Sakata promove o Sakata Sum Day, voltado a produtores de todo o Brasil e países da América do Sul

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Com mais de 80 variedades, de sete espécies, a empresa de sementes Sakata realizou um dia de campo focado totalmente em solanáceas e cucurbitáceas – com genética adaptada ao cultivo sob condições tropicais (calor e umidade).

Mais de 1.300 produtores de todo o Brasil, além de distribuidores e demais profissionais da área, puderam conferir, entre os dias 21 e 24 de novembro, os lançamentos exclusivos da empresa, em sua Estação Experimental, localizada na cidade de Bragança Paulista, interior de São Paulo.

O Sakata Sum Day trouxe novas variedades de tomate, pimentão, pepino, abóbora, abobrinha, quiabo e berinjela, apresentando produtos mais resistentes a doenças e às intempéries climáticas, com diferenciais também no tamanho, formato, cor e sabor – tudo graças à forte equipe de Pesquisa, que visa sempre proporcionar cada vez mais produtividade, atratividade comercial e segurança ao produtor.

Segundo o Diretor de Marketing da Sakata, Paulo Koch, “o grande objetivo deste dia de campo foi apresentar aos clientes e ao mercado as novas variedades de hortaliças desenvolvidas pela empresa, especialmente para produção em períodos críticos como o verão, e antecipar as principais tendências de mercado. Tudo isso, em um ambiente bastante propício para a troca de informações entre os produtores e a equipe técnica da empresa”, salienta.

Dentre os principais produtos lançados pela empresa na ocasião, estão: os tomates de alta performance Pietra, Grazianni, Ravena e Carina Star; os pimentões super resistentes Taurus e Camaro; a abobrinha com excelente durabilidade pós-colheita Adele; e o produtivo pepino Racer.

Flores para o Verão

Além do campo de produção de hortaliças, o evento contou ainda com um grande jardim,  composto por flores desenvolvidas pela Sakata, indicadas especialmente para cultivo durante o verão, pois apresentam grande tolerância ao calor.

No jardim foram plantadas duas mil mudas de flores que compuseram o logotipo do evento, sendo metade da variedade SunPatiens (nas cores Blush Pink, Royal Magenta, Eletric Orange, White e Red) e a outra metade da variedade Vincent´s 2 Choice (um girassol de miolo escuro).

Parceiros

O evento contou ainda com a participação de 14 empresas expositoras: Arysta, Alltech Crop Science, Basf, Carolina Soil do Brasil, Du Pont, Dow AgroSciences, Electro Plastic, Forza Fertilizantes, FMC, Ihara, Koppert, Netafim, Tropical Estufas e Yara Brasil. As empresas apresentaram produtos, novidades e lançamentos nas áreas de defensivos, equipamentos agrícolas, fertilizantes, substratos, cultivo protegido e sistemas de irrigação.

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Projeto para pequenos agricultores tem abastecimento de água garantido

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O abastecimento de água do projeto público de irrigação Senador Nilo Coelho, localizado no semiárido pernambucano, foi garantido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

Os 2,3 mil pequenos produtores rurais, que fazem parte do projeto, situado em 23 mil hectares, tiveram a confirmação de acesso à água até o final deste ano, e a perspectiva de que, até abril de 2017, final do período úmido na região, a barragem de Sobradinho alcance 38% em volume – o que significa água assegurada também para o próximo ano.

“As chuvas que caem neste momento em Minas Gerais, onde está a nascente do rio São Francisco, são a principal razão da boa notícia; mas a medida preventiva da Codevasf, que, em 2015, em razão da estiagem prolongada, instalou o sistema de bombeamento sobre flutuantes no Lago de Sobradinho para garantir captação de água, fez com que os agricultores mantivessem com mais tranquilidade seus calendários de produção, assegurando empregos, renda e safra”, observa o engenheiro agrônomo José Costa Barros, gerente regional de irrigação da Codevasf.

O anúncio foi feito pela 3ª Superintendência Regional da Companhia, sediada em Petrolina, no submédio São Francisco e fronteira com o norte baiano, onde está localizado o principal reservatório de água do Nordeste, que é a Barragem do Sobradinho. Dos produtores instalados no Nilo Coelho, 86% (1.980) são pequenos ou familiares, detentores de lotes de até sete hectares.

Infraestrutura

A ação preventiva da Codevasf contou com recursos federais de R$ 25 milhões repassados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional.

Foi construído um canal de 2,4 quilômetros revestido de manta asfáltica e um sistema de diques de 2 quilômetros. A Codevasf instalou cinco sistemas de bombeamento sobre flutuantes com dois conjuntos de eletrobombas em cada um dos oito módulos, com capacidade para bombear 0,8 metros cúbicos de água por segundo.

As estruturas asseguram a regularidade da oferta de água, para áreas de produção irrigada do projeto Senador Nilo Coelho, que haviam sido afetadas pelos baixos níveis de vazão do São Francisco e do reservatório de Sobradinho.

A estimativa de safra do Nilo Coelho para este ano é de 700 mil toneladas de frutas, entre as quais se destacam uva, manga e goiaba. O faturamento anual do projeto gira em torno de R$ 1 bilhão.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações da Codevasf

Proposta amplia subsídio para energia no bombeamento de água para agricultura familiar

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Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 5250/16, do deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que estende ao bombeamento de água para irrigação na agricultura familiar o desconto na tarifa de energia elétrica para agricultura irrigada e aquicultura aos fins de semana e feriados.

Atualmente, a lei que trata da expansão da oferta de energia elétrica emergencial (10.438/02) autoriza o desconto das tarifas durante 8h30 por dia, entre 21h30 e 6 horas do dia seguinte aos sábados, domingos e feriados.

Segundo Rocha, os pequenos agricultores enfrentam os maiores impactos das mudanças climáticas dos últimos anos. “Faz-se necessário a criação de estratégias que incentivem o uso da irrigação por esses produtores, responsáveis por produzir mais de 70% dos produtos consumidos pelos brasileiros.”

Somente 30% dos agricultores familiares são irrigantes, devido aos custos da energia elétrica, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Tal ação irá incrementar as ações de combate à estiagem ao diminuir os custos para manutenção de um sistema de irrigação, reduzindo assim o custo de produção”, disse Rocha.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-5250/2016

Fonte: Agência Câmara Notícias

Uso de fertilizante em irrigação contribui para cianobactérias no açude de Boqueirão

Foto: Paraibaonline

Em entrevista na tarde desta quinta-feira (24), os professores Ethan Barbosa e Veruska Brasileiro, do laboratório de biologia aquática da Universidade Estadual da Paraíba, responsável pelos estudos das cianobactérias no açude de Boqueirão, afirmaram que as várias irrigações clandestinas encontradas no manancial contribuíram para o aumento das cianobactérias.

Segundo Veruska, foi verificado através de dados disponibilizados pela Agência Executiva das Águas (Aesa) uma grande quantidade de fósforo, advindo das irrigações.

– O uso de fertilizante contribui para cianobactérias. Alguns dados da Aesa mostram concentrações de fósforo elevadíssimas. Isso decorre da irrigação que tinha anteriormente no manancial que favoreceu essa proliferação toda – afirmou.

*As declarações repercutiram na Rádio Campina FM

Conheça projetos que estão revolucionando o agronegócio paranaense

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Quando o homem resolveu cultivar o próprio alimento em vez de sair por aí procurando – e nem sempre encontrando – comida pelo caminho, ele podia até não saber, mas estava mudando o curso da história. Naquele momento, fomos verdadeiros empreendedores rurais.
É claro que empreender não significa “inventar a roda” todos os dias, basta pensar além. “O que preciso melhorar na propriedade com mais urgência?”, era o questionamento que o universitário Gustavo Freyhardt sempre fazia. Foi a partir daí que o jovem, de apenas 21 anos, conseguiu chegar à final do prêmio Empreendedor Rural, iniciativa do Senar-PR (que integra o sistema FAEP), em parceria com o Sebrae e a Fetaep (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná).

Gustavo vive com os pais em Porto Vitória, que fica próxima a União da Vitória, no sul do Paraná. A família se dedica, principalmente, à pecuária leiteira. Com a pergunta na cabeça, o rapaz fez um diagnóstico completo da área e montou um projeto que, até o começo de 2017, prevê um investimento de aproximadamente R$ 100 mil para melhorar o bem-estar das vacas por meio da tecnologia.

“Conversando com a família, decidimos pelos extratores e medidores eletrônicos, inclusão de um software de gerenciamento e controle do rebanho, instalação de um aquecedor solar e de um sombreamento na sala de espera das vacas antes da ordenha”, explica. Com isso, espera aumentar a eficiência enérgica e de produção, tornando o processo mais ágil e confortável para os animais. “Li muita coisa a respeito: vacas que passam por menos estresse térmico produzem mais. Nossa meta é dois litros a mais/vaca/dia”, completa.

A participação de jovens e mulheres indica um movimento de renovação no agronegócio. A produtora Esiquel Tauscher, por exemplo, de Goioxim, região central do estado: ela e o marido têm um rebanho de 50 vacas leiteiras e, durante uma viagem de capacitação, Esiquel conheceu um sistema chamado “Composto Barn” e não tirou mais isso da cabeça. “O composto é a febre do momento”, diz ela. No sistema, embora confinadas, as vacas ficam livres para andar pelo estábulo. Ou até tirar uma soneca, por que não?! “Elas ficam deitadas de um jeito diferente na cama [de serragem ou casca de amendoim], quase roncando”, brinca.

O fato é que, movidos pela curiosidade e visão de negócio, eles decidiram apostar: vão investir R$ 220 mil para construir o barracão e, a partir do bem-estar dos animais, querem aumentar a produção – hoje em 1,2 mil litros por dia – em até 60%. “O ambiente é mais fresquinho, ganhamos com a saúde dos animais”, frisa a produtora.

Fonte: Gazeta do Povo