem sistemas de irrigação em operação em mais de 90 países. www.lindsaybrazil.com.