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Será realizada no próximo dia 4 de maio de 2010, em Brasília, reunião ordinária do Fórum Agricultura Irrigada, a partir de 8h30, no Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Conforme o coordenador de Planejamento de Projetos de Irrigação do Departamento de Desenvolvimento Hidroagrícola, Donivaldo Pedro Martins, a necessidade de estatísticas para a agricultura irrigada, sua relação com a legislação ambiental e as oportunidades de mercado global para a área estão na pauta do encontro.
Na ocasião, também serão apresentados o relatório das atividades do Fórum, em atividade desde 2009 e vinculado ao Ministério da Integração Nacional.
Interessados em participar do evento como ouvintes podem se inscrever por meio do endereço forum@irrigacao.org.br.
Com informações da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás
O Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura, o IICA, escritório Brasil, abre licitação para recebimento de propostas para elaboração de Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais, a partir das bacias hidrográficas que drenam o Estado. As propostas serão recebidas até o dia 22 de abril de 2010.
Mais detalhes sobre o edital podem ser acessados no site www.iica.org.br, na área de Editais – Em aberto.
A partir do primeiro dia de 2010, em 80% do território nacional o produtor rural que adquirir pivôs de irrigação Fockink, não somente terá os equipamentos instalados, como também receberá de forma gratuita, três anos de consultoria e assessoria técnico-científica completa, para manejo de irrigação através do Sistema Irriga®, da Universidade Federal de Santa Maria. Esta decisão foi tomada com objetivo de beneficiar os produtores irrigantes com um adequado manejo da água de irrigação, desta forma aumentando a produtividade das culturas e possibilitando menor consumo de água e energia.
O Sistema Irriga® consiste em uma determinação prática e eficiente de quando irrigar e quanto de água aplicar, também denominada de Programação de Irrigação. A escolha do momento certo de acionar o sistema de irrigação requer a consideração de vários fatores, tais como: clima, solo, planta e equipamento de irrigação. Tais fatores são baseados em análises meteorológicas em tempo real, bem como amostras de solo e acompanhamento constante pessoal e individual de cada área coberta pelo sistema. O principal objetivo dessa programação é o manejo das irrigações visando maior efetividade das mesmas. A água deve ser aplicada com freqüência suficiente para evitar o déficit na planta e em quantidades adequadas para prover o reabastecimento de água no solo, até a profundidade efetivamente explorada pelo sistema radicular das plantas.
Os agricultores irrigantes com pivôs Fockink, utilizarão o Sistema Irriga® através do portal (www.sistemairriga.com.br) onde encontrarão informações específicas sobre o manejo da irrigação de suas áreas irrigadas. As informações são disponibilizadas diariamente detalhadas por cultura, sistema de irrigação, quando e quanto irrigar, além de disponibilizar a previsão de irrigação para um período de 24 e 48 horas. Técnicos do Sistema Irriga® são presença constante no campo, periodicamente estão nas áreas coletando dados, levando informações e prestando assistência diretamente aos agricultores.
A Monsanto assumiu o compromisso de pesquisar e trazer ao mercado, em até 20 anos, sementes que reduzam em 33% (1/3) a quantidade de água usada no campo por unidade produzida para soja, milho e algodão. As projeções sobre os benefícios da biotecnologia para a preservação dos recursos naturais são bastante otimistas, como aponta estudo feito pela Consultoria Céleres para a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) sobre o benefício ambiental líquido que as culturas geneticamente modificadas de soja, algodão e milho podem trazer para o Brasil num período de dez anos, considerando o intervalo entre as safras 2008/09 e 2017/18.
Nas lavouras plantadas com soja geneticamente modificada avaliadas pelo estudo, divulgado em 2009, 59,1 bilhão de litros de água deixarão de ser utilizados, volume suficiente para abastecer 1,35 milhão de habitantes no mesmo período, considerando-se a recomendação da ONU de 120 litros por dia para cada pessoa.
Com relação às lavouras de milho geneticamente modificado, a expectativa é de redução de 360 litros de água por hectare/ano, considerando-se o consumo médio de 120 litros de água pulverizada por hectare, assim como uma redução média de três aplicações de inseticidas nas lavouras. Para os próximos dez anos, a previsão é de redução de 35,7 bilhões de litros, o suficiente para atender, no período, as necessidades de 816 mil pessoas.
As previsões para as lavouras de algodão geneticamente modificado também foram significativas, com a redução de 10,3 bilhões de litros até a safra 2017/2018, volume suficiente para abastecer uma cidade de 23,4 mil habitantes por ano no mesmo período.
Centro de estudos avalia uso no campo
Atenta à necessidade de reduzir a água utilizada na agricultura, a Monsanto criou, em 2009, nos Estados Unidos, um centro com o objetivo de buscar formas de ajudar produtores rurais a gerenciar melhor o uso da água. O Water Utilization Learning Center (Centro de Aprendizagem do Uso da Água) é o primeiro a desenvolver pesquisas sobre uso de água na agricultura, como sistemas de plantio, práticas agronômicas e estudo de traços genéticos, incluindo tecnologias de eficiência de uso de água, como sistemas tolerantes à seca. Nos 62 hectares da unidade, localizada em Gothenburg (Nebraska), são feitas demonstrações de plantio e irrigação. Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, a Monsanto faz parte de uma iniciativa com toda a cadeia para monitorar e verificar ações para redução dos insumos utilizados na agricultura, como água, CO2, solo e energia.
Reutilização da água de chuva
A Monsanto Nordeste, instalada no Pólo Industrial de Camaçari (BA), é a primeira fábrica da companhia a reaproveitar a água de chuva nos processo de produção. Com essa iniciativa, há redução da demanda sobre os mananciais da região, o que libera as fontes de água de boa qualidade para abastecimento público e outros usos prioritários da comunidade.
O principal objetivo do projeto é reduzir a quantidade de resíduos gerados e recuperar a água de chuva que fica acumulada em uma bacia de retenção emergencial. Esse sistema, em funcionamento desde a instalação da fábrica, em 2001, foi criado para separar águas pluviais que participam do processo de produção e prevenir que elas entrem em contato com águas de rios e lagos.
A iniciativa apresenta ótimos resultados. De dezembro de 2009 a fevereiro de 2010 foram recuperados 10.590,8 metros cúbicos de água, reduzindo a geração de efluentes em 89% neste período.
O micro blog Twitter já tem o perfil da Revista Irrigazine. Acompanhe as notícias e lançamentos do setor de irrigação pelo endereço http://twitter.com/irrigazine ou se você já é um usuário da ferramenta pode seguir o perfil @irrigazine.
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Normalmente, uma planta que está morrendo por falta de água é incapaz de pedir ajuda. Isso, porém, pode mudar graças a um novo sensor que permitirá que as plantas enviem mensagens de celular à seus fazendeiros, sempre que precisarem de água. Os sensores são simples de instalar. “É semelhante à atarrachar um brinco, o sensor, muito fino e menor do que um selo, é fixado na folha da planta”, afirmou Richard Stoner, Presidente da AgriHouse, uma companhia americana de marketing de tecnologia. O fazendeiro do futuro corre o risco de receber mais mensagens de suas plantações do que dos amigos e família.
Tudo o que o produtor precisa é de um serviço regular de telefonia celular. Depois disso e dos sensores instalados, a planta está apta para mandar mensagens quando precisar de água. Esta é apenas uma das maneiras de tornar a irrigação da agricultura mais eficiente.
Para áreas de pluviosidade e alta e regular, um monitoramento tão detalhado da plantação pode não ser de alguma utilidade ou financeiramente inviável, mas em áreas em que a água vem de aqüíferos subterrâneos, por exemplo, a economia da água e da energia que é gasta no processo de bombeamento dela para a superfície, pode render aos fazendeiros milhares de reais todos os anos.
O sensor foi originalmente criado há alguns anos atrás por cientistas trabalhando com a NASA, para futuras expedições à Lua e Marte.
“Você precisa de plantas em futuras missões ao espaço. Elas absorvem o dióxido de carbono, produzem oxigênio respirável e os astronautas ainda podem utilizá-las na alimentação, ”disse Hans-Dieter Seelig, cientista da Universidade do Colorado que trabalhou no projeto original da NASA.
Durante a pesquisa, os cientistas da NASA concluíram que astronautas estariam muito longe de levar comida o bastante para uma expedição de dois anos à Marte. Os pilotos e cientistas, selecionados para a viagem teriam que passar a maioria do tempo como fazendeiros do espaço, dedicando-se quase que exclusivamente às plantas.
Para reduzir o tempo e quantidade de suplementos necessários para as plantas crescerem, cientistas anexaram às plantas sensores conectados à um computador central, permitindo então que os astronautas tivessem conhecimento de quando e o quanto de água dar às plantas.
Durante o teste inicial a quantidade de água utilizada foi reduzida de 10 à 40 por cento. A sustentabilidade no espaço ajuda a manter os astronautas vivos, na terra ela promove aos fazendeiros economia de tempo e dinheiro. “Nós não devemos ser sustentáveis apenas no espaço afora,” disse Seelig. “O mesmo princípio deve ser aplicado na Terra também.” Informações do Blog Ambiente Brasil
Os interessados em participar da III Winotec poderão enviar seus artigos técnicos até o dia 16 de abril. A edição deste ano do Workshop Internacional de Inovações Tecnológicas em Irrigação será realizado entre os dias 8 e 11 de junho em Fortaleza-CE, e terá também a II Conferência Sobre Recursos Hídricos do Semi-Árido Brasileiro.
Poderão ser enviados um ou mais artigos, de acordo com a organização. Mais detalhes sobre o envio e as normas podem ser acessadas no site do evento: http://www.inovagri.org.br/winotec.
Para atender à demanda e às especificidades do mercado agricultor, a empresa amplia opções de produtos nas linhas já existentes e lança linha completa para sistemas portáteis
A catarinense Víqua, fabricante de soluções hidráulicas, lançou no primeiro trimestre do ano, uma linha completa de produtos para irrigação móvel, também conhecida como sistemas portáteis. Com isso, passa a oferecer um mix de produtos ainda mais atrativo, com soluções completas para o agricultor.
A Linha Móvel contará inicialmente com cerca de 30 conexões Engate Roscável (ER), entre curvas, adaptadores, saídas de aspersor, derivadores, caps e pontas macho e fêmea. “Nossa linha móvel já irá para o mercado de forma completa e com todas as opções de tamanho de bitolas. Com isso, facilitaremos o processo de compra e evitamos que o consumidor tenha o trabalho de buscar várias marcas para estruturar seu sistema de condução de irrigação”, afirma Cláudio Reis, gerente comercial da Víqua.
Produzida em PVC (Policloreto de Vinila) nas cores azul e verde, a Linha Móvel Víqua é indicada para sistemas de irrigação convencional, portátil e semifixo. Suas peças são fáceis de montar e desmontar manualmente, dispensando ferramentas. Os engates apresentam rosca de passo longo, batente antitravamento e vedação bilabial, garantindo total isolamento do sistema. Além disso, suas conexões são dimensionadas à classe de pressão PN80 (8,0Kgf/cm2).
EXCLUSIVIDADE NO SETOR
Cada cultura apresenta suas especificidades e, com base nisso, a empresa desenvolve um portfólio para atender completamente à demanda por cada tipo de sistema. A Víqua oferece para cada produto todos os tamanhos de bitola possíveis, dentro de sua categoria. Além disso, é a única fabricante que produz registros com vazão plena em todas as bitolas, o que evita perdas de cargas nos sistemas de irrigação. A empresa também apresentará em breve novidades para sua Linha Fixa, com destaque para os Tês de 35mm e 100mm.
PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL
A Víqua adota uma postura sustentável em toda a linha de produção, por meio do reaproveitamento total de suas matérias-primas. São elas o PVC, nos segmentos de Irrigação e Predial, e, no segmento de Casa & Decoração, o PP, para confecção de acessórios, e o ABS, utilizado de forma pioneira na fabricação de torneiras. Além disso, esses materiais são duráveis, práticos e livres de efeitos corrosivos.
Em Comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado anualmente no dia 22 de março, a Agência Nacional de Águas vai expor quarenta e oito fotos das doze regiões hidrográficas brasileiras no Salão Branco do Congresso Nacional, entre 22 e 29 de março. A exposição será aberta no dia 22, às 17h30, pelo diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu; o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal, Senador Renato Casagrande; e a Presidente da Subcomissão Permanente da Água, Senadora Marisa Serrano. As quarenta e oito fotos das doze regiões hidrográficas brasileiras que serão apresentadas foram produzidas no âmbito da publicação “ANA: Ano 10”. O trabalho retrata a importância e beleza do extraordinário acervo hídrico brasileiro, captado pelos impressionantes registros fotográficos de Ricardo Zig Koch Cavalcanti, Rui Faquini e Bento Viana.
Sobre o Dia Mundial da Água
Em dezembro de 1992, a Assembléia Geral da ONU declarou que a partir de 1993, no dia 22 de março de cada ano seria celebrado o Dia Mundial da Água. Essa decisão baseou-se nas recomendações contidas no capítulo 18 da Agenda 21 (http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18&idConteudo=861) que define como objetivo geral assegurar a manutenção da oferta adequada de água de boa qualidade para toda a população do planeta e a preservação das funções hidrológicas, biológicas e químicas dos ecossistemas. Todos os anos a ONU define um tema para ações e reflexão dos estados membros. Em 2010, o tema do Dia Mundial da Água é “Água Limpa para um Mundo Saudável” http://www.worldwaterday2010.info/.
Cerimônia de abertura: 22 de março de 2010, às 17h30
Local: Salão Branco do Congresso Nacional
Período: 22 a 29 de março, das 9h às 17h
Ascom/ANA
A gestão eficiente dos recursos hídricos do planeta é fundamental para o futuro da humanidade. Esse é o grande desafio da irrigação e das futuras gerações!
Você conhece a Declaração Universal dos Direitos da Água?
Art. 1º – A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º – A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º – Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º – O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º – A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º – A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º – A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º – A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º – A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º – O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
