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Em Comemoração ao Dia Mundial da Água, celebrado anualmente no dia 22 de março, a Agência Nacional de Águas vai expor quarenta e oito fotos das doze regiões hidrográficas brasileiras no Salão Branco do Congresso Nacional, entre 22 e 29 de março. A exposição será aberta no dia 22, às 17h30, pelo diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu; o presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal, Senador Renato Casagrande; e a Presidente da Subcomissão Permanente da Água, Senadora Marisa Serrano. As quarenta e oito fotos das doze regiões hidrográficas brasileiras que serão apresentadas foram produzidas no âmbito da publicação “ANA: Ano 10”. O trabalho retrata a importância e beleza do extraordinário acervo hídrico brasileiro, captado pelos impressionantes registros fotográficos de Ricardo Zig Koch Cavalcanti, Rui Faquini e Bento Viana.
Sobre o Dia Mundial da Água
Em dezembro de 1992, a Assembléia Geral da ONU declarou que a partir de 1993, no dia 22 de março de cada ano seria celebrado o Dia Mundial da Água. Essa decisão baseou-se nas recomendações contidas no capítulo 18 da Agenda 21 (http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18&idConteudo=861) que define como objetivo geral assegurar a manutenção da oferta adequada de água de boa qualidade para toda a população do planeta e a preservação das funções hidrológicas, biológicas e químicas dos ecossistemas. Todos os anos a ONU define um tema para ações e reflexão dos estados membros. Em 2010, o tema do Dia Mundial da Água é “Água Limpa para um Mundo Saudável” http://www.worldwaterday2010.info/.
Cerimônia de abertura: 22 de março de 2010, às 17h30
Local: Salão Branco do Congresso Nacional
Período: 22 a 29 de março, das 9h às 17h
Ascom/ANA
Confira abaixo o requerimento padrão para solicitação de outorga na ANA, e a planilha para cálculo da necessidade de irrigação mencionados no artigo do especialista Marcus Vinícius Oliveira, da Agência Nacional de Águas.
A SOLICITAÇÃO NA AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS
A solicitação de outorga para irrigação na ANA é um procedimento que pode ser resumido em três partes, a saber: (1) apresentação do formulário de requerimento padrão devidamente preenchido e assinado, apresentação da planilha padrão para cálculo da necessidade de irrigação preenchida com os dados do ponto de captação e da área que se deseja irrigar e (3) inscrição no Cadastro Nacional de Recursos Hídricos (CNARH). No site da Agência (www.ana.gov.br) são disponibilizadas todas as informações referentes à solicitação de outorgas, o andamento das solicitações realizadas, bem como as outorgas já emitidas.
No Formulário de Requerimento são informados dados como nome do usuário, número de inscrição no CPF / CNPJ, categoria do pedido (outorga de direito de uso, outorga preventiva, renovação, alteração, e transferência), uso (captação ou derivação de água, e lançamento de efluentes) e finalidade (irrigação, dessedentação animal, indústria, aqüicultura, etc). O formulário de requerimento deve ser entregue assinado pelo interessado, ou por seu representante legal, mediante apresentação de procuração autenticada em cartório. Vale notar, que na maioria dos casos, não é necessário o fornecimento de documentações como: escrituras de fazendas e contratos de arrendamentos. A Agência parte do pressuposto que todas as informações apresentadas no ato da solicitação são verdadeiras. Ressalta-se, entretanto, que toda documentação pertinente deve ficar disponível para verificação por parte da Agência a qualquer tempo durante o prazo de validade da outorga, e caso venha a ser comprovado que o requerente em algum momento faltou à verdade, este poderá sofrer as sansões legais cabíveis.
Outros procedimentos para obtenção de outorga na ANA podem ser acessados no link http://www.ana.gov.br/GestaoRecHidricos/OutorgaFiscalizacao/Outorga/pedido-irrigacao.asp
O artigo completo você lê na Irrigazine 16a edição, distribuída em dezembro de 2009.
Centro de gestão de situações de crise, a Sala de Situação da ANA monitora rios, chuvas e reservatórios
A Agência Nacional de Águas (ANA) inaugurou hoje (05/11) sua Sala de Situação, que vai funcionar como centro de monitoramento de operação da Rede Hidrometeorológica Nacional, sob coordenação da Agência. A Sala de Situação fornecerá informações confiáveis e em tempo hábil para a tomada de decisões da diretoria em situações de crise, ou seja, cheias ou secas.
A Sala de Situação acompanha as tendências hidrológicas em todo o território nacional, com a análise da evolução das chuvas, dos níveis e das vazões dos rios e reservatórios, da previsão do tempo e do clima e realiza simulações matemáticas que auxiliam na previsão de eventos extremos.
Por meio da Sala de Situação, a ANA também planeja e promove ações para prevenir ou minimizar os efeitos de secas e inundações, em articulação com o órgão central do Sistema Nacional de Defesa Civil.
Além dos dados da Rede Hidrometereológica Nacional, a Sala de Situação trabalha com dados do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).
“Agora teremos um local físico para consolidar todas as informações hidrológicas coletada pela ANA e pelas instituições parceiras para, com isso, tentarmos agir de forma conjunta com a Defesa Civil e as prefeituras diante dos riscos de inundações e às secas”, disse o diretor-presidente da ANA, José Machado. “A Sala de Situação representa um avanço tecnológico do desenvolvimento da Agência e atende à prerrogativa da Lei das Águas para que a possamos agir de forma preventiva com relação aos eventos críticos hidrológicos.”
Sobre a Rede Hidrometereológica
A Rede Hidrometeorológica Nacional é composta por cerca de 14.822 estações de monitoramento, sendo que, dessas, 4.543 estão sob responsabilidade da ANA, que monitora aproximadamente 2.100 dos 12.963 rios brasileiros. O restante da rede é operada por outras entidades federais, entidades estaduais e municipais. Com essas estações, é possível mensurar o volume de chuvas, a evaporação da água, o nível e a vazão dos rios, a quantidade de sedimentos e a qualidade das águas.


